70 filmes para estudar História

Que tal estudar História jogado no sofá, comendo uma pipoquinha? Sim, é possível! Confira abaixo uma lista de 70 filmes que o portal Guia do Estudante preparou para ajudar os vestibulandos a largar a rotina de livros e apostilas para se divertir um pouco:

Pré-história
– A Guerra do Fogo
– 10.000 a.C.
– O Elo Perdido

Grécia Antiga e helenísmo
– 300
– Alexandre
– Tróia

Império Romano
– Asterix
– Gladiador
– Calígula
– Átila, o Huno
– Augustus
– Spartacus

Idade Média e feudalismo
– O Nome da Rosa
– O Incrível Exército de Brancaleone
– Cruzada
– Coração Valente
– Joana D’Arc
– O Sétimo Selo

Grandes Navegações
– 1492: A Conquista do Paraíso
– Cristóvão Colombo: A Aventura do Descobrimento

Absolutismo na Europa
– O Homem da Máscara de Ferro
– Cromwell

Reforma Protestante
– Lutero

Renascimento
– Dom Quixote
– Agonia e Êxtase
– Shakespeare Apaixonado
– Giordano Bruno

Revolução Francesa
– Danton
– Maria Antonieta
– A Queda da Bastilha

Revolução Industrial
– Tempos Modernos
– Germinal

Revolução Russa
– Rasputin
– O Encouraçado Potenkim
– Reds

2ª Guerra Mundial
– O Grande Ditador
– A Vida É Bela
– Pearl Harbor
– A Queda
– A Última Bomba Atômica
– Cartas de Iwo Jima
– O Resgate do Soldado Ryan
– Arquitetura da Destruição
– Europa, Europa

Guerra Fria
– Dr. Fantástico
– Os 13 Dias que Abalaram o Mundo
– Boa Noite e Boa Sorte
– Intriga Internacional
– Topázio
– O Dia Seguinte

Guerra do Vietnã
– Platoon
– Apocalipse Now
– Corações e Mentes

Luta dos negros por direitos civis
– Mississipi em Chamas
– Malcolm X

América Latina (1950 a 1960)
– Diários de Motocicleta
– Chove Sobre Santiago
– O Segredo de Seus Olhos

África no século 20
– O Último Rei da Escócia
– Diamante de Sangue
– Hotel Ruanda
– O Jardineiro Fiel

Crise do socialismo e fim da União Soviética
– Adeus, Lênin

Conflito entre Israel e Palestina
– Lemon Tree
– Paradise Now
– Promessas de um Novo Mundo

Terrorismo e guerras dos anos 2000
– Guerra ao Terror
– Restrepo
– Caminho para Guantánamo
– Fahrenheit 9/11

38% dos universitários brasileiros são analfabetos funcionais, segundo Inaf

38% dos universitários brasileiros não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa. O indicador reflete o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade. Criado em 2001, o Inaf é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo aplicado em uma amostra nacional de 2 mil universitários, que respondem perguntas relacionadas ao cotidiano, como, por exemplo, sobre o itinerário de um ônibus ou o cálculo do desconto de um produto. O indicador classifica os avaliados em quatro níveis de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo. Aqueles que não atingem o nível pleno são considerados analfabetos funcionais, ou seja, são capazes de ler e escrever, mas não conseguem interpretar e associar informações.

Para a diretora executiva do IPM, Ana Lúcia Lima, os dados da pesquisa reforçam a necessidade de investimentos na qualidade do ensino. “A primeira preocupação foi com a quantidade, com a inclusão de mais alunos nas escolas. Porém, o relatório mostra que já passou da hora de se investir em qualidade”, diz Ana Lúcia. Segundo dados do IBGE, cerca de 30 milhões de estudantes ingressaram nos ensinos médio e superior entre 2000 e 2009. Para a diretora do IPM, o aumento foi bom, pois possibilitou a difusão da educação em vários estratos da sociedade. No entanto, a qualidade do ensino caiu por conta do crescimento acelerado. “Algumas universidades só pegam a nata e as outras se adaptaram ao público menos qualificado por uma questão de sobrevivência”, diz.

Para a coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão, o indicativo reflete a “popularização” do ensino superior sem qualidade. “Num mundo ideal, qualquer pessoa com uma boa 8ª série deveria ser capaz de ler e entender um texto ou fazer problemas com porcentagem, mas no Brasil ainda estamos longe disso”. Segundo Vera, o número de analfabetos funcionais só vai diminuir quando houver programas que estimulem a educação como trampolim para uma maior geração de renda e crescimento profissional. “Existem muitos empregos em que o adulto passa a maior parte da vida sem ler nem escrever, e isso prejudica a procura pela alfabetização”, afirma.

Com informações de: Estadão.


Lula lendoApenas 8% dos brasileiros adultos são plenamente alfabetizados

Segundo relatório divulgado recentemente, apenas 8% das pessoas em idade de trabalhar são consideradas plenamente alfabetizadas, isto é, capazes de entender e se expressar por meio de letras e números. Eles estão no nível “proficiente” em um índice chamado Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional). Um indivíduo considerado “proficiente” é capaz de compreender e elaborar textos, além de conseguir opinar sobre o posicionamento ou estilo do autor do texto. Também é apto a interpretar tabelas e gráficos simples; e compreende, por exemplo, que tendências aponta ou que projeções podem ser feitas a partir dos dados. Numa situação ideal, todos os estudantes que completam o ensino médio deveriam alcançar esse nível. Segundo o relatório Alfabetismo e o Mundo do Trabalho, há cinco níveis de alfabetismo funcional: analfabeto (4%), rudimentar (23%), elementar (42%), intermediário (23%) e proficiente (8%). O grupo de “analfabeto” mais o de “rudimentar” são considerados analfabetos funcionais. O estudo foi conduzido pelo IPM (Instituto Paulo Montenegro) e pela ONG Ação Educativa. No conjunto, foram entrevistadas 2002 pessoas entre 15 e 64 anos de idade, residentes em zonas urbanas e rurais de todas as regiões do país. (Fonte: UOL Educação)


Um retrato das políticas educacionais

A reportagem a seguir é da afiliada da rede Globo no Amazonas. Ela mostra um garoto de 9 anos que será aprovado para o 3º ano do Ensino Fundamental mesmo sem saber escrever o próprio nome ou recitar o alfabeto. A situação deste garoto, como a de outros milhares pelo Brasil afora, retrata bem a política educacional adotada pelo governo brasileiro nos últimos anos, que, numa tentativa frustrada de disfarçar os altos índices de analfabetismo e reprovação, toma medidas ridículas, como aprovar os alunos a todo custo, mesmo sem aprendizado satisfatório. É lamentável.

Leia a matéria completa no G1.


Brasil fica em penúltimo lugar em ranking de educação

O Brasil ficou em penúltimo lugar em um ranking global de educação que comparou 40 países. A pesquisa foi encomendada pela Pearson à consultoria britânica Economist Intelligence Unit. O ranking é baseado em testes de matemática, ciências e línguas a cada três ou quatro anos. Os 40 países foram divididos em 5 grandes grupos de acordo com os resultados. Finlândia e Coreia do Sul dominam o ranking. Na sequência figura uma lista de asiáticos, como Hong Kong, Japão e Cingapura. Ao lado do Brasil, mais 6 nações foram incluídas na lista dos piores sistemas de educação do mundo: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia. Veja a lista completa:

ranking pearson

Ao analisar os sistemas educacionais mais bem-sucedidos, o estudo concluiu que investimentos são importantes, mas não tanto quanto manter uma verdadeira “cultura” nacional de aprendizado, que valoriza professores, escolas e a educação como um todo. Daí o alto desempenho das nações asiáticas no ranking. Nesses países o estudo tem um distinto grau de importância na sociedade e as expectativas que os pais têm dos filhos são muito altas. Comparando a Finlândia e a Coreia do Sul, por exemplo, vê-se enormes diferenças entre os dois países, mas um “valor moral” concedido à educação muito parecido. O relatório destaca ainda a importância de empregar professores de alta qualidade, a necessidade de encontrar maneiras de recrutá-los e o pagamento de bons salários. Há ainda menções às consequências econômicas diretas dos sistemas educacionais de alto e baixo desempenho, sobretudo em uma economia globalizada baseada em habilidades profissionais. (Com informações de: BBC Brasil)


O povo que não lê

Pesquisas recentes têm confirmado que o povo brasileiro é avesso à leitura. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro em 2011, mostrou que o brasileiro lê em média 4 livros por ano, a maioria didáticos, ou seja, livros exigidos por professores em escolas e universidades. Com efeito, lê-se mais por obrigação do que por vontade própria. Os brasileiros preferem utilizar seu tempo de lazer com outras atividades. Apenas 24% afirmam gostar de ler jornais, revistas, livros e textos na internet quando dispõem de tempo livre. A maioria da população (85%) desfruta seu ócio assistindo TV. Segundo dados do IBGE, em média, o brasileiro lê apenas 6 minutos por dia, enquanto fica 2 horas e 35 minutos na frente da televisão. O brasileiro lê muito menos que os europeus e os americanos, que leem de 9 a 11 livros em média por ano. Estes dados são preocupantes e ajudam a explicar outro fenômeno alarmante: o do crescente analfabetismo funcional. Segundo pesquisa divulgada pela PUC de Brasília, mais da metade dos universitários brasileiros são analfabetos funcionais.

Fonte: Revista Vila Nova.

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Volta às aulas com Charlinho

Milhões de estudantes de todo o país voltarão às aulas este mês para estudar em escolas onde não há biblioteca, laboratório de informática, laboratório de ciências ou quadra de esportes. Segundo dados do Censo Escolar do MEC, em 2010, 15 milhões de estudantes de ensino fundamental e médio (39% do total) frequentavam escolas sem biblioteca. A inexistência de laboratórios de informática era realidade para 9,5 milhões (24%), enquanto 27 milhões (70%) estavam matriculados em escolas sem laboratório de ciências, e 14 milhões (35%) em unidades sem quadra esportiva. Os dados foram divulgados pelo MEC em dezembro do ano passado e consideram tanto a rede pública quanto a privada.

Esta lamentável realidade afeta diariamente a vida de pessoas como Charlinho*, um garoto de 8 anos que só queria estudar. Acompanhe a triste saga desse brasileirinho em sua incansável jornada em busca de um sonho: ser um aluno.

*Sátira de Hermes & Renato.

Links de teologia reformada

500 anos da Reforma – Site comemorativo da IPB.

WRF – Fraternidade Reformada Mundial.

Ministério Fiel – Portal de teologia reformada.

Monergismo (site novo) – Portal de teologia reformada.

Monergismo (site antigo) – Portal de teologia reformada.

Monergism – Portal de teologia reformada (em inglês).

ARPAV – Associação Reformada Palavra da Verdade.

Cosmovisão Calvinista – Grupo de estudos de teologia reformada.

Academia Reformada – Cursos online de teologia reformada.

Escola Spurgeon – Cursos online de teologia reformada.

Projeto Charles Spurgeon – Textos do teólogo traduzidos.

Projeto Charles Ryle – Textos do teólogo traduzidos.

Projeto Castelo Forte – Textos reformados traduzidos.

Got Questions – Perguntas e respostas sobre a Bíblia.

Perguntar Não Ofende – Perguntas e respostas sobre a Bíblia.

Em Poucas Palavras – Programa de rádio com Augustus Nicodemus.

Soundcloud PIPGO – Sermões em áudio de Augustus Nicodemus.

Mensageiro Luterano – Revista da Igreja Luterana.

Revista Ultimato – Voltada ao público evangélico em geral.

Teologia Brasileira – Revista voltada a estudantes de teologia.

Curso de Hebraico Bíblico – Videoaulas de Wilson Porte Jr.

Curso de Grego Bíblico – Videoaulas de Wilson Porte Jr.


EDITORAS CRISTÃS 

Cultura Cristã | Fiel | Monergismo | Hagnos

Mundo Cristão | Vida Nova | Vida | Shedd


IGREJAS HISTÓRICAS

Igreja Presbiteriana do Brasil

Igreja Presbiteriana Independente do Brasil

Igreja Evangélica Luterana do Brasil

Igreja de Confissão Luterana no Brasil

Igreja Anglicana Reformada do Brasil

Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

Igreja Evangélica Congregacional do Brasil

Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro

Catedral Presbiteriana de São Paulo


SEMINÁRIOS TEOLÓGICOS

Seminário Presbiteriano do Sul (Campinas-SP)

Seminário Presbiteriano do Norte (Recife-PE)

Seminário Presbiteriano Brasil Central (Goiânia-GO)

Seminário Presbiteriano de Brasília (Brasília-DF)

Seminário Presbiteriano do Nordeste (Teresina-PI)

Seminário Presbiteriano Simonton (Rio de Janeiro-RJ)

Seminário Presbiteriano Rev. DNE (Belo Horizonte-MG)

Seminário Presbiteriano Rev. JMC (São Paulo-SP)

Universidade Presbiteriana Mackenzie (São Paulo-SP)

Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper (São Paulo-SP)

Instituto Reformado de São Paulo (São Paulo-SP)

Westminster Theological Seminary (Pennsylvania, USA)


CREDOS E CONFISSÕES DE FÉ

Credos, confissões, declarações, símbolos, catecismos
e outros documentos históricos da fé cristã reformada.

Credo Apostólico (século I d.C.)

Confissão de Fé Valdense (1120)

Confissão de Fé Valdense (1544)

Confissão de Fé da Guanabara (1558)

Confissão de Fé Francesa (1559)

Confissão de Fé Escocesa (1560)

Segunda Confissão Helvética (1562)

39 Artigos da Religião (1563)

Catecismo de Heidelberg (1563)

Confissão de Fé Belga (1566)

Os Cânones de Dort (1619)

Confissão de Fé de Westminster (1646)

Breve Catecismo de Westminster (1649)

Catecismo Maior de Westminster (1649)

Confissão de Fé Batista de Londres (1689)

Confissão Batista de New Hampshire (1833)

Mensagem e Fé Batista (1925)

Pacto de Lausanne (1974)

Declaração de Chicago (1978)

A Razão da Nossa Fé (1981)

Declaração de Cambridge (1996)

Declaração de Fé da WRF (2000)


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