Faça o teste do perfil ideológico

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Para cada uma das 10 questões listadas no link abaixo há dois posicionamentos opostos como possíveis respostas (A e B). Seja honesto consigo mesmo, pense seriamente sobre cada assunto e marque a posição com a qual você mais concorda sobre cada tema e confira em que segmento ideológico você se enquadra. As 10 questões abordam temas que costumam demarcar bem as diferenças entre concepções ideológicas de esquerda e de direita. O questionário criado pelo Datafolha para aplicar esse tipo de pesquisa no Brasil é uma adaptação de pesquisas internacionais do gênero. Este teste para a internet foi elaborado com base no questionário do instituto. Já os agrupamentos ideológicos foram feitos a partir da tipologia política do Pew Research Institute em estudos sobre o comportamento político.

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Afinal, o que é um país?

globe-flagsO que define se um território é um país? O povo que mora nele? Não exatamente. Se fosse isso, países como China, Índia, Indonésia, Nigéria e Rússia se desmantelariam em milhares de grupos com língua, religião e história próprias – e só nesses 5 países teríamos a metade da humanidade em convulsão. A resposta oficial para a pergunta está na definição dada na Convenção Internacional de Montevidéu de 1933. Segundo ela, o Estado é uma entidade com “uma população permanente, território definido, governo e a capacidade de entrar em relação com outros Estados”. Parece simples, mas tem uma pegadinha aí. E ela está no 4º ponto.

Essa capacidade depende não apenas de quem quer ser reconhecido, mas também daqueles que querem reconhecê-lo. Ou seja, a definição não é técnica, mas, sim, política. País é aquilo que outros países aceitarem como país. Para entender como isso funciona, primeiro é preciso levar em consideração que o planeta não tem um governo central. A Terra é uma verdadeira anarquia em que os Estados são atores que decidem sobre seu próprio destino, já que não há um poder executivo nem uma polícia planetária. A ONU é o palco onde esses atores se reúnem. Mas para entrar nesse elenco o país precisa ser aprovado pelos colegas, com dois terços dos votos da Assembleia Geral da ONU e a aprovação do Conselho de Segurança (CS), composto por EUA, França, Reino Unido, Rússia e China.

É nessa regra que surge o limbo dos países que não existem. O exemplo mais clássico é o da República Popular da China contra a República da China. Em 1949, o nacionalista Chiang Kaishek perdeu para o comunista Mao Tsé-tung a Guerra Civil Chinesa. Com isso, o governo chinês deposto se refugiou na ilha de Taiwan, enquanto Mao ganhou Pequim. Só que desde a fundação da ONU o assento chinês era do governo refugiado em Taiwan. Então, embora a ilha tivesse apenas uma fração da população chinesa, permaneceu como a verdadeira China até 1971, quando a ONU concedeu a cadeira ao governo de Pequim. Hoje Taiwan tem 23 milhões de habitantes, um PIB per capita igual ao da Alemanha e o 18º maior orçamento militar do mundo – mas continua não reconhecida, nem mesmo pelos parceiros comerciais. Oficialmente não é um país. Algo ainda mais impressionante acontece na Somália. Desde 1991 o país não tem um governo capaz de controlar seu território, e grande parte do sul está nas mãos de uma milícia ligada ao grupo terrorista Al Qaeda. Enquanto isso, no noroeste do país fica a Somalilândia – um país com governo central operante e moeda própria. A Somália, que não consegue governar seu próprio território, tem um assento na ONU. A Somalilândia não.

Agora é a vez da Palestina tentar sair desse limbo. Hoje ela é um quebra-cabeça territorial, com áreas sob controle palestino, áreas de controle israelense e outras sob controle civil palestino e controle militar israelense. Depois de 18 anos de negociações com Israel que não levaram à criação de seu Estado, o plano palestino é apresentar à Assembleia da ONU o pedido de entrada como membro. Mesmo já tendo a aprovação de quase 130 dos 193 países-membros, esse plano precisa passar pelo Conselho de Segurança, em que os EUA têm – e provavelmente exercerão – poder de veto. Já se o pedido emplacar, o novo país teria direitos de qualquer Estado de verdade. Engraçado é que até Liechtenstein tem, embora não tenha um exército e sua população caiba toda num estádio de futebol. San Marino também é país; e não consta que alguém no mundo fale “san marinês”. Nem “monegasco”, embora Mônaco também tenha cadeira cativa na ONU desde 1993.

E quais são esses direitos de um Estado de verdade? Antes de mais nada, o novo país garantiria o monopólio do uso da força legítima em seu território, e ninguém poderia interferir, sob pena de ficar malvisto pela comunidade internacional – o que pode trazer embargos comerciais, por exemplo, contra quem violar a soberania de um país reconhecido. Até outro dia, porém, essa história de país parecia estar ficando obsoleta, com a União Europeia liderando a formação de blocos econômicos sem fronteiras internas. Era o primeiro passo para a utopia de um governo planetário. Mas agora, com a crise e o desfacelamento do euro, essa estrada virou rua sem saída – a começar com a Dinamarca, que voltou a controlar sua fronteira. Por enquanto, a única certeza é que a anarquia vai continuar sendo o sistema internacional de governo.

Estados não reconhecidos:

Taiwan – 23 milhões de habitantes

Palestina – 4,2 milhões de habitantes

Somalilândia – 3,7 milhões de habitantes

Estados reconhecidos:

Vaticano – 800 habitantes

San Marino – 32 mil habitantes

Mônaco – 36 mil habitantes

Liechtenstein – 36 mil habitantes

Fonte: Superinteressante.

Qual é o maior problema do mundo?

Dois institutos de pesquisa – o Ibope e o Worldwide Independent Network of Market Research – fizeram essa pergunta em 56 países. As respostas apontam uma divisão clara: para os países ricos e desenvolvidos, a economia é a principal questão; para os pobres e emergentes, os maiores problemas são sociais. O Brasil é onde essas preocupações mais contam: 54% das respostas tem a ver com dramas sociais.

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Fonte: Blog do Tas.

Silvio Santos para presidente

Muita gente nem imagina, mas o apresentador de TV Silvio Santos (dono do SBT) já se candidatou ao cargo mais importante do país: o de Presidente da República, em 1989. Não acredita? Então assista ao programa dele no horário eleitoral gratuito:

 

Papel gasto na propaganda eleitoral daria para fazer 20 milhões de livros

Um juiz do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fez as contas de quanto se gasta com a propaganda eleitoral impressa a cada eleição no Brasil e chegou a uma conclusão: a propaganda eleitoral é cara e agride seriamente o meio ambiente. Só com combustível, até o primeiro turno das eleições, foram gastos 54 milhões de litros, o que significa quase 40 toneladas de gás carbônico a mais na atmosfera. Nos quase 3 meses de propaganda eleitoral nas cidades, partidos e candidatos investiram alto em propaganda eleitoral impressa. Até a segunda parcial de contas apresentada ao TSE, mais de R$ 300 milhões haviam sido gastos só com papel e publicidade em jornais e revistas.

O juiz do TSE, Paulo de Tarso Tamburini, explica que isso equivale a mais de 20 milhões de livros ou cadernos que poderiam ser feitos, ou a mais de 20 bilhões de folhas tamanho A4. Ou, ainda, a menos 417 mil árvores cortadas. Após a campanha, a propaganda eleitoral impressa é jogada no lixo ou nas ruas. Esse é um dos principais problemas que se vê no período eleitoral: a sujeira. Só no dia de votação do primeiro turno, foram coletadas na cidade do Rio de Janeiro 324 toneladas de lixo eleitoral, 30 toneladas a mais em relação ao mesmo período de 2008.

Esse problema não é uma exclusividade das capitais. O município de Novo Gama, em Goiás, a 40 km de Brasília, teve eleição para prefeito e para 10 vereadores. A propaganda eleitoral, no dia da votação, deu trabalho para a limpeza pública, segundo o secretário de Obras de Novo Gama, Alessandro Barreiros. “O aumento foi muito grande, cerca de 500% ou mais. A nossa equipe diária de varrição é muito pequena. Diante do volume muito grande de material de campanha, nós tivemos que deslocar pessoas de outros setores para fazer essa varrição”. O líder do PV na Câmara, deputado Sarney Filho (MA), lamenta que não haja compromisso dos demais partidos com a limpeza das cidades e com o meio ambiente. Ele afirma que o PV fez com que os candidatos do partido a cargo majoritário assumissem o compromisso de governo e de campanha de usar material reciclável, de não jogar papel na rua e de não distribuir os chamados “santinhos”. Ele acredita que a maior parte dos candidatos do PV cumpriu esse acordo.

Sarney Filho defende uma mudança na legislação que evite cenas como as que ele viu em São Luís, capital do Maranhão. “No dia da eleição, tinha locais em que você não via o chão, de tanto papel, de tanto santinho”. Para o presidente da Subcomissão de Resíduos Sólidos da Câmara e da Frente Parlamentar da Reciclagem, deputado Adrian (PMDB-RJ), falta fiscalização e punição para os partidos e candidatos. O deputado afirma que o País precisa evitar que o lixo eleitoral aumente e que as cidades fiquem mais sujas a cada eleição. “Nós temos que ter uma eleição limpa”.  juiz eleitoral Paulo de Tarso Tamburini espera que o estudo sobre o impacto ambiental da propaganda eleitoral ajude os partidos e candidatos a mudarem a forma de fazer a propaganda eleitoral no Brasil. “Esse é o nosso objetivo, fornecer dados concretos e estatísticos para que se reflita como se pode alterar a propaganda eleitoral ou como se pode tratar a propaganda eleitoral de maneira que esse impacto ambiental seja diminuído”.

Fonte: Terra.

A sujeira da campanha eleitoral

Começou a contagem regressiva para as eleições deste ano. A partir de hoje, 7 de setembro, dia da Independência do Brasil, faltam exatos 30 dias para irmos às urnas eleger prefeitos e vereadores em todas as cidades brasileiras. E com a intensificação das campanhas políticas, as ruas vão ficando cada dia mais sujas, cheias de faixas, banners, cartazes, adesivos, panfletos e santinhos com fotos dos “caras de pau” que pleiteiam uma “boquinha” na política.

Falando sério, vê se tem coisa mais incoerente do que isso: O camarada escolhe um bairro e faz uma passeata deixando para trás um rastro de santinhos espalhados nas ruas – toneladas de papel desperdiçado e muito trabalho para os garis. Faz uma carreata e passa na minha rua bem na hora do Jornal Nacional com um trio elétrico potente e um “babão” com um microfone gritando freneticamente lá de cima. Passa em frente à minha casa com dezenas de carros buzinando, poluindo o ar, fazendo um barulho desgraçado e tirando o sossego do meu lar. E com tanta poluição, com tanta perturbação, ele acredita estar conquistando meu voto! É por essa razão que eu, enquanto eleitor, faço e peço que façam: não vote em candidato seboso que suja sua cidade! Eles têm que aprender que uma eleição pode ser ganha com campanhas na internet, televisão, rádio e afins, sem sujar a cidade.

AN_SIA_DOLORES_MALDITOS_SANTINHOS

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