A proporção entre homens e mulheres na pesquisa científica, por área do conhecimento

O infográfico abaixo, produzido pelo jornal Nexo, mostra a proporção de pesquisadores homens e mulheres por área do conhecimento no Brasil. Os dados são da Unesco e do relatório “Gender in the Global Research Landscape”, publicado em 2017 pela Elsevier. Note que a área de saúde é dominada majoritariamente por mulheres, enquanto que as áreas de tecnologia e ciências exatas é dominada por homens. Em ciências humanas e sociais, há um maior equilíbrio entre os gêneros.

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Estatísticas da pós-graduação no Brasil

Infográficos produzidos pela revista Galileu com dados de 2010 divulgados pelo CNPq e pela Capes revelam os números da pós-graduação no Brasil.

Número de doutores por milhão de habitantes:

Baseado em dados de 2010 (Foto: gabriela oliveira)

Concentração de mestres e doutores por estado:

Calculados a partir de dados do CNPq, com base no censo 2010, fontes IBGE, Banco Mundial e CAPES (Foto: gabriela oliveira)

Número de mestres e doutores por gênero:

 (Foto: gabriela oliveira)

Onde está o seu time no ranking histórico do Campeonato Brasileiro em pontos corridos?

O Campeonato Brasileiro de 2017 começa neste sábado (13). O final de semana marca a primeira das 38 rodadas da disputa por pontos corridos. Confira na tabela abaixo os 20 clubes melhores colocados na pontuação acumulada da Série A do Brasileirão desde 2003, ano em que o atual formato foi instituído, em substituição ao mata-mata. Com 927 pontos acumulados, o São Paulo lidera o ranking com folga. Os dados são da CBF.

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Histórico de protestos no Brasil desde 2015

Os infográficos a seguir foram produzidos pelo G1 e fazem um levantamento estatístico do histórico de protestos e manifestações públicas de cunho político ocorridos no Brasil nos últimos dois anos (de março de 2015 até abril de 2017). Eles mostram estimativa de público nos protestos segundo a contagem da polícia, segundo a contagem dos organizadores, e o número de cidades nas quais houve registros de protestos.

Veja também: A ilusão política das grandes manifestações


Estimativa de público segundo contagem da polícia

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Estimativa de público segundo os organizadores

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Número de cidades onde houve protestos

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Os 20 livros mais vendidos da história

booksNão foi fácil montar essa lista. Para alguns livros, como os clássicos antigos, é muito difícil calcular o número de exemplares vendidos, pois na época ainda não havia o conceito de comprar um livro, o que não significa que eles não foram reproduzidos milhões de vezes. Outros títulos acabam sendo difíceis de se contar por conterem muitos volumes, o que, se contabilizado como uma obra única, causaria uma concorrência desleal com os demais.

Além do mais, por falta de informações confiáveis e precisas, ficaram de fora da lista os dicionários, o famoso Guinness Book (Livro dos Recordes) e clássicos como O Peregrino, A Divina Comédia, Os Três Mosqueteiros, O Livro dos Mártires, Robinson Crusoé, além de toda a obra de Shakespeare. Mesmo assim, consegui fechar essa lista. Abaixo você confere os 20 livros mais vendidos da história com título, autor, ano de publicação, número aproximado de exemplares vendidos e uma breve sinopse de cada um. Que tal aproveitar para passar numa livraria e aumentar esses números?


20. O Alquimista (Paulo Coelho) – 1988 – 65 milhões

O Alquimista é o livro de lingua portuguesa melhor colocado nesta lista. Apesar de todas as críticas e questionamentos sobre o autor, o fato é que esse livro o colocou em evidência no mundo da literatura e foi traduzido para dezenas de idiomas. O livro narra a história de um jovem pastor chamado Santiago que, após ter um sonho repetido, decide partir em uma longa viagem da Espanha ao Egito, pois, segundo o sonho, é lá, junto às pirâmides, onde ele irá encontrar um tesouro enterrado. Ao iniciar sua jornada ele se vê lançado em uma imprevisível busca por esclarecimento sobre os grandes mistérios que acompanham a humanidade desde o início dos tempos.

19. O Apanhador no Campo de Centeio (Salinger) – 1951 – 65 milhões

Essa obra permanece sendo uma das mais influentes da literatura americana. O livro narra um fim de semana na vida de Holden Caulfield, estudante de um internato para rapazes. Ele volta para casa mais cedo no inverno depois de ter recebido más notas em quase todas as matérias e ter sido expulso da escola. No regresso para casa, decide dar umas voltas, adiando assim o confronto com a família. Holden vai refletindo sobre a vida, repassa sua peculiar visão de mundo e tenta definir alguma diretriz para o seu futuro. Antes de enfrentar os pais, procura algumas pessoas importantes para si, como um professor, uma antiga namorada, a sua irmãzinha, e tenta explicar-lhes a confusão que passa pela sua cabeça.

18. Harry Potter e a Câmara Secreta (J.K. Rowling) – 1998 – 77 milhões

Neste livro, Harry surpreende os amigos Ron e Hermione ao demonstrar sua capacidade de falar com cobras. Segundo uma antiga lenda, o herdeiro de Salazar Sonserina abriria a câmara secreta para libertar o mortal basilisco, monstro que é misto de serpente e galo. A trama se desenrola com Harry tentando provar que não controla a serpente assassina e descobrir o verdadeiro responsável por abrir a câmara.

17. O Código da Vinci (Dan Brown) – 2003 – 80 milhões

O Código Da Vinci causou polêmica ao questionar a divindade de Jesus Cristo. A maior parte do livro desenrola-se a partir do assassinato de Jacques Saunière, curador do museu do Louvre. Robert Langdon, Sophie Neveu e Leigh Teabing vivem várias aventuras ao tentar desvendar códigos que deem resposta aos enigmas que Jacques Saunière deixou antes de morrer.

16. O pequeno Principe (Antoine de Saint-Exupéry) – 1943 – 80 milhões

O Pequeno Príncipe é um romance que a princípio aparenta ser um livro para crianças, mas tem um grande teor poético e filosófico. É a terceira obra literária mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos diferentes.

15. Ela, a Feiticeira (Henry Rider Haggar) – 1887 – 83 milhões

O livro narra as aventuras Leo Vincey e Horace Holly em uma região inexplorada da África onde eles encontram uma civilização obediente a uma misteriosa feiticeira chamada Ela.

14. As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira… (C.S. Lewis) – 1950 – 85 milhões

Neste livro são narradas as aventuras de quatro irmãos que, fugindo de Londres durante a 2ª Guerra Mundial, vão até a casa de um professor que morava no campo. Lá, encontram, dentro de um guarda-roupa, uma passagem que liga nosso mundo ao mundo de Nárnia.

13. O Caso dos Dez Negrinhos (Agatha Christie) – 1939 – 100 milhões

A história passa-se numa ilha deserta situada na costa de Devon, sendo que ela é narrada totalmente na terceira pessoa e descreve a vivência de dez estranhos que foram atraídos para a mansão da ilha por um misterioso homem e sua esposa. Um por um, começam a ser assassinados misteriosamente.

12. O Sonho da Câmara Vermelha (Cao Xueqin) – Séc. 18 – 100 milhões

O tema principal gira em torno de um triângulo amoroso entre a personagem principal, Jia Baoyu, que ama seu primo adoentado Lin Daiyu, porém está predestinada a se casar com outro primo, Xue Baochai. Este triângulo amoroso tem como pano de fundo o declínio do clã (família) Jia, cujos antepassados foram feitos duques, e no início do romance, este clã está entre as mais ilustres famílias de Pequim, na China.

11. O Hobbit (J.R.R. Tolkien) – 1937 – 100 milhões

Este livro conta a história de um hobbit chamado Bilbo Bolseiro, que nunca pensara em sair de sua toca grande e confortável, até ser apanhado de surpresa por um mago chamado Gandalf e 13 anões. Estes queriam recuperar os seus tesouros que tinham sido roubados por um dragão chamado Smaug. Assim, eles saem em busca da Montanha Solitária com o objetivo de recuperar o que lhes pertence, vivendo muitas aventuras durante todo caminho, que envolvem aranhas gigantes, elfos, trolls e outros seres fantásticos.

10. O Livro de Mórmon (Joseph Smith Jr.) – 1830 – 120 milhões

Para a Igreja dos Santos dos Últimos Dias, o Livro de Mórmon é uma escritura que complementa a Bíblia, considerado um “Outro Testamento de Jesus Cristo”.

9. Harry Potter e a Pedra Filosofal (J.K. Rowling) – 1997 – 120 milhões

A história começa com uma espécie de caos organizado no mundo, quando pessoas começam a sair a caminhar pelas ruas com roupas estranhas e corujas não param de voar pelo céu, fatos que ganham o espaço nos jornais, na televisão e nas rádios. Porém, o que as pessoas não sabiam era que esses estranhos eram nada mais nada menos que bruxos e bruxas, festejando a queda de um grande bruxo das trevas, Lord Voldemort, e as corujas eram usadas para levar cartas de um bruxo para o outro.

8. Escotismo para Rapazes (Robert Baden-Powell) – 1908 – 150 milhões

O livro contém orientações e conhecimentos importantes para um escoteiro: orientação espacial, tocaia, comida selvagem, primeiros socorros, organização de um acampamento, etc. Mas também sobre cidadania, carácter, importância do serviço ao próximo, etc.

7. O senhor dos Anéis (J.R.R. Tolkien) – 1955 – 150 milhões

A história de O Senhor dos Aneis ocorre em um tempo e espaço imaginários, a Terceira Era da Terra Média, que é um mundo inspirado, segundo Tolkien, numa Europa mitológica, habitado por humanos e por outras raças humanóides: elfos, anões e orcs. O nome, no inglês moderno Middle-Earth (Terra-Média), é derivado do inglês antigo Middangeard: o reino onde humanos vivem na mitologia Nórdica e Germânica.

6. Um Conto de Duas Cidades (Charles Dickens) – 1859 – 200 milhões

“Um Conto de Duas Cidades” narra a estória dos Manette, uma família nobre francesa, que como muitas outras, se exilou na Inglaterra antes da Revolução Francesa. Os acontecimentos se desenrolam simultaneamente em Londres e Paris, contando a vida dessa família e as peripécias da Revolução e seus antecedentes, incluindo o sentimento de vingança que se apossou da população pobre da França.

5. O Conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas) – 1844 – 200 milhões

Romance histórico escrito por Alexandre Dumas. O jovem Edmond Dantes podia se considerar uma pessoa de sorte: seria promovido a capitão de um navio e iria casar com Mercedes, a mulher de seus sonhos. Mas uma rede de intrigas faz com que seja preso injustamente. Durante os anos que passou preso, prepara a sua vingança.

4. Dom Quixote (Miguel de Cervantes) – 1605 – 500 milhões

Este livro introduz o realismo sóbrio na literatura moderna. O protagonista da obra é Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano que ficou louco (literalmente) porque leu muito romance de cavalaria e agora pretende imitar seus heróis preferidos. O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem uma visão mais realista. A ação gira em torno das três incursões da dupla por terras de La Mancha, de Aragão e de Catalunha. Nessas incursões, ele se envolve em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade. O efeito é altamente humorístico.

3. Alcorão (Maomé) – 650 D.C. – 800 milhões

Texto sagrado do Islã que traz supostas revelações de Alá (divindade muçulmana) para Maomé no início do século VII. Os seguidores de Maomé começaram a escrever as revelações após sua morte, em 632 d.C., sendo recopiladas no reinado de Omar, em 650 e transformadas no Alcorão como é conhecido hoje.

2. O Livro Vermelho (Mao Tse-tung) – 1964 – 820 milhões

As citações das obras de Mao Tse-tung, ou como é comumente chamado, o “Livro Vermelho”, é uma explicação pessoal de Mao Tse-Tung sobre a ideologia do Partido Comunista Chinês. O Livro Vermelho compreende 427 citações, divididas em 33 capítulos. As citações eram em negrito ou em vermelho para serem bem destacadas, daí o nome. É também chamado de “Reflexões do presidente Mao” por muitos chineses.

1. Bíblia Sagrada – século 15 a.C. até século I d.C. – mais de 6 bilhões

Dividida em 66 livros e com cerca de 40 autores que escreveram em épocas diferentes, a Bíblia é de longe a obra mais lida de todos os tempos (muitas vezes não compreendida, mas certamente bastante lida). Atualmente existem traduções completas da Bíblia para mais de 440 línguas. Veja também: Por que a Bíblia católica tem mais livros?

Como são computados os votos nulo, em branco ou em uma legenda?

A diferença entre votar nulo (quando é digitado e confirmado um número inexistente), em branco (quando essa tecla específica é escolhida) ou em alguma legenda (quando se vota no partido em vez de escolher um candidato específico) é uma dúvida recorrente entre os eleitores brasileiros. Na reportagem abaixo, o advogado Hélio Silveira, membro da Comissão de Direito Eleitoral da seção paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), esclarece ao jornal Nexo o que acontece quando se escolhe uma dessas opções e tira dúvidas sobre as novas regras eleitorais, que passam a vigorar este ano.


Qual a diferença entre os votos branco e nulo?

Nenhum deles é computado para efeitos de cálculo do vencedor. Eles não interferem na votação. Ambos são manifestações de não participação do eleitor. É o que chamamos de abstenção funcional. O eleitor comparece à sessão, mas prefere não escolher um candidato. Por meio do voto em branco, ele manifesta sua indiferença aos candidatos. É como se ele dissesse: “para mim tanto faz”. Com o voto nulo, ele manifesta o seu repúdio a todos os candidatos. (…) Existe ainda aquele mito de que, se mais da metade dos eleitores votar branco ou nulo, a eleição é cancelada e deve ser convocada uma nova eleição. Isso não existe. Uma eleição pode ser anulada por outros motivos (como a Justiça Eleitoral declarar nulos mais de 50% de votos por causa de denúncias de irregularidades na campanha dos candidatos), mas não por esse.


O que é o voto de legenda?

A legislação brasileira permite que o eleitor vote na legenda (quando se digita apenas o número do partido) ou que ele escolha um candidato específico. Mas é como se fosse um voto só, porque o voto no candidato específico conta também para o partido. Em suma, todos os votos, nas eleições proporcionais (em que são eleitos vereadores e deputados), são atribuídos a um partido. Se eu voto em um partido, todos os votos que os candidatos desse partido receberem serão somados a uma única “cesta”, ou seja, do partido ou da coligação que ele faz parte. Esse voto vai ser considerado para se calcular o quociente partidário, que vai definir o número de vagas a que um partido terá, de modo que, quanto mais votos o partido ou coligação recebe, mais cadeiras ele terá.


Quais são as novas regras?

Com as novas regras, que entram em vigor nessas eleições de 2016, a lógica continua sendo a mesma: quando você vota em um candidato, você vota também em um partido ou em uma coligação. O que mudou é que agora se exige uma votação mínima para o candidato ser eleito. Caso o partido, na soma total dos votos, alcance o direito de ter mais de uma vaga na Câmara Municipal, o candidato dele precisa ter recebido pelo menos 10% dos votos do quociente eleitoral do partido ou coligação. Partidos que sempre defenderam voto em legenda agora precisam que os candidatos que tenham pouca expressão alcancem um número mínimo de votos para assegurar que eles possam ocupar a vaga. Caso contrário, será feito um novo cálculo e aquelas vagas não preenchidas ficarão para candidatos de outros partidos.


Qual o peso dos partidos na eleição?

O que um candidato a vereador pode prometer? Faça o teste.

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