Ex-advogado tatua mapa mundi nas costas e colore países que conhece

tatoo1Até 2006, o americano Bill Passman, de 59 anos, nunca tinha tido um passaporte. Após acordar um dia e se perguntar o que havia acontecido com seu sonho de juventude de viajar muito, ele resolveu largar o emprego de advogado e começou a rodar o mundo. A prova da mudança no estilo de vida de Bill está em sua própria pele. Ele fez uma tatuagem com o contorno do mapa mundi nas costas, e cada novo país visitado é preenchido com uma cor. O desenho está cada vez mais colorido: são 65 países até o momento. Sua primeira viagem foi à Tanzânia, na África, para escalar o monte Kilimanjaro. Desde então, Bill vem viajando pelo globo e colorindo suas costas. Afirma que aprendeu a “mochilar” e lançou um livro com dicas para viajar muito gastando pouco.

Bill conta que esteve no Brasil em 2011 e visitou as cataratas do Iguaçu, Paraty, Rio de Janeiro, Natal e Manaus. Também fez um passeio de barco de 8 dias pela Amazônia. Nesta segunda-feira (26), ele parte para a Dinamarca e em seguida para a Rússia. Ele decidiu enfrentar o preenchimento do maior país do mundo na semana passada. “Aproveitei que eu tinha tempo e já havia comprado as passagens”, conta. O trabalho durou 2 horas, mais 40 minutos de retoques posteriores. Ele faz questão de dizer que a tatuagem é uma confirmação de sua paixão por viajar, mas não define seus destinos. “Não é meu plano visitar os países apenas para colorir minha tatuagem. Tanto que estive na Guatemala mais de 20 vezes, simplesmente porque eu gosto de lá”, diz. Mas Bill gosta tanto de conhecer lugares, pessoas e culturas que seu tatuador deve continuar bastante ocupado. “Vejo muitas cores na minha tatuagem no futuro”.

Fonte: G1.

Afinal, o que é um país?

O que define se um território é um país? O povo que mora nele? Não exatamente. Se fosse isso, países como China, Índia, Indonésia, Nigéria e Rússia se desmantelariam em milhares de grupos com língua, religião e história próprias – e só nesses cinco países teríamos a metade da humanidade em convulsão. A resposta oficial para a pergunta está na definição dada na Convenção Internacional de Montevidéu de 1933. Segundo ela, o Estado é uma entidade com “uma população permanente, território definido, governo e a capacidade de entrar em relação com outros Estados”. Parece simples, mas tem uma pegadinha aí. E ela está no quarto ponto. Ele depende, obviamente, não apenas de quem quer ser reconhecido, mas também dos que querem reconhecê-lo. Ou seja, a definição não é técnica, mas política. País é aquilo que outros países aceitam como país.

Para entender como funciona, primeiro é preciso levar em consideração que o planeta não tem um governo central. A Terra é uma verdadeira anarquia em que os Estados são atores que decidem sobre seu próprio destino, já que não há um poder executivo nem uma polícia planetária. A ONU é o palco onde esses atores se reúnem. Mas para entrar nesse elenco o país precisa ser aprovado pelos colegas, com dois terços dos votos da Assembleia Geral e a aprovação do Conselho de Segurança, composto por EUA, França, Reino Unido, Rússia e China. É nessa regra que surge o limbo dos países que não existem.

O exemplo mais clássico é o da República Popular da China contra a República da China. Em 1949, o nacionalista Chiang Kaishek perdeu para o comunista Mao Tse-tung a guerra civil chinesa. Com isso, o governo chinês deposto se refugiou na ilha de Taiwan, enquanto Mao ganhou Pequim. Só que desde a fundação da ONU o assento chinês era do governo refugiado em Taiwan. Então, embora a ilha tivesse apenas uma fração da população chinesa, permaneceu como a verdadeira China até 1971, quando a ONU concedeu a cadeira ao governo de Pequim. Hoje Taiwan tem 23 milhões de habitantes, um PIB per capita igual ao da Alemanha e o 18º maior orçamento militar do mundo – mas continua não reconhecida, nem mesmo pelos parceiros comerciais. Oficialmente não é um país.

Algo ainda mais impressionante acontece na Somália. Desde 1991 o país não tem um governo capaz de controlar seu território, e grande parte do sul está nas mãos de uma milícia ligada ao grupo terrorista Al Qaeda. Enquanto isso, no noroeste do país fica a Somalilândia – um país com governo central e moeda própria. A Somália, que não consegue governar seu próprio território, tem um assento na ONU. A Somalilândia não.

Agora é a vez da Palestina tentar sair desse limbo. Hoje ela é um quebra-cabeça territorial, com áreas sob controle palestino, áreas de controle israelense e outras sob controle civil palestino e controle militar israelense. Depois de 18 anos de negociações com Israel que não levaram à criação de seu Estado, o plano palestino é apresentar à Assembleia Geral da ONU o pedido de entrada como membro. Mesmo já tendo a aprovação de quase 130 dos 193 países-membros, esse plano precisa passar pelo Conselho de Segurança, em que os EUA têm – e provavelmente exercerão – poder de veto. Já se o pedido emplacar, o novo país teria direitos de qualquer Estado de verdade. Engraçado é que até Liechtenstein tem, embora não tenha um exército e sua população caiba toda num estádio de futebol. San Marino também é país; e não consta que alguém no mundo fale “san marinês”. Nem “monegasco”, embora Mônaco também tenha cadeira cativa na ONU desde 1993.

E quais são esses direitos de um Estado de verdade? Antes de mais nada, o novo país garantiria o monopólio do uso da força legítima em seu território, e ninguém poderia interferir, sob pena de ficar malvisto pela comunidade internacional – o que pode trazer embargos comerciais, por exemplo, contra quem violar a soberania de um país reconhecido. Até outro dia, porém, essa história de país parecia estar ficando obsoleta, com a União Europeia liderando a formação de blocos econômicos sem fronteiras internas. Era o primeiro passo para a utopia de um governo planetário. Mas agora, com a crise e o desfacelamento do euro, essa estrada virou rua sem saída – a começar com a Dinamarca, que voltou a controlar sua fronteira. Por enquanto, a única certeza é que a anarquia vai continuar sendo o sistema internacional de governo.

Estados não reconhecidos:

Taiwan – 23 milhões de habitantes

Palestina – 4,2 milhões de habitantes

Somalilândia – 3,7 milhões de habitantes

Estados reconhecidos:

Vaticano – 800 habitantes

San Marino – 32 mil habitantes

Mônaco – 36 mil habitantes

Liechtenstein – 36 mil habitantes

Fonte: Superinteressante.

Qual é o maior problema do mundo?

Dois institutos de pesquisa – o Ibope e o Worldwide Independent Network of Market Research – fizeram essa pergunta em 56 países. As respostas apontam uma divisão clara: para os países ricos e desenvolvidos, a economia é a principal questão; para os pobres e emergentes, os maiores problemas são sociais. O Brasil é onde essas preocupações mais contam: 54% das respostas tem a ver com dramas sociais.

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Fonte: Blog do Tas.

Etimologia dos nomes e formação geopolítica dos países da América do Sul

Origem dos nomes dos países sul-americanos:

BRASIL – Produto de grande importância comercial no século XVI, a árvore pau-brasil batizou nosso país, onde os colonizadores portugueses encontraram florestas fartas dessa madeira. “Brasil” quer dizer algo como “em brasa”, referência à forte coloração avermelhada do tronco, utilizado para fazer corante.

ARGENTINA – A Argentina impressionou seus descobridores pela grande quantidade de riquezas minerais encontradas em seu solo, principalmente a prata. Tanto que o seu nome foi inspirado em argentum: prata, em latim.

URUGUAI – O Uruguai acabou ganhando o mesmo nome que os índios tupis e guaranis haviam dado ao grande rio que atravessa seu território. No idioma deles, a palavra significa “rio dos caracóis”.

PARAGUAI – Quando o Paraguai foi descoberto pelos espanhóis, a região era habitada por índios chamados payaguaes. Excelentes nadadores e hábeis navegadores, eles viviam às margens do rio que dava nome à tribo. O termo pode ser traduzido como “rabo de mar”, “rio ornado” ou “rio que dá origem ao mar”.

CHILE – Antes mesmo da colonização, o Chile já era chamado assim pelos índios aimarás, que habitavam o norte do país. Na língua deles, chilli quer dizer “onde acaba a terra”, referência à posição geográfica do território: o extremo oeste do continente.

COLÔMBIA – Colômbia significa algo como “Terra de Colombo”, numa homenagem óbvia ao navegador italiano Cristóvão Colombo (1451-1506), que, como todo mundo sabe, descobriu o continente americano em 1492.

BOLÍVIA – O general e estadista Simon Bolívar (1783-1830) tornou-se um dos principais heróis sul-americanos ao lutar pela independência de vários países da região, inclusive da própria Bolívia, batizada em homenagem a seu libertador.

VENEZUELA – A Venezuela deve seu nome a Américo Vespúcio (1454-1512), explorador italiano naturalizado espanhol. Ao visitar a região, ele encontrou indígenas que construíam suas casas em palafitas sobre as águas do lago Maracaibo, no noroeste do país. Isso o fez chamar o lugar de “Pequena Veneza”: Venezuela.

PERU – A origem do nome Peru é controversa, com duas interpretações conflitantes. A primeira afirma que se trata de derivação do nome Birú, um importante chefe inca. Para a segunda, a mesma palavra significa também “terra de riqueza e esperança”.

EQUADOR – O Equador foi batizado com o mesmo nome da linha imaginária que corta seu território e divide o planeta ao meio. A palavra deriva do latim aequus, ou “igual”, numa referência à divisão da Terra em duas partes iguais, os hemisférios Norte e Sul.

Fonte: Mundo Estranho.


Acompanhe no mapa a formação geopolítica dos países sul-americanos de 1700 até hoje:

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Os políticos mais caros do mundo

Estudo da ONU revela que o congressista brasileiro é o segundo mais caro do mundo:

Vale lembrar que a matéria acima foi ao ar em 2007. De lá pra cá, os políticos brasileiros já tiveram vários aumentos bastante significativos. É natural que reportagens como essas causem indignação nos brasileiros, mas a situação piora quando tomamos conhecimento do que se passa em outros países, como no caso das duas reportagens a seguir que falam da Suécia, um país sem mordomia na política.

Quanto o país gasta com cada parlamentar? Quais são as mordomias concedidas a eles com o dinheiro dos nossos impostos? Este vídeo responde a essas perguntas de maneira simples e direta em pouco mais de um minuto:

Enquanto isso, aqui no Brasil, as coisas funcionam assim: Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para pilotar uma fragata! Um ascensorista da Câmara dos Deputados ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage. Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados. Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional. Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um “aspone” ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas. Tem cabimento?!


Quem paga a conta da mordomia?

Artigo de opinião de Percival Puggina publicado em 08 de agosto de 2007.

Cláudio Humberto, em recente coluna no Diário do Poder, informou que os veículos oficiais federais custaram aos cofres públicos R$ 1,6 bilhão em 2016. O montante inclui viaturas de serviço e representação e envolve renovação da frota, manutenção e pagamento de impostos. Pois bem, quem acha que deve pagar essa conta toda, especialmente a parcela que envolve os carros de representação, levante a mão. Tais viaturas são resíduos das carruagens do Paço Real no século 19 e das liteiras conduzidas por escravos nos séculos anteriores. Afinal, ninguém realmente importante está aí para sujar sapato na poeira das ruas, misturar-se à plebe ou rodar no próprio automóvel, como se fosse, digamos assim, uma pessoa “normal”, não é mesmo? De que valeria o poder sem aparatos e mordomias que o tornem objeto de cobiça? Em pleno século 21, nós somos os cavalos da carruagem e os escravos da liteira.

Essa mentalidade é parte do problema brasileiro. É como se o chefe de família, bêbado e jogador, cobrasse à mulher e aos filhos que cortassem as próprias despesas. Falta autoridade moral para justificar medidas efetivamente necessárias e realmente significativas ao quadro fiscal do país quando o Congresso Nacional negocia uma boca livre de R$ 3,5 bilhões para os gastos de campanha eleitoral no ano que vem. Ou quando o Senado da República renova o contrato de locação de veículos zero quilômetro para os senadores ao custo de R$ 8,3 milhões. As regalias do poder são evidências da distância que o separa do cotidiano em que se vira e se contorce a nação. Basta listar alguns que a memória socorre: jatinhos da FAB, helicópteros, cartões corporativos, verbas de ostentação (eufemisticamente designadas como de “representação”), voos em primeira classe, auxílios moradia e alimentação, adicionais de vários tipos e motivos.

Enquanto isso acontece por aqui, em meio às nossas reconhecidas dificuldades, na Holanda parlamentares não têm direito a carro oficial e o prefeito vai de casa ao trabalho usando sua bicicleta. Na Suécia, nem o primeiro-ministro tem carro oficial; autoridades podem, no máximo, pedir reembolso para viagens oficiais ou se residirem a mais de 70 km de Estocolmo. Parlamentares suecos têm direito a reembolso do combustível. Na Noruega, há 20 carros para atender o governo e só o primeiro-ministro tem direito a veículo exclusivo. Em Londres, o prefeito anda de metrô ou bicicleta; ele e os vereadores recebem um vale-transporte anual para o metrô. Prefeito e vereadores da maior cidade da Europa têm compromisso de usar o transporte público. Estamos falando aqui sobre o animus do poder, ou seja, de sua alma, ou, ainda mais precisamente, dos sentimentos que a inspiram. Se aquilo que move a alma do poder político for o indispensável espírito de serviço, estas ostentações e demasias são sumariamente rejeitadas por coerência.


Movimento Brasil Eficiente

O Movimento Brasil Eficiente é feito por pessoas que cansaram de só reclamar e resolveram fazer alguma coisa pelo Brasil, sem interesses eleitorais ou de poder. Participe você também! Conheça as propostas no site e assine o abaixo assinado pela redução dos impostos e por um melhor controle dos gastos públicos.


Como consertar o Brasil?

Acesse o site politicos.org.br e confira o ranking.

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