Ilusão de ótica – falso movimento

Não dá pra acreditar 100% no nosso cérebro. Ilusões de ótica como as listadas abaixo “enganam” o sistema visual humano fazendo-nos ver o que não está presente na imagem ou fazendo-nos vê-la de um modo errôneo. Elas são criadas pela forma como o olho forma imagens e percebe cores, mas também se devem a “tilts” do cérebro. Algumas são de carácter fisiológico, outras de carácter cognitivo. Há ainda as brincadeiras geométricas e os truques de perspectiva que enganam nossos olhos e a nossa mente. Mas neste post selecionei apenas as ilusões de falso movimento.

NOTA: Embora não pareça, todas as imagens deste post são estáticas.

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Com o molhar fixo no ponto ao cento da imagem, mova sua cabeça para frente e para trás, aproximando e afastando a vista da tela.

Internet para prever o futuro

internetHá mais de 60 anos, em sua “Trilogia da Fundação”, o romancista de ficção científica Isaac Asimov inventou uma nova ciência que combinava matemática, história e psicologia para prever o futuro: a psico-história. Agora, cientistas sociais estão tentando utilizar os vastos recursos da internet para fazer a mesma coisa. Para isso, eles pretendem criar um sistema completamente automatizado que analisará as buscas online e as postagens no Twitter, Facebook e blogs. Os pesquisadores mais otimistas acreditam que esses armazéns de “grandes dados” irão, pela primeira vez, revelar as leis sociológicas do comportamento humano – permitindo que eles prevejam crises políticas, revoluções e outras formas de instabilidades sociais e econômicas da mesma maneira que físicos e químicos preveem fenômenos naturais.

Alguns sociólogos, defensores dos direitos à privacidade, estão profundamente céticos. Eles dizem que o projeto evoca memórias nauseantes, ao lembrar do programa Total Information Awareness (“Consciência de informação total”, em tradução livre), iniciativa do Pentágono logo após o 11 de setembro, que propunha a caça a potenciais agressores por meio da identificação de padrões em uma vasta coleta de dados públicos e privados: registros de chamadas telefônicas, e-mails, informações sobre viagens, informações sobre vistos e passaportes, e transações de cartões de crédito.

Por outro lado, o governo americano está mostrando interesse pela ideia e até financiando pesquisas. A disponibilidade e informatização de enormes bancos de dados já começou a induzir o desenvolvimento de novas técnicas estatísticas e novos softwares para gerenciar conjuntos de dados contendo trilhões de entradas, ou mais. “O resultado será uma compreensão muito melhor sobre o que está acontecendo no mundo, e sobre o quão bem os governos locais estão lidando com suas situações”, diz o cientista da computação Sandy Pentland, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). “Isso é muito mais esperançoso do que assustador, porque talvez seja a primeira oportunidade real para que toda a humanidade tenha transparência dos seus governos”.

Até agora existem apenas exemplos dispersos do potencial dos recursos disponíveis nas mídias sociais. No ano passado, os pesquisadores dos laboratórios da HP usaram os dados do Twitter para prever com precisão as rendas das bilheterias de filmes de Hollywood. Em agosto, a Fundação Nacional da Ciência aprovou verbas para pesquisas sobre o uso de mídias sociais como o Twitter e o Facebook para o acesso às informações sobre danos provocados por terremotos, em tempo real. Mesmo assim, a facilidade em adquirir e manipular enormes quantidades de dados mapeando comportamentos da internet faz com que muitos pesquisadores alertem sobre o fato de que as tecnologias de coleta de dados possam estar rapidamente atropelando a capacidade dos cientistas em considerar questões de privacidade e ética.

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