Uma gota de água do mar ampliada 25 vezes

Quando você está nadando no mar, é comum engolir acidentalmente um pouco de água. Sinto informar, mas aquela água não contém apenas sal. O premiado fotógrafo americano David Liittschwager capturou essas imagens incríveis de uma gota de água do mar ampliada 25 vezes. A foto revela que existem bactérias, ovas de peixe, vermes, larvas de siri, diatomáceas e diversas outras coisas que nem imaginamos.

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Coisas simples do cotidiano vistas através de um microscópio eletrônico

Grãos de areia ampliados 250 vezes revelam um mundo de cores e formas

Coisas simples do cotidiano vistas através de um microscópio eletrônico

Veja bem de perto coisas simples através dos “olhos” de um microscópio eletrônico.

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Caneta esferográfica

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Nylon

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Açúcar branco

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Sal

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O enigmático mundo da nanociência

Quando olhamos para o céu e pensamos na imensidão do universo, assim como nas distâncias extraordinárias entre as galáxias, nós ficamos admirados, maravilhados, espantados, em aporia… Nós também tentamos assimilar, com bastante dificuldade, tais proporções, que tão pouco familiares são ao nosso cotidiano. Isto certamente inspira pessoas, as torna curiosas e as leva a um sentimento de humildade com relação a quão pequenos somos diante de tudo isso. Da mesma forma, quando viajamos ao lado oposto e pensamos nas coisas extremamente pequenas, percebemos que esta realidade também é fascinante e inspiradora. O que se esconde no nível atômico da matéria é um mundo enigmático do qual a nanociência se ocupa, e que faz com que muito tempo e dinheiro sejam gastos com nanotecnologia.

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Um dos principais objetivos de muitos cientistas ao redor do mundo é desvendar a enigmática realidade que se encontra além do que nossos limitados sentidos podem perceber. Nos últimos anos, cientistas desenvolveram grandes telescópios e outras ferramentas tecnológicas para estudar o extremamente grande e, além disso, também desenvolveram diversos meios para estudar o extremamente pequeno. Contemplamos diariamente belas imagens de galáxias, pulsares, estrelas e planetas; mas vemos muito pouco sobre as estruturas atômicas. Diferente do fácil acesso que a população em geral tem aos telescópios (até via internet), os equipamentos e aparelhos utilizados no estudo do mundo atômico não estão ao alcance da população. Isto contribui, de certa forma, para que a contemplação e admiração deste “universo do pequeno” fique limitado somente a algumas pessoas.

O conhecimento dessas pequenas estruturas é muito importante, já que estas encontram-se, literalmente, dentro de nós. A área científica que tem como objetivo compreender e manipular este “universo do pequeno” é a nanociência. Junto com a nanotecnologia, os avanços nesta área estão levando à construção de estruturas nanométricas – construídas a partir do constante e crescente conhecimento adquirido nas pesquisas relacionadas – que, até pouco tempo atrás, eram apenas ideias de ficção científica. São antigos sonhos tecnológicos que vêm se tornando cada vez mais reais, desafiadores e intrigantes. Mas afinal, o que é isso de nano? Bom, a primeira coisa a ser dita é que um nanômetro é uma unidade muito, mas muito pequena. Um matemático lhe diria que um nanômetro é 0,000000001 metro. Vamos tentar melhorar isso imaginando um grão de areia de 1 milímetro comparado com uma praia de 1000 quilômetros de extensão. Conseguiu entender a proporção? Isso é pensar em escala nano. Definitivamente, ao imaginar estas escalas nanométricas – assim como quando imaginamos os anos luz astronômicos –, nos damos conta que nossos sentidos não evoluíram para assimilá-las com facilidade. É talvez esse um dos motivos que deixam cientistas curiosos e ansiosos por estudar a respeito.

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A nanociência e a nanotecnologia constituem duas das áreas de pesquisa científica mais proeminentes para o futuro. Grandes descobertas já foram feitas, mas ainda existem muitos mistérios e desejos tecnológicos ainda não alcançados. Esse estudo não somente revelou novas imagens em nível atômico, mas também descobriu que diversos compostos bem conhecidos na nossa escala visível se comportam de uma maneira diferente em escala nanométrica. Dessa forma, átomos apresentam novas propriedades que podem ser aproveitadas para o benefício do homem. A manipulação, controle e “montagem controlada” de átomos já é uma realidade. Por outro lado, uma das características que mais chama a atenção é a interdisciplinaridade desta área que, longe de ser específica ou destinada somente a alguns especialistas, requer diversos tipos de profissionais, assim como diversos conhecimentos de eletrônica, matemática, biologia, bioquímica, informática, química, física, nanoengenharia dos materiais, entre outros. Muito provavelmente, a exploração na escala nanométrica nos direcionará a uma nova revolução tecnológica.

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Grãos de areia ampliados 250 vezes revelam um mundo de cores e formas

Veja também: Coisas simples do cotidiano vistas através de um microscópio eletrônico

Um cientista americano fotografa grãos de areia e amplia as imagens mais de 250 vezes, revelando estruturas de formatos inusitados e cores vívidas. “Cada grão de areia é único”, afirma Gary Greenberg, diretor do Laboratório de Microscopia e Microanálise do Instituto de Astronomia na Universidade do Havaí (EUA). Greenberg, que fotografa grãos de areia há 10 anos, é originalmente fotógrafo e cineasta, mas mudou-se de Los Angeles para Londres nos anos 1970 com o objetivo de tornar-se doutor em pesquisa biomédica pela University College, na capital britânica. O especialista diz que os grãos trazem consigo histórias sobre a geologia, a biologia e a ecologia da região de onde se originam. Para captar as imagens, ele utiliza microscópios especiais tridimensionais. Greenberg afirma que fotografar os grãos é uma tarefa complicada, já que os microscópios que ele utiliza têm pouca profundidade de campo, dificultando a obtenção do foco. “Eu supero essa limitação fotografando uma série de imagens tomadas com focos distintos. Para produzir uma imagem totalmente em foco, um programa de computador analisa cada imagem captada na série, seleciona as que estão bem focadas e descarta as outras”, diz.

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Fonte: Terra Ciência.

Veja mais fotos AQUI.

O Universo em escala

Há vastos mundos em um grão de areia, e mundos ainda mais vastos do que alcançam nossos olhos no céu. Da nuvem quântica nas menores escalas já definidas pela física de partículas, até o infinito além do Universo observável, “há mais entre o céu e a terra do que sonha a tua vã filosofia”, diria Shakespeare. Senhoras e senhores, sejam bem-vindos a essa viajem que pode mudar para sempre a forma como você vê o mundo! Clique no link abaixo, escolha o idioma, clique em “começar”, aguarde alguns segundos e mova a barra de rolagem para comparar os tamanhos e ter uma noção espantosa das coisas que são muito grandes e muito pequenas no Universo. Mover a barra para a direita afasta o zoom, mostrando coisas cada vez maiores. Mover a barra para a esquerda aproxima o zoom, mostrando coisas cada vez menores. Você também pode clicar em cada item para ver mais explicações. Divirta-se e aprenda:

CLIQUE AQUI PARA VER O UNIVERSO EM ESCALA

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