Conheça a Biblioteca Nacional

O vídeo a seguir foi divulgado há exatos 5 anos, em 29 de outubro de 2010, por ocasião do bicentenário da Fundação Biblioteca Nacional, no centro histórico do Rio de Janeiro. Pelo mesmo motivo, nesta data se comemora também o Dia Nacional do Livro aqui no Brasil. A Biblioteca Nacional é a maior biblioteca do país e recebe, por lei, um exemplar de cada livro publicado no Brasil. Todo o seu acervo fica disponível à consulta pública. Parada obrigatória pra quem for dar uma passadinha na cidade maravilhosa.

O filósofo e o futuro

Em geral, quando pensamos no futuro, tentamos imaginar o que será diferente, o que vai mudar. Daí surgem as mais variadas especulações sobre ciência, tecnologia e inovação. O papel do filósofo, ao contrário, é perguntar o que vai permanecer, o que vai continuar valendo, o que não vai mudar. Porque, afinal, é isso o que mais importa. Desisti de estudar jornalismo no primeiro ano do curso por um motivo muito simples: os textos jornalísticos não resistem ao tempo. Uma notícia incrivelmente bem escrita hoje, na qual o jornalista investiu tanto tempo, esforço e talento, estará velha amanhã. Os textos jornalísticos relatam fatos, e estes estão sempre presos ao tempo em que aconteceram. Passam-se os dias e aquela reportagem magnífica já ficou ultrapassada por novos fatos, novas notícias, novos tempos. Em vez de jornalismo, resolvi estudar filosofia. E o motivo não foi outro: os bons textos filosóficos, ao contrário dos jornalísticos, pretendem-se atemporais, almejam a imortalidade, resistem aos séculos. Platão e Aristóteles, 25 séculos depois, continuam atuais; enquanto que ninguém mais lembra o que William Bonner disse semana passada no Jornal Nacional.

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A ciência não é uma invenção moderna

Isaac Newton dizia que, se conseguiu enxergar mais longe, é porque estava vendo de cima dos ombros de gigantes que o precederam. Chesterton, por sua vez, escreveu em O Defensor: “Ora, pareceu-me injusto que a humanidade se ocupasse perpetuamente em chamar de más todas aquelas coisas que foram boas o suficiente para tornar outras coisas melhores, em eternamente chutar a escada pela qual subiu. Pareceu-me que o progresso deveria ser algo mais além de um contínuo parricídio; portanto, investiguei os montes de entulho da humanidade e encontrei tesouros em todos”. A tabela abaixo exemplifica isso muito bem. Nela, podemos comparar teorias e descobertas científicas consideradas “modernas” e constatar que elas já eram conhecidas na antiguidade.

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Quantas moedas o Brasil já teve?

Veja também: 15 cédulas antigas do Brasil

Desde a independência, em 1822, o Brasil teve nove moedas. A primeira, que já circulava por aqui desde o início da nossa colonização (em 1500), foi o réis, nome derivado do real, a unidade monetária de Portugal nos séculos 15 e 16. O país só conheceria sua segunda moeda oficial em 1942, quando entrou em cena o cruzeiro. A partir daí, devido aos problemas da economia brasileira, as mudanças não pararam mais até 1994, ano de estréia do real. As várias mudanças foram determinadas pela persistência da inflação elevada, que deteriorava rapidamente as moedas em circulação, forçando o governo a trocar a unidade monetária de tempos em tempos. Os famosos cortes de zero na passagem de uma moeda para outra também simplificavam a vida das pessoas. Afinal, se ainda usássemos a mesma unidade monetária dos anos 80, por exemplo, você teria que pagar alguns bilhões de cruzados para comprar um simples refrigerante. Veja abaixo um infográfico produzido pela Folha contando essa história de mudanças monetárias:

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Com informações de: Mundo Estranho.

Filmes biográficos de Rossellini

Assista abaixo os filmes biográficos do cineasta italiano Roberto Rossellini sobre as vidas dos filósofos Sócrates, Agostinho, René Descartes, Blaise Pascal e Baruch Spinoza.

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