Histórico de protestos no Brasil desde 2015

Os infográficos a seguir foram produzidos pelo G1 e fazem um levantamento estatístico do histórico de protestos e manifestações públicas de cunho político ocorridos no Brasil nos últimos dois anos (de março de 2015 até abril de 2017). Eles mostram estimativa de público nos protestos segundo a contagem da polícia, segundo a contagem dos organizadores, e o número de cidades nas quais houve registros de protestos.

Veja também: A ilusão política das grandes manifestações


Estimativa de público segundo contagem da polícia

protestos policia


Estimativa de público segundo os organizadores

protestos organizadores


Número de cidades onde houve protestos

protestos cidades

O poder da vírgula

Crônica de Martha Medeiros publicada no jornal Zero Hora do dia 06 de agosto de 2008.

A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) completou 100 anos e aproveitou para lançar uma campanha muito útil a todos os brasileiros, não só aos jornalistas. Ela defende o uso correto da vírgula. Todas as pessoas alfabetizadas escrevem. E-mails, bilhetes, cartões, teses, contratos, receitas, blogs... Algumas escrevem para si mesmas, e, nesse caso, até dá para perdoar um certo relaxamento, mas a maioria escreve para ser lida por outrem, e quem faz isso ambiciona ser compreendido. O uso correto da vírgula é crucial para alcançar esse objetivo. No entanto, o critério para o “uso correto” continua sendo, para muitos, o da respiração. As pessoas escrevem como se estivessem conversando, e se imaginam que fariam uma pausa dramática num determinado momento, pronto: decidem que ali cabe uma vírgula. Eu, às vezes, faço a mesma coisa. Por exemplo, deu vontade de não colocar entre vírgulas o “às vezes” que acabei de escrever. Preferiria ter escrito: “Eu às vezes faço a mesma coisa”, porque eu, normalmente, falaria essa frase de forma veloz, e não pausada. Mas a vida não é tão simples. Salvo algumas licenças poéticas, é preciso seguir à risca os mandamentos da vírgula. Não me pergunte quais são, não sei, sempre escrevi por instinto, mas a ABI sabe e resolveu entrar nessa campanha dando exemplos muito práticos, que transcrevo abaixo.

A vírgula pode ser uma pausa… ou não:

Não, espere.

Não espere.

Ela pode sumir com seu dinheiro:

23,4%

2,34%

Pode ser autoritária:

Aceito, obrigado.

Aceito obrigado.

Pode criar heróis:

Isso só, ele resolve.

Isso só ele resolve.

E vilões:

Esse, Juiz, é corrupto.

Esse Juiz é corrupto.

Ela pode ser a solução:

Vamos perder, nada foi resolvido.

Vamos perder nada, foi resolvido.

A vírgula muda uma opinião:

Não queremos saber.

Não, queremos saber.

A campanha termina dizendo que a vírgula muda tudo. Dou outro exemplo. Dia desses, um moço mandou um e-mail para um programa de rádio que começava assim: “Eu como colono…”. O radialista ficou injuriado. Que pouca vergonha era aquela? A vírgula que faltou poderia ter evitado o mico. “Eu, como colono, gostaria de…”. Pois é. Pequeninha, mas salva até reputações.

Dicas de estudo #1 – A atitude correta

Na semana passada o G1 publicou uma matéria contando como eu fiz o Enem só para testar meus conhecimentos e acabei passando em medicina na UFPB, um dos cursos mais concorridos do Brasil. Muitas pessoas acharam essa história inspiradora, especialmente porque, em dado momento da matéria, eu digo o seguinte:

“Alguns amigos e familiares dizem que eu passei em medicina sem estudar. Isso não é verdade. Eu estudei o conteúdo do Enem, só que isso faz uns 7 anos. A grande questão é que eu estudei do jeito certo, e não como a maioria das pessoas estudam. As pessoas costumam estudar para o vestibular, para o concurso, para a prova de amanhã. Passado o dia da prova, simplesmente ‘deletam’ toda a informação, porque ela não foi sedimentada, ficou ali apenas provisoriamente, na memória de curto prazo. Esse é o problema de estudar para uma prova e não para a vida. Quando se estuda para a vida, do jeito certo, sem atalhos, sem ‘decoreba’, sem fórmulas mágicas, o aprendizado é para sempre e os bons resultados em provas são apenas uma agradável consequência.”

Veja também:

Aprovado em medicina fez prova só para testar conhecimentos (G1)

Aprovado em 7 vestibulares e 4 concursos dá dicas de estudo (G1)

medicina G1

Logo depois que a matéria foi publicada no G1, perdi o controle do meu perfil no Facebook e não consegui acompanhá-lo mais. Foram literalmente centenas de chamadas no bate papo, centenas de solicitações de amizade, centenas de compartilhamentos, milhares de comentários e incontáveis curtidas. As pessoas começaram a me procurar principalmente porque queriam saber o que eu quis dizer com “estudar do jeito certo”, o que significa “estudar para a vida”, como é a minha rotina de estudos, quais dicas e macetes eu tenho para dar, enfim, como passar em concursos e vestibulares. Então eu resolvi começar aqui no blog uma série com dicas de estudo. Quando anunciei isso no Facebook, as pessoas demonstraram bastante interesse em acompanhar a série, e o G1 novamente me procurou dizendo que estavam interessados em publicar outra matéria. Eles me convidaram a gravar nos estúdios da TV Cabo Branco, afiliada da rede Globo na Paraíba. Ganhei muito mais visibilidade depois que fui parar na página inicial do G1.

dicas de estudo (G1)

No vídeo, dou algumas dicas que considero valiosas não apenas para vestibulandos e concurseiros, mas para qualquer pessoa sinceramente interessada em melhorar seu rendimento nos estudos. São pequenas mudanças de hábitos que funcionaram muito bem comigo e que também podem funcionar com você:


Eu vejo esse pessoal nos cursinhos, quase sem vida social, passando horas trancado num quarto com a cara nas apostilas, com a mente fechada no programa das disciplinas, preocupados apenas com aquilo que eles acham que pode “cair” na prova, decorando dezenas de fórmulas e achando que isso vai lhes garantir um bom desempenho no Enem.

Na minha opinião, é muito improvável que isso aconteça; e o motivo é bem simples. O Enem, diferentemente dos antigos vestibulares, não mede conhecimento acumulado, mede competências. Ou seja, ele avalia se o estudante é capaz de interpretar textos, ler gráficos, resolver problemas de raciocínio lógico, se tem pensamento crítico… Mais do que possuir conhecimento, é importante saber o que fazer com ele.

Portanto, não estude só o que você acha que pode cair na prova; não fique com a mente fechada, preocupado em estudar só aquilo que está previsto no programa do Enem. Seja uma pessoa curiosa. Queira saber um pouco sobre tudo. Estude também aquilo que você acha que não tem a menor chance de cair na prova, mas que você simplesmente gosta de estudar, aquele assunto sobre o qual você tem um interesse pessoal, aquele assunto aparentemente inútil, mas que você consegue estudar apenas por prazer.

Além disso, seja uma pessoa antenada. Não fique tanto tempo trancado no quarto. Tire um pouco a cara das apostilas do cursinho. Leia bons livros, especialmente os clássicos. Leia jornais e revistas, assista aos telejornais, saiba o que acontece no mundo. Viaje para lugares diferentes, faça coisas diferentes, fuja da rotina, aprenda coisas novas todo dia, exercite o seu cérebro com novos desafios e, sempre que possível, não use calculadora. Tenho certeza que, vivendo assim, você estará muito mais preparado para o Enem e para a vida do que passando o dia todo do quarto pro cursinho, do cursinho pro quarto.

Você deve estudar não para passar no vestibular ou num concurso: você deve estudar para aprender; e a consequência agradável de estudar para aprender é passar nessas provas. Quando o sujeito estuda para passar em um exame, ele geralmente não passa. Mas quando ele estuda para aprender, passar é consequência. Todo aluno que, durante uma aula, pergunta ao professor se determinado assunto “vai cair”, dificilmente vai passar, porque ele está interessado em passar no exame e não em aprender.


REPERCUSSÃO NA IMPRENSA:

Aprovado em medicina fez prova só para testar conhecimentos (G1)

Aprovado em 7 vestibulares e 4 concursos dá dicas de estudo (G1)

Je suis Charles (Jornal A Tarde, de Salvador-BA)

Estudante conta como conseguiu passar em sete vestibulares
e quatro concursos públicos
 (Portal Stoodi)

Aprovado em Medicina no Sisu dá dicas de estudo (Blog do Enem)

Aprovado em medicina na UFPB fez prova só para
testar conhecimentos
 
(Portal Alagoas 24 horas)

Aprovado em sete vestibulares e quatro concursos públicos
dá dicas de estudo
 
(Circuito Mato Grosso)


Outros posts da série dicas de estudo:

1 – A atitude correta
2 – O ciclo do aprendizado
3 – Individual e ativo
4 – Educação egoísta
5 – Concentração e foco
6 – As quatro etapas
7 – Pierluigi Piazzi
8 – Lúcia Helena Galvão
9 – Como estudar sozinho em casa
10 – Como estudar para uma prova

Jogos históricos da Seleção Brasileira

camisa-selecao-brasileira

Seleção Brasileira de Futebol foi formada pela primeira vez há exatos 100 anos, em 1914. Em um século de histórias marcantes, a Seleção adquiriu um prestígio quase inabalável devido às suas grandes conquistas, como os 5 títulos mundiais (É Penta!). Mas essa bela história também já foi maculada por trágicas derrotas e fracassos (como o de ontem, maior de todos). Além dos jogos que aparecem neste post, poderiam ser incluídos aqui o lendário “Maracanaço”, quando o Brasil perdeu sua primeira final de Copa do Mundo em casa para o Uruguai por 2 x 1 em pleno Maracanã; e, claro, os dois primeiros títulos mundiais, conquistados em 1958 na Suécia (numa vitória por 5 x 2 sobre os donos da casa) e em 1962 no Chile (vencendo a extinta Tchecoslováquia na final por 3 x 1). Mas infelizmente não temos vídeos desses jogos na íntegra, apenas fragmentos de lances em preto e branco. Por esse motivo, você vai poder assistir aqui apenas os jogos mais importantes da Seleção Brasileira desde a Copa de 1970.

Poster-Craques-SELECAO-BRASILEIRA-todos-os-tempos

Final da Copa do Mundo de 1970

Assista abaixo o duelo travado entre o majestoso Brasil de Pelé e Rivellino contra a fortíssima seleção italiana de Gianni Rivera e Mazzola na grande final da Copa do Mundo FIFA de 1970, realizada no México. Na ocasião, o Brasil vence a Itália por 4 x 1 e conquista o tricampeonato mundial.

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Final da Copa do Mundo de 1994

Assista abaixo a partida disputada entre Brasil e Itália na grande final da Copa do Mundo FIFA de 1994, realizada nos Estados Unidos. Na ocasião, o Brasil vence a Itália nos pênaltis (depois de um empate dramático em 0 x 0 no tempo normal + prorrogação) e conquista o tetracampeonato mundial depois da cobrança para fora do craque italiano Baggio (transmissão: Rede Globo; narração: Galvão Bueno).

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Final da Copa do Mundo de 2002

Assista abaixo o jogão entre Brasil e Alemanha na grande final da Copa do Mundo FIFA de 2002, realizada no Japão e na Coreia do Sul. Na ocasião, o Brasil vence a Alemanha por 2 x o (dois gols de Ronaldo) e conquista o pentacampeonato mundial (transmissão: Globo; narração: Galvão Bueno).

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Se preferir, assista apenas os melhores momentos deste jogão logo abaixo:

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Final da Copa das Confederações de 2013

Final da Copa das Confederações da FIFA de 2013 realizada no Brasil. Na ocasião, o Brasil vence em casa a favorita Espanha por 3 x 0.

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Mineiraço (Copa do Mundo de 2014)

Como já foi dito, a Seleção Brasileira de Futebol foi formada pela primeira vez há exatos 100 anos, em 1914. Estou atualizando este post porque ontem, dia 08/07/2014 (guarde bem esta data), em pleno centenário da Seleção, numa Copa do Mundo disputada aqui no Brasil, sendo apontada como a principal favorita ao título mundial, com um elenco badalado de jogadores milionários, esta mesma Seleção sofreu a maior derrota de sua história, ao tomar uma goleada avassaladora da Alemanha nas semifinais (7 x 1). O jogo repercutiu como nenhum outro na história do futebol e fez a tão prestigiada Seleção Brasileira virar motivo de piada nos principais veículos de comunicação do mundo todo. Na imprensa internacional, algumas palavras foram repetidas à exaustão estampando as manchetes nas capas dos jornais e revistas: vergonha, humilhação, vexame, desonra, mico, apagão, desastre, catástrofe, tragédia, massacre, atropelamento…

Dilma - Copa - Alemanha

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