Pessoas que são muito parecidas com personagens de desenhos da Disney

Compilação de 20 fotos de pessoas reais que são incrivelmente parecidas com personagens de desenhos e animações dos estúdios Disney. Fonte: Minilua.

Veja também: Desenhos da Disney em ordem cronológica

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Veja fotos incríveis e em cores da descoberta da tumba do faraó Tutancâmon no Egito

Uma das mais fantásticas descobertas arqueológicas da história recente foi a tumba do faraó Tutancâmon no Egito, que serviu de inspiração para Indiana Jones no cinema. Recentemente as fotos da expedição foram coloridas para divulgar a exposição Discovery of King Tut, que será inaugurada em Nova York neste sábado (21), e que, além das fotos, contará com réplicas e reconstruções dos artefatos encontrados. Os arqueólogos ingleses Howard Carter e Lord Carnarvon estavam desde 1907 à procura da tumba de Tutancâmon, um rei que foi coroado em 1333 a.C., ainda criança, e morreu aos 18 anos de idade. Com o financiamento da expedição prestes a acabar, Carter decidiu voltar a um local de escavação que tinha abandonado. Foi quando descobriu, em 1922, um caminho que levava até a entrada da tumba, onde ele e sua equipe quebraram uma porta de tijolos de barro que levava ao túmulo do faraó. O processo de escavação demorou 8 anos e muitos tesouros da época foram encontrados, incluindo o sarcófago contendo os restos mumificados de Tutancâmon. Saiba mais sobre a descoberta da tumba aqui. Veja a seguir 9 incríveis imagens desse momento grandioso para a arqueologia:

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Fonte: Alberto de Sampaio.

O mundo em que nasci

Veja também: Murilo Gun nos anos 80

Minha primogênita nasceu e eu fiquei refletindo sobre o quanto esse mundo em que ela chegou é diferente daquele que eu conheci na infância. Cheguei à conclusão que, em certo sentido, sou velho. Pra começo de conversa, eu e ela nascemos em milênios diferentes: eu no segundo e ela no terceiro milênio da era cristã. Além disso, nascemos em séculos diferentes: eu no século 20 e ela no 21. Quando eu cheguei aqui, em 1989, haviam menos de 5 bilhões de pessoas no mundo, enquanto ela deve ser a pessoa viva de número 7 bilhões e alguma coisa. Ela talvez nunca entenderá completamente as coisas que vou lembrar agora, mas quem, como eu, nasceu nos lendários “anos 80” e viveu a infância intensa dos “anos 90”, com certeza entenderá a nostalgia.

Nasci na época da Guerra Fria. O capitalismo representado pelos Estados Unidos e o socialismo representado pela União Soviética dividiam o mundo em dois, e essa divisão era simbolizada pelo Muro de Berlim, que só foi derrubado meses depois da minha chegada ao mundo. O Brasil tinha acabado de passar por mais de duas décadas de governos militares e eu já estava aqui nas primeiras eleições presidenciais após a redemocratização do país. Collor foi eleito presidente, mas sofreu o impeachment pelo envolvimento em casos de corrupção. O dinheiro que ele supostamente desviou dos cofres públicos era muito diferente desse que usamos hoje. Até a implantação do Plano Real em 1994 pelo governo FHC, ou seja, até os meus 5 anos de idade, usávamos uma moeda chamada “cruzeiro”, que valia muito pouco. Sou ou não sou velho?

Naquelas eleições de 1989, pouca gente sabe, mas até Silvio Santos se candidatou a presidente! Ele mesmo: o dono do SBT. E por falar em dono de emissora de TV, foi nesse mesmo ano que o bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal, comprou a rede Record. Já naquela época, porém, era a rede Globo que dominava a preferência nacional. Quando eu ainda era um bebê, meus pais assistiam um Jornal Nacional bem diferente: sem cenário, vinhetas e grafismos. Menos de um ano após o fim do Cassino do Chacrinha, a Globo estreava o Domingão do Faustão, no ar até hoje. Eram comuns comerciais de cigarro, bem como dos carros da moda: Fusca, Chevette, Kombi… Por falar em carros da moda, a modinha das manhãs de domingo era assistir as corridas de Ayrton Senna na Fórmula 1. E já que falamos de esporte, cheguei a ver Zico jogar e comemorei o tetra do Brasil na Copa de 1994. Ainda na primeira infância, convivi com grandes bandas e músicos, como Legião Urbana e Luiz Gonzaga. Além disso, vi surgir os Mamonas Assassinas; e chorei as suas mortes naquele trágico acidente aéreo.

Eu sou da época em que se vendiam discos de vinil. Lembro de colocá-los para tocar na radiola do meu pai e de gravar fitas cassete por cima de outras no rádio, sempre precisando girar para rebobinar com uma caneta Bic. Naquela época analógica, dificilmente ouvíamos música ou TV sem algum chiado. Eu assistia filmes e desenhos no vídeo cassete, sempre cuidando de rebobinar a fita VHS antes de devolvê-la à locadora para não pagar multa. Eu jogava Mario World num Nitendo, e precisava soprar a fita para ela pegar. Eu sou do tempo dos disquetes, dos minigames e dos celulares “tijolão” com toques monofônicos. Eu sou do tempo de “bater um retrato” com câmera analógica e depois levar o filme de “36 poses” para revelar as fotos, torcendo para nenhuma ter queimado. Eu sou do tempo de enviar pelos correios cartas redigidas em máquina de escrever. Sou da época em que curso de datilografia enriquecia o currículo.

Vivi toda a infância e adolescência em uma época analógica, na qual o uso de computadores e o acesso à internet eram atividades restritas a poucos especialistas. Muito pela condição econômica da minha família, até a vida adulta eu não sabia absolutamente nada de informática. Só quando comecei a trabalhar foi que pude fazer um curso básico e perder o medo de mexer em computador. Catarina, ao contrário, chega num mundo onde as crianças praticamente já nascem sabendo mexer em smartphones e tablets de última geração, mas que, no entanto, parecerão as mesmas velharias quando ela for contar a meus netos.

De volta para o futuro

Olha só que ótima ideia e que belo trabalho da fotógrafa argentina Irina Werning. Ela pegou fotos antigas de várias pessoas e recriou praticamente a mesma foto, no mesmo cenário, com os mesmos objetos, as mesmas pessoas, vestidas com as mesmas roupas, usando os mesmos acessórios, nas mesmas posições, mas com um pequeno detalhe: as pessoas estão bem mais velhas. Ela intitulou esse trabalho de “Back to the Future”; e até já lançou um livro com o mesmo título. Veja as fotos:

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