Simetrias entre o Ocidente e o Oriente

Depois de já ter postado aqui um excelente documentário enfatizando as diferenças culturais entre as civilizações ocidental e oriental, dei-me conta de quanta semelhança há entre esses dois lados do mundo. Por exemplo, em cada um podemos encontrar o mesmo padrão, de modo que o papel econômico, cultural e geográfico de um país no ocidente tem seu respectivo correspondente no oriente, como que refletido num espelho. Com essas ideias na cabeça, decidi fazer a tabela a seguir. Vejam se não faz sentido:

CARACTERÍSTICAOCIDENTEORIENTE
Principal potência econômica, com grande extensão territorialEstados UnidosChina
Grande potência econômica de pequena extensão territorial, formada basicamente de ilhasReino UnidoJapão
País muito frio e de grande extensão territorial situado no extremo norteCanadáRússia
Países emergentes com grande população e clima tropicalMéxico, BrasilÍndia, Indonésia
Pequeno país sob regime comunista, excluído e fechadoCubaCoreia do Norte
Arquipélagos de clima tropical constituindo vários países pequenosCaribeSudeste asiático

O remédio e o veneno

Crônica de Pablo Capistrano, professor de filosofia de Natal-RN.

“O antibiótico salva o homem, mas só o vinho o faz feliz”. Essa frase (atribuída a Alexander Fleming, inventor da penicilina) eu ouvi pela primeira vez da boca do meu amigo Edílson Pinto, escritor, cirurgião e professor da disciplina de oncologia na UFRN. Certamente há nela um traço fino de humor inglês, e, a despeito de ser verdadeira ou não (a depender do tipo de vinho que você bebe ou do antibiótico que te prescrevem), ela ensina algo interessante acerca da natureza do mundo. Algo que os gregos já sabiam. Em um livro bem conhecido no circuito acadêmico, A Farmácia de Platão, o pensador franco-judeu Jacques Derrida faz um mergulho no significado profundo das palavras do antigo idioma grego para mostrar que a diferença entre o remédio e o veneno é a dosagem.

Pharmakon é um termo grego que servia para designar tanto uma droga que alucina (como o vinho), um remédio que cura (penicilina), um perfume que seduz um parceiro (Chanel Número 5) ou um veneno que mata (cianureto). A sabedoria dos antigos nos faz lembrar que, em uma farmácia, aquilo que cura pode matar e aquilo que encanta também, de certo modo, enlouquece e escraviza. A natureza dispõe de uma quantidade fantástica de substâncias que alteram a consciência, produzindo as delícias do encantamento e o desespero sem fim da loucura. Essas forças quádruplas (cura, prazer, loucura e morte) andam juntas e nos circundam, contaminando o ambiente e produzindo um casulo químico que interfere em nosso corpo e em nosso entendimento.

O mundo moderno não inventou as drogas. Elas estão dadas no meio natural, apenas esperando que alguém venha, colha-as e descubra o modo certo de refiná-las, fermentá-las, cozinhá-las em efusão, sintetizá-las, embalar em saquinhos e vender na farmácia, no bar ou na porta do clube descolado. Na aurora do homem, a farmácia era logo ali, no meio da floresta, da savana ou da estepe. Terence McKenna, um dos antropólogos mais freaks de que eu já ouvi falar, chegou a defender a curiosa ideia de que a consciência humana havia se desenvolvido a partir do momento em que nossos ancestrais, perseguindo as manadas de búfalos, no esforço de domesticação que deu origem à nossa moderna agropecuária, começou a consumir psilocybe, uma substância que aparece junto com cogumelos nas fezes dos bois brancos.

McKenna chegou a essa conclusão bicho-grilo após alguns anos de estudos das práticas xamânicas espalhadas por diversas culturas e grupos étnicos mundo afora. Na Sibéria, a ingestão da Amanita muscaria, um cogumelo colorido rico em psilocybina (a mesma substância que isolada e sintetizada em laboratório ajudou o doutor Albert Hoffman a criar o LSD), é parte do contexto ritual da religião xamânica. O transe obtido através da ingestão dessas substâncias, em um contexto ritual e através da direção de um xamã, faz com que uma realidade “verdadeira”, oculta à consciência ordinária dos homens, mostre-se em todo seu vigor. A ideia básica das práticas religiosas que utilizam substâncias como a psilocybe é de que as plantas são espíritos professores e que a natureza é uma imensa “farmácia”, na qual os praticantes do transe xamânico podem adquirir para si algo do ensinamento contido em cada cacto, cipó, fungo ou folha de árvore desta terra estranha e cheia de variações bioquímicas exóticas.

Entre os Ianomâmis na fronteira do Brasil com a Venezuela, por exemplo, é comum o consumo de um rapé de ebene por quase todos os homens que ultrapassam a puberdade. Nesses contextos, o xamã preside o ritual no qual os participantes se iniciam e constroem um acesso privilegiado a outros estados de consciência. Nos Andes, há o cacto de San Pedro (peyote), também famoso no México; na selva peruana, o aiuasca (uma planta cujo nome significa “vinho dos mortos” no dialeto quíchua e que teria poderes de abrir os portais do mundo dos defuntos, estreitando o contato entre os vivos e os espíritos dos que já se foram); no Gabão, a ibogaina (que, segundo alguns, além de produzir alucinações, regressões e ataraxia serve para curar viciados em heroína) é largamente utilizada há milênios pelos membros da religião Fang como planta mágica que serviria para estreitar contatos com os espíritos desencarnados.

Mas não é preciso ir longe para perceber como o uso da “farmácia de Deus” por parte das culturas tradicionais pode ser amplo. Entre nós, quando os portugueses adentraram os sertões brasileiros, travaram contato com inúmeras seitas e conjuntos de rituais que usavam largamente plantas como a nossa Jurema, símbolo maior do xamanismo potiguar, tão esquecida entre os que buscam religiões exóticas, e plantas mágicas em outras selvas. Pois é, veja só que coisa. A mesma porta que pode levar o homem ao contato com o sagrado e o divino nas sociedades tradicionais, hoje, sintetizado, refinado, processado industrialmente, torna-se esse lixo químico que arrasta milhares de pessoas em todo o mundo para um estágio de prostração mental e degradação biológica.

A diferença entre o remédio e o veneno é muito tênue. Assim como o espaço do divino e o do mundano muitas vezes se cruzam em um mundo cheios de portas e janelas da percepção, que às vezes se expandem e às vezes se estreitam, levando o homem do céu ao inferno na mesma viagem. Esquecemos certamente os ensinamentos das plantas e, ao transformá-las industrialmente em produtos de mercado, acabamos por desmontar a ordem sagrada que envolvia suas práticas de consumo. Sem os rituais da antiga religião, essas flores, fungos e folhas acabam por ser transformadas em uma porcaria bioquímica, que leva para nossa mente aquilo que o nosso mundo industrializado mais sabe construir: poluição.

Jogos históricos da Seleção Brasileira

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Seleção Brasileira de Futebol foi formada pela primeira vez há exatos 100 anos, em 1914. Em um século de histórias marcantes, a Seleção adquiriu um prestígio quase inabalável devido às suas grandes conquistas, como os 5 títulos mundiais (É Penta!). Mas essa bela história também já foi maculada por trágicas derrotas e fracassos (como o de ontem, maior de todos). Além dos jogos que aparecem neste post, poderiam ser incluídos aqui o lendário “Maracanaço”, quando o Brasil perdeu sua primeira final de Copa do Mundo em casa para o Uruguai por 2 x 1 em pleno Maracanã; e, claro, os dois primeiros títulos mundiais, conquistados em 1958 na Suécia (numa vitória por 5 x 2 sobre os donos da casa) e em 1962 no Chile (vencendo a extinta Tchecoslováquia na final por 3 x 1). Mas infelizmente não temos vídeos desses jogos na íntegra, apenas fragmentos de lances em preto e branco. Por esse motivo, você vai poder assistir aqui apenas os jogos mais importantes da Seleção Brasileira desde a Copa de 1970.

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Final da Copa do Mundo de 1970

Assista abaixo o duelo travado entre o majestoso Brasil de Pelé e Rivellino contra a fortíssima seleção italiana de Gianni Rivera e Mazzola na grande final da Copa do Mundo FIFA de 1970, realizada no México. Na ocasião, o Brasil vence a Itália por 4 x 1 e conquista o tricampeonato mundial.

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Final da Copa do Mundo de 1994

Assista abaixo a partida disputada entre Brasil e Itália na grande final da Copa do Mundo FIFA de 1994, realizada nos Estados Unidos. Na ocasião, o Brasil vence a Itália nos pênaltis (depois de um empate dramático em 0 x 0 no tempo normal + prorrogação) e conquista o tetracampeonato mundial depois da cobrança para fora do craque italiano Baggio (transmissão: Rede Globo; narração: Galvão Bueno).

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Final da Copa do Mundo de 2002

Assista abaixo o jogão entre Brasil e Alemanha na grande final da Copa do Mundo FIFA de 2002, realizada no Japão e na Coreia do Sul. Na ocasião, o Brasil vence a Alemanha por 2 x o (dois gols de Ronaldo) e conquista o pentacampeonato mundial (transmissão: Globo; narração: Galvão Bueno).

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Se preferir, assista apenas os melhores momentos deste jogão logo abaixo:

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Final da Copa das Confederações de 2013

Final da Copa das Confederações da FIFA de 2013 realizada no Brasil. Na ocasião, o Brasil vence em casa a favorita Espanha por 3 x 0.

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Mineiraço (Copa do Mundo de 2014)

Como já foi dito, a Seleção Brasileira de Futebol foi formada pela primeira vez há exatos 100 anos, em 1914. Estou atualizando este post porque ontem, dia 08/07/2014 (guarde bem esta data), em pleno centenário da Seleção, numa Copa do Mundo disputada aqui no Brasil, sendo apontada como a principal favorita ao título mundial, com um elenco badalado de jogadores milionários, esta mesma Seleção sofreu a maior derrota de sua história, ao tomar uma goleada avassaladora da Alemanha nas semifinais (7 x 1). O jogo repercutiu como nenhum outro na história do futebol e fez a tão prestigiada Seleção Brasileira virar motivo de piada nos principais veículos de comunicação do mundo todo. Na imprensa internacional, algumas palavras foram repetidas à exaustão estampando as manchetes nas capas dos jornais e revistas: vergonha, humilhação, vexame, desonra, mico, apagão, desastre, catástrofe, tragédia, massacre, atropelamento…

Dilma - Copa - Alemanha

A pré-história do futebol

Às vésperas da Copa, a revista Placar traz essa reportagem sobre as modalidades ancestrais do esporte mais popular do mundo, da China antiga à Inglaterra do século 19.

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2500 a.C., China – Tsu-chu

Foi desenvolvido por Yang-Tsé, um dos guardas do imperador Huang-ti e era disputado por soldados. A bola era o crânio de um inimigo derrotado, que, mais tarde, foi trocada por uma bola de couro. Sem deixá-la cair no chão, os jogadores tinham de passá-la entre duas balizas. O tsu-chu chegou à Coreia, ao Japão e Vietnã. Na Dinastia Tang (618 a 907), os postes ganharam uma rede. Perdeu espaço a partir da dinastia Ming (1368-1644).

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900 a.C., México – Pok ta pok

Entre os Maias da Península de Yucatan, o jogo era questão de vida ou morte. O líder da equipe derrotada era oferecido em sacrifício aos deuses. A bola, feita de borracha, simbolizava o Sol e era jogada, com os pés ou as mãos, em um buraco circular no meio de placas de pedra.

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800 a.C., Grécia – Episkyros

O esporte foi citado pelo poeta Homero no livro Sphairomachia. Era disputado em um campo que podia receber até 17 jogadores de cada lado. O objetivo era cruzar a meta adversária com a bola — o uso das mãos era livre —, feita de bexiga de vaca, areia e ar. Não foi tão popular quanto o arremesso de disco ou a corrida, mas teve praticantes.

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146 a.C., Império Romano – Harpastum

Quando os romanos invadiram a Grécia, adaptaram o episkyros a um exercício militar. A partida podia durar várias horas. O imperador Júlio César era um entusiasta da atividade pois gostava de ver seus soldados treinando força e habilidade ao mesmo tempo. Os romanos levaram o esporte à Europa, Ásia Menor e norte da África.

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58 a.C., França – Soule

Por influência dos romanos, os gauleses criaram um jogo parecido ao harpastum. As regras variavam em cada região. Não tinha muitas regras e, às vezes, descambava para a violência. Até que, já na Idade Média, o rei Henrique II o baniu. Quem insistisse em sua prática era condenado à prisão.

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644, Japão – Kemari

Era disputado por seis ou oito jogadores e tinha um caráter cerimonial, sem que fosse apontado um vencedor. Antes do jogo, os atletas abençoavam a bola em um templo. Um ancião, o Edayaku, rezava por prosperidade. Os jogadores formavam uma roda e passavam a bola um para o outro, sem deixá-la cair no chão e apenas com o pé direito.

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1580, Itália – Calcio Fiorentino

O nome “cálcio”, como os italianos chamam o esporte, surgiu em Florença, com esta versão. As regras teriam sido estabelecidas pelo músico e escritor local Giovanni Bardi. Ele instituiu a necessidade de usar dez juízes, por causa da longa extensão do campo. A bola, levada com as mãos ou os pés, era introduzida em uma barraca armada no fundo de cada campo. Da Toscana, o “cálcio”espalhou-se por todo o país.

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1175, Grã-Bretanha – Schrovetide Football

Desse ano vem o primeiro registro de um esporte parecido com o futebol entre os bretões, provavelmente uma adaptação das versões romana (harpastum) e francesa (soule). Ele era jogado durante a Schrovetide, que coincide com o nosso carnaval, festa na qual os ingleses comemoram a expulsão dos dinamarqueses. Para tanto, eles saíam à rua chutando uma bola de couro, que simbolizava a cabeça do invasor. Muitas pessoas participavam ao mesmo tempo, sem obedecer a nenhuma regra. O resultado era um exemplo de violência descabida, com alguns praticantes cheios de fraturas, sem alguns dentes e até mortos.

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1710, Londres – Football

Após estabelecer algumas regras, que variavam conforme a instituição, as escolas londrinas de Covent Garden, Strand e Fleet Street adotaram o futebol como atividade física. Em um deles, só o uso dos pés era permitido — a regra mais próxima do esporte praticado atualmente.

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1863, Inglaterra

A Football Association (Federação Inglesa de Futebol) unificou as regras do esporte, determinando, por exemplo, o número de participantes e o tamanho do campo. Com a expansão do Império Britânico, estudantes, missionários, marinheiros e colonos divulgaram a “invenção inglesa” e suas 17 regras pelo mundo.

As 10 cidades mais ricas do mundo

Veja também: São Paulo será 6ª cidade mais rica do mundo até 2025

Segue abaixo um ranking das 10 cidades mais ricas do mundo e uma breve descrição de cada uma. A lista é o resultado de uma pesquisa realizada pela empresa de consultoria PwC, que levou em consideração o PIB de cada região metropolitana em 2012. A única brasileira que aparece na lista é São Paulo, na décima posição.

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1. Tóquio (Japão)

Tóquio, capital do Japão, possui a maior área metropolitana do mundo. Apesar da economia japonesa ter passado por uma “década perdida”, Tokyo ainda mantém sua posição de cidade mais rica do mundo, com um PIB de US$ 1,5 trilhão. Em 2009, Tokyo foi eleita a cidade mais cara do mundo para trabalhadores expatriados.

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2. Nova York (EUA)

Nova York é a maior cidade dos Estados Unidos e sede da maioria dos grandes bancos e instituições financeiras do mundo. A NYSE, Bolsa de Valores de Nova York, é a maior Bolsa de negociação de ações do mundo. O PIB da cidade é de US$ 1,4 trilhão.

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3. Los Angeles (EUA)

Los Angeles é um centro mundial de negócios, comércio internacional, entretenimento, cultura, mídia, ciência, tecnologia e educação. A cidade de Los Angeles tem uma população de 3.797.721 habitantes e um PIB de US$ 792 bilhões.

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4. Chicago (EUA)

Chicago é a terceira cidade mais populosa dos Estados Unidos, com cerca de 2,7 milhões de habitantes e um PIB de US$ 574 bilhões. Historicamente, Chicago se destaca pelo trading de commodities e futuros na CME (Chicago Mercantile Exchange) e por ser uma grande política do partido Democrata. Muitos políticos influentes vieram do estado de Illinois, incluindo o atual presidente americano Barack Obama.

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5. Londres (Inglaterra)

Londres é a capital da Inglaterra, no Reino Unido, e um dos mais importantes centros financeiros do mundo. Famosa por sua vida segura e luxuosa, Londres tem um PIB de US$ 565 bilhões e é a cidade mais rica e vibrante da Europa.

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6. Paris (França)

Paris é a segunda maior cidade da Europa, famosa por sua arquitetura e cultura. Paris tem um PIB de US$ 564 bilhões dólares, produzindo mais de um quarto do produto interno bruto (PIB) da França. Com seus numerosos monumentos e pontos turísticos, a região de Paris recebe 45 milhões de turistas anualmente.

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7. Osaka (Japão)

Osaka é a capital comercial do Japão, desempenhando um papel muito importante na economia global. Gigantes da indústria eletrônica como Panasonic, Sharp e Sanyo têm a sua sede nesta cidade. O PIB de Osaka foi de US $ 417 bilhões em 2008, sendo uma das maiores áreas metropolitanas do mundo, com quase 18 milhões de habitantes.

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8. Cidade do México (México)

A capital do México é um dos centros financeiros mais importantes da América Latina e a mais rica entre as cidades de países em desenvolvimento. Possui um PIB de US$ 390 bilhões, mais do que o PIB total de muitos países latino-americanos. A área metropolitana da Cidade do México tem uma população de 21,2 milhões de pessoas, tornando-a a maior área metropolitana das Américas.

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9. Filadélfia (EUA)

Com um PIB de US$ 388 bilhões de dólares, Filadélfia é a quarta cidade mais rica dos Estados Unidos, lar de muitas empresas listadas na Fortune 500. Suas principais atividades econômicas incluem a manufatura, refino de petróleo e serviços financeiros. A cidade tem uma população estimada em mais de 1.540.000 habitantes e foi uma peça central da história americana, palco de muitas das ideias e ações que deram origem à Revolução Americana e ao processo de independência.

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10. São Paulo (Brasil)

São Paulo é a segunda maior economia entre as nações em desenvolvimento. Com um PIB de US$ 388 bilhões, é o mais importante centro comercial do Brasil. A Bovespa é uma das maiores Bolsas de Valores do mundo, tendo papel fundamental no atual cenário econômico global. Em 2011, a população de São Paulo atingiu 11.316.149 habitantes, já a Grande São Paulo (incluindo região metropolitana) ultrapassou a marca de 20 milhões de habitantes, sendo a 6ª cidade mais populosa do planeta.

Com informações de: Vídeos do Mercado Financeiro.

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