De como aprendi a adquirir bons hábitos e manter uma rotina saudável e eficiente

Há alguns anos criei o hábito de anotar num caderno toda movimentação financeira daqui de casa. Começo registrando todo dinheiro que entrou em determinado mês e, algumas linhas abaixo, anoto todas as despesas. Todas mesmo! Se eu achar ou perder 10 centavos na rua, anoto. Numa mesma linha escrevo o valor em reais, a descrição da despesa, o local e a data. Faço isso todas as noites antes de me deitar. É um ótimo exercício de recapitulação e memória. No último dia de cada mês, fecho para balanço e verifico se as contas batem, para então começar tudo de novo no dia 1º. Há muito que isso virou um hábito na minha vida. E quero mantê-lo sempre, pois é muito útil saber exatamente para onde foi cada centavo do seu suado dinheiro. Só a título de curiosidade, chamo esse caderno de “Controle Financeiro”, e o coloquei sob a administração de um órgão fictício que eu mesmo criei: o TCMC, Tribunal de Contas da Minha Casa.

A novidade é que, além do controle financeiro que já expliquei, recentemente resolvi criar um “controle de rotina”. Ele nada mais é do que uma tabela que funciona como um check list diário. Na coluna da esquerda estão todos os bons hábitos que desejo adquirir e/ou manter. Pensei em pelo menos sete hábitos saudáveis e eficientes que me propus cultivar diariamente com o objetivo de manter corpo são e mente sã. Em vistas desse aperfeiçoamento pessoal, a tabela serve para avaliar minha regularidade. Ao lado de cada um desses hábitos, há espaços que correspondem aos dias do mês (ou da semana, depende de como você quiser formatar a tabela), nos quais eu marco se aquele objetivo foi alcançado ou não naquele dia. Ver todos os espaços preenchidos serve como um estímulo para continuar repetindo diariamente os bons hábitos, assim como ver espaços em branco serve de alerta para que eu me esforce mais. Veja a seguir quais são os hábitos que incluí em meu controle de rotina. Espero que isso sirva de inspiração para você criar o seu e começar a viver melhor, com uma rotina saudável e eficiente.


8 HORAS DE SONO ININTERRUPTO

Embora as 8 horas de sono ininterrupto sejam comprovadamente um mito, as exigências da vida moderna, com seu ritmo acelerado e frenético, não me permitem o luxo de dividir meu sono noturno em dois períodos de 4 horas cada, com um intervalo de uma a duas horas entre eles, como seria mais adequado à nossa natureza. Além do mais, 8 horas é a quantidade mínima de sono que funciona para mim. Menos que isso não dá. Não é suficiente. Me deixa sonolento pelo resto do dia. Algumas pessoas podem se satisfazer com 7 ou 6 horas de sono por noite, algumas até menos que isso. Não é o meu caso. Ah, e nada de cochilar durante o dia, pois esse hábito atrapalha a qualidade do sono noturno.


DESPERTADOR SEM FUNÇÃO SONECA

Embora a inclusão de “despertador sem função soneca” pareça um capricho irrelevante, fiz questão de colocá-lo na lista porque eu estava realmente incomodado com o péssimo hábito de voltar a dormir repetidas vezes após aceitar, de maneira quase automática e inconsciente, a opção de dormir mais 10 minutinhos oferecida pelo meu celular. De dez em dez “minutinhos”, eu acabava perdendo até uma hora nesse looping deprimente, o que me causava atrasos e outros inconvenientes. Esse mau hábito foi superado com a ajuda de outros dois mini-hábitos: antes de me deitar, passei a deixar o celular distante da cama, de modo que seja preciso levantar para desativar o alarme; e passei a escolher sempre um toque de alarme que seja agradável em vez de um irritante. Está funcionando.


3 LITROS DE ÁGUA AO LONGO DO DIA

Todos sabemos que beber bastante água traz incontáveis benefícios à saúde. Mas você já se perguntou qual é a quantidade ideal de água que devemos tomar diariamente? A maioria dos nutricionistas recomendam o seguinte cálculo: 35 mililitros de água para cada quilograma de massa corporal. Como peso 77 kg, multiplicando isso por 35 ml chego à conclusão de que devo tomar 2700 ml (isto é, 2,7 litros) de água todos os dias. Como moro numa cidade quente e pratico esportes, resolvi beber um copo a mais do que o necessário e arredondar minha meta para 3 litros (ou seja, 10 copos de 300 ml).


ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E COMPLETA

O que chamo de “alimentação saudável e completa” não é mais do que aquilo que você já está farto de saber e que já faz parte do nosso senso comum há muito tempo, de tanto que é repetido por médicos e nutricionistas. Evitar o excesso de sal, açúcar, alimentos gordurosos, industrializados, embutidos e/ou congelados, frituras, massas, molhos, doces, guloseimas, bebidas alcoólicas, etc. Em vez disso, dar preferência sempre que possível a alimentos naturais (não industrializados), integrais (não refinados) e frescos (não congelados). Aumentar o consumo de frutas, legumes e peixes. Em suma, comer de preferência aquilo que nossos antepassados comeram por milênios: bicho e planta. Uma exceção importante: pode caprichar no azeite de oliva extra-virgem.


ATIVIDADE FÍSICA E BANHO GELADO

Não preciso justificar as vantagens da prática de exercícios, esportes e atividades físicas em geral para o bom funcionamento do corpo. Seja uma musculação na academia, uma corrida no parque ou aquela peladinha animada com os amigos, uma hora por dia é mais que suficiente para aumentar o metabolismo, queimar calorias, melhorar o fôlego, manter o condicionamento físico e, claro, suar para tomar banho. Aí é que entra a parte que precisa de uma justificativa: Por que o banho tem que ser gelado? Por que não uma ducha quentinha? Este vídeo explica isso melhor do que eu poderia fazê-lo. Dentre os 10 benefícios mencionados, não sei quais deles convencerão você (se é que o farão). Mas eu, particularmente, fui convencido pelos benefícios 2, 4 e 7, segundo os quais o banho gelado, respectivamente, aumenta a imunidade, melhora a saúde da pele e do cabelo, e ajuda na recuperação muscular após a atividade física (além de economizar energia).


LEITURA DE UM TEXTO EM INGLÊS

A melhor maneira de aprender um novo idioma ou aumentar o seu nível de fluência e proficiência nele é a imersão completa, que consiste em viajar para um país onde aquele idioma é a língua nativa e se virar para conseguir se comunicar. A segunda melhor é a prática diária. Na falta de dinheiro para executar o plano A, a atitude mais inteligente é recorrer ao plano B. Uma maneira eficiente e objetiva que encontrei de ter contato com o inglês todos os dias foi me propor o desafio de ler diariamente pelo menos um texto em inglês. Para isso, não há maiores exigências: o texto pode ser de qualquer tamanho, sobre qualquer assunto e pertencer a qualquer gênero textual. Esse hábito é flexível e pode ser substituído sem problema por assistir um filme ou uma série sem a legenda em português, por exemplo. Dentre as quatro habilidades básicas de qualquer idioma (ouvir, falar, ler e escrever), escolhi focar na leitura porque, no contexto acadêmico, essa é a parte mais cobrada. Mas você pode ter interesses diferentes.


UMA HORA DE ESTUDO FORMAL

Quando publiquei uma série com dicas de estudo, eu disse que há uma diferença básica entre ser aluno e ser estudante: aluno é quem assiste as aulas, estudante é quem estuda. Assistir aula é uma atividade coletiva e passiva: você está em grupo ouvindo o professor. Estudar é uma atividade individual e ativa: você deve estar sozinho e escrevendo. Logo, se você quer ser um estudante em vez de apenas aluno, deve revisar o conteúdo das aulas sozinho em casa. Outra coisa: não se contente em apenas ler, sublinhar ou passar um marca texto nas partes mais importantes; isso não é estudar. Para estudar você precisa rabiscar e escrever, de preferência à mão. Faça resumos, fichamentos, resenhas e esquemas da matéria. Para saber o que vale a pena escrever, faça de conta que está preparando uma cola para uma prova. Por ter pouco espaço e pouco tempo para consulta, é preciso ser conciso, mas, ao mesmo tempo, abordar os pontos principais.


DEVOCIONAL (ORAÇÃO/MEDITAÇÃO)

Chamo de “devocional” aquele momento dedicado ao crescimento, edificação e amadurecimento espiritual. É a hora de cultivar o espírito e pensar no que há de mais elevado. Influências orientais como a ioga e o zen-budismo, por exemplo, recomendam fortemente a prática diária da meditação, que consiste basicamente em procurar um ambiente confortável, tranquilo e silencioso, ficar de olhos fechados, manter uma postura ereta e confortável, focar no tempo presente (aqui e agora), focar a atenção na respiração, buscar relaxamento, quietude, contemplação e ataraxia (paz interior). Como cristão, porém, troco tudo isso por alguns minutos de oração silenciosa, prática que tem muito em comum com a meditação oriental, exceto pela postura curvada e penitente, e pelo foco em Deus em vez da respiração. Esse momento de oração deve ser acompanhado de estudo bíblico, buscando sempre o equilíbrio entre a piedade e a erudição teológica.

Evolução nominal do salário mínimo no Brasil desde a instituição do Plano Real em 1994

Lembre-se que este é o valor nominal, desconsiderando a inflação e o poder aquisitivo.

AnoVigênciaValorAto LegalPercentual de aumento
201601/01/2016R$ 880,00Decreto 8.618/201511,68 %
201501/01/2015R$ 788,00Decreto 8.381/20148,84 %
201401/01/2014R$ 724,00Decreto 8.166/20136,78 %
201301/01/2013R$ 678,00Decreto 7.872/20129,00 %
201201/01/2012R$ 622,00Decreto 7.655/201114,13 %
201101/03/2011R$ 545,00Lei 12.382/20110,93 %
201101/01/2011R$ 540,00MP 516/20105,88 %
201001/01/2010R$ 510,00Lei 12.255/20109,68 %
200901/02/2009R$ 465,00Lei 11.944/200912,05 %
200801/03/2008R$ 415,00Lei 11.709/20089,21 %
200701/04/2007R$ 380,00Lei 11.498/20078,57 %
200601/04/2006R$ 350,00Lei 11.321/200616,67 %
200501/05/2005R$ 300,00Lei 11.164/200515,38 %
200401/05/2004R$ 260,00Lei 10.888/20048,33 %
200301/04/2003R$ 240,00Lei 10.699/200320,00 %
200201/04/2002R$ 200,00Lei 10.525/200211,11 %
200101/04/2001R$ 180,00MP 2.194-6/200119,21 %
200003/04/2000R$ 151,00Lei 9.971/200011,03 %
199901/05/1999R$ 136,00Lei 9.971/20004,62 %
199801/05/1998R$ 130,00Lei 9.971/20008,33 %
199701/05/1997R$ 120,00Lei 9.971/20007,14 %
199601/05/1996R$ 112,00Lei 9.971/200012,00 %
199501/05/1995R$ 100,00Lei 9.032/199542,86 %
199401/09/1994R$ 70,00MP 598/19948,04 %
199401/07/1994R$ 64,79Lei 8.880/1994

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salario-minimo

Qual é o seu ikigai?

Artigo do professor Marco Mello no blog Sobrevivendo na Ciência.

Na cultura de Okinawa, no Japão, há um conceito muito simples e profundo, com infinitas camadas, conhecido como ikigai (生き甲斐). Em uma tradução aproximada, significa “razão de viver”. Também tem sido traduzido, de maneira bem livre, como “razão pela qual você se levanta de manhã”. No tradutor do Google, a tradução literal é “sal da vida”. No Ocidente, o conceito de ikigai tem sido aplicado à orientação vocacional e ao coaching no mundo corporativo. Graças a alguns estudos muito interessantes e à menção do conceito em palestras para grandes públicos, ele tem sido estendido a várias outras áreas. Veja uma síntese gráfica do ikigai:

ikigai

Vamos considerar que qualquer atividade que desenvolvemos pode cair em um desses quatro grandes conjuntos: (1) aquilo que amamos, (2) aquilo que fazemos bem, (3) aquilo do que o mundo precisa, e (4) aquilo que te pagam para fazer. Esses conjuntos têm diferentes interseções entre si. Pode haver uma atividade que você ame e faça bem; se você descobri-la, saiba que essa é a sua paixão. Outra atividade você faz bem e é rentável; essa é sua vocação. Em alguns casos, há uma atividade que você e ama e da qual o mundo precisa; essa é sua missão. Quando o mundo precisa de uma atividade, está disposto a pagar por ela e você está disposto a realizá-la, essa é sua profissão.

A maioria das pessoas tem apenas uma ocupação, que é um emprego ou bico que paga as contas, por mais que elas o detestem ou ganhem mal por ele. Outras mais realizadas têm uma profissão. Aquelas que têm mais sorte ainda encontram uma vocação e a realizam. Poucas pessoas conseguem ganhar dinheiro com uma paixão, deixando essa atividade no campo do hobby. Menos pessoas ainda conseguem botar pão na mesa com uma missão, mas, por acreditarem muito nela, acabam realizando-a no campo do voluntariado. Qualquer uma dessas quatro interseções pode levar a uma vida produtiva e feliz. Contudo, para viver uma vida plena, o ideal é conseguir colocar a principal atividade que você desenvolve na interseção dos quatro conjuntos. Este é o ikigai. Ou seja: uma vida plena envolve ocupar a maior parte do seu tempo e energia com algo que você ama, faz bem, o mundo precisa e ainda te pagam para fazer.

Além dessa atividade principal, é saudável dedicar-se também a atividades paralelas, como hobbies e voluntariado. Por exemplo, pode ser que você trabalhe como cientista, mas também goste muito de praticar artes marciais. Como essas duas coisas são muito diferentes entre si e exigem talento, treinamento e prática, é improvável que o seu ikigai esteja nas duas. Pode ser que você ame ambas, mas faça uma bem melhor do que a outra. Se isso for verdade, provavelmente as pessoas estarão dispostas a te pagar por uma delas, mas não pela outra. Assim, a decisão mais sábia para alguém que presta atenção à própria voz interior é focar naquela em que pode ter um desempenho mais elevado e fazer dela sua ocupação principal, mantendo a outra como hobby.

Em alguns casos mais raros, acontece de a pessoa amar muito uma atividade, fazê-la bem, mas o mundo achar que não precisa dela e, por isso, ninguém estar disposto a pagar a conta. Quem cai nesse tipo de combinação pode se perder em um vórtice de frustração e auto-piedade, como muitos gênios incompreendidos que não dão em nada. Contudo, algumas dessas pessoas à frente do próprio tempo têm uma ambição tão grande e uma capacidade de convencimento tão forte que conseguem mostrar ao mundo que ele realmente precisa de algo que sequer sabia existir. Pense no exemplo dos produtos criados pelo Steve Jobs, que não era bom em programação ou engenharia eletrônica, mas sabia como ninguém enxergar dois passos à frente e reger “orquestras” formadas por excelentes profissionais de diferentes áreas.

E já que estamos falando nele, recomendo que você assista abaixo ao famoso discurso de Steve Jobs na Universidade Stanford, nos Estados Unidos, em 2005. Ele fala sobre ligar os pontos e descobrir o seu ikigai. Siga o conselho dele e não viva a vida de outra pessoa. Ninguém pode dizer a você qual é o seu ikigai. Descobri-lo é uma jornada pessoal, íntima e introspectiva. Contudo, você deve ficar constantemente atento aos sinais que indicam se você está ou não no caminho certo. Além disso, procure se cercar de pessoas que te puxam para cima e te deixam mais próximo do seu ikigai. Procurar o próprio ikigai pode parecer uma meta egoísta, mas uma pessoa plenamente realizada torna o mundo um lugar melhor para as outras pessoas, enquanto uma pessoa frustrada leva outras para o buraco com ela. Antes de arrumar o mundo, arrume o seu quarto.

Quantas moedas o Brasil já teve?

Veja também: 15 cédulas antigas do Brasil

Desde a independência, em 1822, o Brasil teve nove moedas. A primeira, que já circulava por aqui desde o início da nossa colonização (em 1500), foi o réis, nome derivado do real, a unidade monetária de Portugal nos séculos 15 e 16. O país só conheceria sua segunda moeda oficial em 1942, quando entrou em cena o cruzeiro. A partir daí, devido aos problemas da economia brasileira, as mudanças não pararam mais até 1994, ano de estréia do real. As várias mudanças foram determinadas pela persistência da inflação elevada, que deteriorava rapidamente as moedas em circulação, forçando o governo a trocar a unidade monetária de tempos em tempos. Os famosos cortes de zero na passagem de uma moeda para outra também simplificavam a vida das pessoas. Afinal, se ainda usássemos a mesma unidade monetária dos anos 80, por exemplo, você teria que pagar alguns bilhões de cruzados para comprar um simples refrigerante. Veja abaixo um infográfico produzido pela Folha contando essa história de mudanças monetárias:

14205609

Com informações de: Mundo Estranho.

A gritante diferença entre os juros que os bancos cobram e os que eles pagam

Você sabe qual é a diferença entre os juros que você ganha do banco quando empresta dinheiro e os que você paga quando toma emprestado? Quando olhamos para os números no curto prazo, já enxergamos um abismo. O CDB (Certificado de Depósito Bancário), o papel que você recebe quando empresta ao banco, está rendendo atualmente 7,8% ao ano, em média. Já o crédito pessoal, aquele dinheiro que você toma emprestado sem nenhuma garantia, rende 73% ao ano para a instituição financeira.

Ao pensarmos em como isso ficaria no longo prazo, então, a diferença é muito mais gritante. O banco que tomou emprestado R$ 100 de uma pessoa física (ou seja, que emitiu um CDB a esse preço) em 1º de julho de 1994, início do Plano Real, teria que devolver, hoje, R$ 2.038 a esse cliente. Descontado o Imposto de Renda, o pequeno investidor poderia resgatar R$ 1.733. Considerando que a inflação foi de 333% no período, a rentabilidade real dessa aplicação foi de 370%. No caminho inverso, se porventura uma pessoa física fizesse exatamente o mesmo que o banco fez, ou seja, tomado emprestados R$ 100 em 1994 e nada ter pago nesse período e nem mesmo renegociado, sua dívida estaria hoje na casa dos milhões (precisamente R$ 7.205.180,78).

A conta foi feita pelo economista Fabiano Guasti Lima, a pedido do blog Achados Econômicos. Ele é pesquisador do Instituto Assaf e professor da USP em Ribeirão Preto-SP. É claro que um banco jamais deixaria a situação chegar a esse ponto. Muito antes de a dívida atingir a casa do milhão, o credor já teria interpelado judicialmente o devedor, de modo que o saldo pudesse ser pago, ainda que após renegociação. Mesmo assim, esses números são mais do que mera curiosidade. São uma forma de mostrar o que é o chamado “spread” bancário, a diferença entre quanto o banco paga para quem lhe empresta e quanto ele cobra quando empresta ao outros. Os números mostram o enorme poder de barganha das instituições financeiras.

Fonte: Anonimous Brasil.

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