Quanta água há na Terra? E como seria o formato da Terra sem a água dos oceanos?

A imagem ao lado foi criada para fins didáticos pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) e fornece uma boa ideia de como há pouca água no planeta Terra, comparado aos materiais sólidos que formam seu volume. Repare que estamos falando de volume, não de superfície. Cerca de 70% da superfície terrestre está coberta por água, mas o volume de água em relação ao volume da Terra é irrisório. Na ilustração, a esfera esverdeada representa o nosso planeta; e a esfera azul em cima dos EUA representa com precisão o volume de toda a água que existe nele – oceanos, mares, lagos, rios, lençóis freáticos, geleiras, nuvens, umidade do ar e até mesmo a água dentro de você, do seu animal de estimação e dos tomates na sua geladeira. De acordo com os cálculos do USGS, se representada em tamanho real, a esfera de água teria um diâmetro de aproximadamente 1385 km, com um volume de quase 1,4 bilhão de km³ (um quilômetro cúbico equivale a cerca de um trilhão de litros).

Formato da Terra sem a água dos oceanos:

Origem de expressões populares brasileiras

Extraído dos livros De onde vêm as palavras: origens e curiosidades da língua portuguesa, de Deonísio Silva (1997); e O Dialeto Caipira, de Amadeu Amaral (1982).


Uai: Há controvérsias quanto à origem desse típico dialeto caipira, muito falado nos estados de Minas Gerais e Goiás. Para o filólogo Amadeu Amaral (1875-1929), essa expressão, que indica surpresa ou dúvida, teria surgido da mudança da palavra “olhai” (com o sentido de “preste atenção”). Outra teoria remonta à construção de estradas de ferro com a ajuda dos ingleses, quando os caipiras teriam aportuguesado a palavra “why”, questionando o “porquê” de todo aquele esquema.

Tchê: São duas as teorias que explicam o nascimento dessa expressão tão usada no Rio Grande do Sul. A primeira é de que ela veio de “che” (algo como o nosso “ei”), termo comum entre os argentinos, uruguaios e paraguaios que vivem próximos à fronteira com o Brasil. Outra possibilidade é de que a expressão tenha vindo do idioma guarani, na qual pode significar algo como “eu”, “meu” ou “amigo”.

Diacho: De acordo com o professor e escritor Deonísio da Silva, esse termo é um eufemismo para diabo. Como na cultura popular brasileira citar essa palavra invocaria o próprio capeta, com o tempo, as pessoas foram criando versões “alternativas”, para não correrem esse risco. Essa é a mesma explicação para a popularização de “demo”, em vez de “demônio”. Outro eufemismo com essa origem seria “coisa-ruim”.

Vixe: Não há registros oficiais, mas são várias as referências de que o termo é uma forma reduzida da exclamação católica “Virgem Maria!”, dita em momentos de surpresa ou sustos. Uma forma ainda mais reduzida é o “ixe”, também muita usada em terras tupiniquins. Por aqui ainda temos o “nó”, uma espécie de “abreviação” de Nossa Senhora, e o “afe” ou “aff”, que abrevia a exclamação “Ave, Maria!”.

Eita: Registrada no dicionário Houaiss como uma interjeição que exprime satisfação ou espanto diante de alguma coisa, essa é uma dita “palavra expressiva”, sem origem definida e caracterizada por sons curtos e sem significado. Também grafada como “eta”, sua utilização é muito comum no Nordeste brasileiro.

Oxente: Interjeição utilizada com o significado de admiração ou surpresa. O termo, bastante popular na região nordeste do Brasil, é formado pela aglutinação da expressão “ó, gente!”. É comum, no entanto, ouvir a interjeição “oxe!”, que é uma forma ainda mais abreviada da expressão original que evoluiu da seguinte forma: Ó, gente! – Oxente! – Oxe!


Origens curiosas de algumas palavras

Ametista – Os gregos antigos se surpreenderiam ao saber que usamos essa pedra azul-violeta como um adorno e a guardamos numa caixinha de jóias. Para eles, a ametista era um amuleto para prevenir ressaca. Daí o nome: a, “sem”, e methystos, “embriaguez”.

Assassino – O mais antigo alucinógeno que se conhece é o haxixe, extraído das folhas do cânhamo. Há 18 séculos, os árabes já ficavam doidões mascando suas folhas. Acontece que algumas tribos árabes tinham também o hábito de torturar os inimigos capturados. E faziam isso em clima de festa, mascando haxixe. Essas tribos ficaram conhecidas como “comedoras de haxixe”, que em árabe se escreve hash-shas-hin, daí a palavra “assassino”.

Canário – O simpático passarinho amarelo tem nome de cachorro. Quando chegaram ao que hoje são as Ilhas Canárias, os romanos ficaram surpresos com a quantidade de cães selvagens. Por isso, chamaram o arquipélago de insula canaria, “a ilha dos cães”.

Companhia – As empresas estão ficando cada vez mais impessoais e, além disso, a própria expressão “Companhia Limitada” não deixa de ser uma afronta ao sentido original da palavra. Em latim, cum, “junto”, e panis, “pão”, significava “repartir o pão”. Pois é. Tudo mudou, desde as relações até o cardápio.

Cosméticos – A palavra grega para “ordem” era kosmos. Seu oposto era kaos, “bagunça”. Ao pé da letra grega, toda a parafernália hoje disponível de maquiagem e de produtos cosméticos serviria para consertar uma situação caótica.

Dizimar – Um caso típico de exagero numérico. Se a gente lê que uma população foi “dizimada”, o que se entende é que não sobrou quase ninguém, quando, na verdade, deveriam ter sobrado exatos 90%. “Dizimar” vem do latim decimo, “dez”. Quando havia alguma rebelião em suas legiões, os romanos executavam um de cada dez soldados.

Formidável – Quando alguém nos diz que um trabalho que apresentamos é formidável, nós agradecemos o elogio. Há mil anos, teríamos ficado deprimidos. Porque formidare queria dizer “assustar” em latim.

Ginástica – Quem decide malhar numa academia de ginástica sabe que vai ter, entre outras coisas, que gastar uma boa grana com equipamentos e roupas especiais. Os gregos achariam isso um desperdício de dinheiro, porque a palavra gymnos queria dizer, pura e simplesmente, “nu”. E gymnazo, de onde derivou “ginástica”, era “treinar pelado”.

Histérica – Para os gregos, as mulheres eram emocionalmente mais instáveis que os homens e, na falta de uma explicação mais científica, atribuíram essa instabilidade ao fato de elas possuírem útero, ou hystera.

Insulto – Um ataque físico é uma agressão, enquanto um ataque moral é um insulto. Mas houve um tempo em que o insulto era exatamente o mais físico dos ataques: a palavra vem do latim in, “em cima” e salio, “pulo”. Insultar era, literalmente, voar no pescoço do oponente. Quem disse que não estamos ficando mais civilizados?

Medíocre – Esse termo difamatório e seu irmão, “ordinário” eram, até há bem pouco tempo, usados com o sentido de “normal”. Ordinário é algo que está em ordem e medíocre é qualquer coisa que se situa na média. A mudança é o reflexo da competição acirrada dos tempos modernos: hoje em dia, ser igual aos outros ou atuar na média é uma tremenda desvantagem.

Nepotismo – A prática de arrumar uma boquinha para os parentes ganharem um troco sem precisar fazer muita coisa é um hábito antigo. O que mudou foi o grau de parentesco: nepotis era “sobrinho” em latim. Hoje, vale qualquer parente, até primo em quinto grau.

Precário – Precis, em latim, era “oração”, ou “prece”. Antigamente se acreditava que algo conseguido precariamente, ou seja, através da fé, era mais do que sólido. A mudança no sentido da palavra mostra que, com o tempo, os povos foram se convencendo de que ter fé é bom, mas insuficiente: além de rezar, é preciso fazer algo mais prático para conseguir se aprumar na vida.

Químico – Os árabes passaram séculos tentando encontrar uma maneira de transformar metais em ouro. Da palavra árabe para “ouro”, al-kimia, derivaram duas ciências: a própria alquimia, meio esotérica, e a química, mais científica, que se expandiu e hoje parece capaz de transformar qualquer coisa em qualquer coisa, menos metais em ouro.

Senador – A palavra latina senex quer dizer “velho”. É dela que vem, por exemplo, “senil”. Aqueles que conseguiam chegar à velhice sem caducar passavam a ser considerados sábios. E os povos antigos respeitavam esses velhinhos, tanto que eram reunidos numa espécie de Clube da Terceira Idade, a quem os jovens iam pedir opiniões e conselhos. Daí vieram os “senadores”, ou “associação de velhos”.

Sarcófago – Impressiona perceber que os sarcófagos egípcios conservaram as múmias quase intactas por milhares de anos. Mas os egípcios atribuiriam esse fato a uma falha de projeto. A palavra vem do grego sarx, “carne” e phagein, “comer”. Ou seja, a finalidade do sarcófago não era a de preservar o corpo do falecido, mas facilitar sua decomposição. Ou então, se não for isso, quem inventou a palavra estava falando grego.

Virilidade – Virtus, em latim, significa “virtude”. Por exemplo, falar com perfeição, ter excelentes padrões de moralidade, combater com coragem. A “virilidade”, ou a soma das virtudes, tanto se aplicava ao homem quanto à mulher. Mas aí o tempo foi passando, passando e “virilidade” se tornou sinônimo de “masculino”. Para a mulher, teve que ser criada a variação “virtuosa”.

Fonte: Superinteressante.

Os 10 lugares mais visitados no mundo

A lista foi elaborada pela conceituada revista de turismo americana Travel and Leisure e conta com o nome do ponto turístico, sua posição no ranking, a cidade e o país onde está localizado, a média aproximada de turistas que recebe por ano (com dados de 2013) e um breve comentário sobre o lugar. Qual deles você mais gostaria de conhecer?


1. Grande Bazar, Istambul, Turquia – 91 milhões

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Cerâmicas pintadas à mão, lanternas, tapetes estampados, peças de cobre, jóias de ouro no estilo bizantino e muitos outros produtos que prendem a atenção do público podem ser encontrados nos corredores do Grande Bazar, cujo prédio é datado do século XV. O local foi expandido recentemente e se tornou um ponto obrigatório não só para turistas, mas também para turcos que planejam barganhar produtos típicos com os comerciantes. As opções gastronômicas também valem o investimento, sendo que o destaque vai para os tradicionais kebabs e cafés turcos.


2. El Zócalo, Cidade do México, México – 85 milhões

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Formalmente conhecida como Praça da Constituição, a enorme Zócalo é repleta de curiosidades e eventos para turistas. O local costuma sediar paradas militares, eventos políticos e culturais, shows, mostras de arte, feiras e instalações de arte públicas. A Catedral Metropolitana e o Palácio Nacional dão o tom histórico da visitação à praça. Uma imponente bandeira mexicana hasteada diariamente no local reforça a identidade nacional do ponto turístico.


3. Times Square, Nova York, EUA – 50 milhões

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O coração de Nova York é o terceiro ponto turístico mais visitado do mundo. Além das luzes de neon que iluminam o local, há shows da Broadway, grandes lojas e algumas peculiaridades, como personagens fantasiados que posam para fotografias em troca de uma pequena compensação financeira. Áreas exclusivas para pedestres contam com mesas de café introduzidas há alguns anos para incentivar a interação entre as pessoas. A Times Square também conta com hotéis e acesso fácil ao transporte público, o que torna a intensa movimentação pelo local menos caótica.


4. Central Park, Nova York, EUA – 40 milhões

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Nova York possui grandes áreas verdes para a população fugir da constante agitação da megalópole. Mas nenhum parque é tão famoso quanto o Central Park, cuja extensão é de 3,41 km². Os programas turísticos envolvem passeios de carruagem, um pequeno zoológico e visitações ao Castelo de Belvedere, datado do século XIX. Aos que procuram um lugar para descansar, é possível arrumar um lugar para deitar nas áreas gramadas.


5. Union Station, Washington DC, EUA – 40 milhões

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Quase empatada com o Central Park está a Union Station, na capital americana Washington. Aberta em 1907, a estação comporta 12.500 passageiros que entram e saem da cidade diariamente. Além disso, milhões de turistas visitam o local para observar as estruturas arquitetônicas impecáveis da colossal construção. É possível encontrar traços que variam do estilo clássico ao barroco. Mais de 70 lojas nas imediações também tornam a Union Station um espaço de compras para os turistas.


6. Faixa de Las Vegas, Las Vegas, EUA – 30 milhões

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Em 2013, 77% dos turistas que visitaram Las Vegas decidiram se hospedar em hotéis localizados na extensa avenida de 6,4 quilômetros. É possível se deslumbrar no local com as fontes do hotel Bellagio e diversas lojas e cassinos que sempre estão de portas abertas para receber os turistas.


7. Santuário de Meiji Jingu, Tóquio, Japão – 30 milhões

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Construído há mais de 100 anos para homenagear o imperador Meiji e a imperatriz Shoken, o santuário é um ponto de paz em Tóquio cercado por uma floresta formada por mais de 100 mil árvores. Os turistas também ficam encantados com os jardins sazonais do local, repletos de vegetação típica que muda conforme as estações do ano.


8. Templo de Sensoji, Tóquio, Japão – 30 milhões

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Quase empatado com o Santuário de Meiji Jingu está o Templo de Sensoji, também localizado em Tóquio. O templo é o mais antigo da capital japonesa e foi dedicado ao ícone budista Bodhisattva Kannon. Seguindo as tradições locais, os estabelecimentos localizados nas imediações da construção vendem comida e outros bens aos peregrinos, cuja presença aumenta consideravelmente durante as festividades de réveillon.


9. Cataratas do Niágara, divisa entre EUA e Canadá – 22 milhões

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Localizada na divisa entre os EUA e o Canadá, as três gigantescas quedas d’água fazem circular 6 milhões de metros cúbicos de água por minuto em uma queda vertical de mais de 50 metros. Embora existam 500 quedas d’água maiores no mundo, as Cataratas do Niágara são um espetáculo à parte pelo impressionante visual que oferecem.


10. Grand Central Terminal, Nova York, EUA – 21 milhões

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Mesmo com a intensa agitação dos moradores de Nova York, os turistas costumam visitar o Grand Central Terminal para observar a arquitetura do local e a pintura no teto que ilustra as constelações. Lojas e restaurantes também atraem visitantes.

Fonte: Veja.

Quem é esse pokemon? As criaturas mais estranhas já encontradas pelo homem

Existem muitas criaturas ainda desconhecidos pelo homem. Seja no fundo do mar ou no interior da floresta amazônica, elas chamam atenção toda vez que são “descobertas”. Mas também há criaturas cuja origem muitas vezes não é entendida ou explicada. Seres extra-terrestres, resultados de experiências científicas malucas, falha genética devido a cruzamentos de espécies diferentes ou erro evolucionista? Veja alguns desses casos:


Criatura da praia de Nova York

Alguns jovens encontraram e fotografaram essa criatura e depois venderam a imagem para jornais. O local da descoberta fica perto de Centro de Controle de Zoonose de Plum Island, Nova York. Logo surgiram teorias sobre o governo estar realizando experiências estranhas. Entre as muitas hipóteses, afirmaram que se tratava de um cachorro ou um guaxinim em decomposição.  Porém, isso nunca foi provado.


Criatura do Panamá

Em setembro de 2009, quatro adolescentes fotografaram essa criatura perto de um rio em Cerro Azul, Panamá.  Segundo eles, o animal começou a persegui-los, então atiraram pedras nele até o matar, depois jogaram seu corpo na água. A única evidência eram as fotos, pois o corpo não foi encontrado. O governo emitiu uma nota afirmando que se tratava de uma preguiça em avançado estado de decomposição.


Criatura da Tailândia

Uma série de imagens surgidas em 2007 retratava uma espécie de cerimônia na qual aldeões tailandeses estavam ao redor de uma criatura desconhecida. A cerimônia seria para se livrar de uma possível influência maligna trazida pela criatura. Por isso, seu corpo foi coberto com talco. Embora os membros lembrem cascos, o restante do corpo não parece nada com uma vaca.


Criatura da Louisiana

Em 10 dezembro de 2010, a rede de televisão americana NBC mostrou essa fotografia que um caçador havia tirado depois de voltar e para seu acampamento em Berwick, Louisiana. Tudo estava destruído e ele culpou a criatura, que sumiu na floresta depois de ser fotografada. A primeira reação foi afirmar que era uma imagem manipulada, mas especialistas que tiveram acesso não puderam provar se era realmente falsa.


Criatura do México

Em maio de 2007, Mario Moreno Lopez, um agricultor na cidade de Metepec, México, encontrou esta criatura na armadilha que tinha preparado para apanhar ratos perto de sua casa. Mario morreu pouco tempo depois de sua descoberta, quando seu carro pegou fogo espontaneamente. Os bombeiros disseram que o fogo estava a uma temperatura excepcionalmente alta para um incêndio normal. Imediatamente surgiram teorias de que ele fora atacado por alienígenas, já que a região é conhecida por supostas aparições de discos voadores.

Saiba quais são os sobrenomes mais comuns no Brasil e no mundo

Primeiramente, qual é a origem dos sobrenomes?

idEles foram criados para diferenciar os nomes repetidos – fato comum desde as culturas mais antigas. Os primeiros sobrenomes de que se tem notícia são os patronímicos – nomes que fazem referência ao pai: Simão Filho de Jonas, por exemplo. Esse gênero difundiu-se bastante na língua inglesa, em que há uma grande quantidade de sobrenomes que terminam em son (filho) – como Stevenson, ou “filho de Steven”. Como esse método era limitado, alguns sobrenomes começaram a identificar também o local de nascimento: Heron de Alexandria. Eles se tornaram hereditários à medida que a posse das terras passou a ser transmitida de geração em geração. Por isso mesmo, nobreza e clero foram os primeiros segmentos da sociedade a ter sobrenome, enquanto as classes baixas eram chamadas apenas pelo primeiro nome.

O último nome, identificando a família, era inclusive usado como “documento” na hora da compra e venda da terra, um luxo reservado apenas aos mais favorecidos. “Existem documentos de 1161 em que as pessoas citadas já tinham sobrenomes”, diz a historiadora Rosemeire Monteiro, da Universidade Federal do Ceará. O costume se ampliou com a inclusão de características físicas e geográficas ou de nomes de profissões. Assim, o nome Rocha significa que o patriarca dessa família provavelmente vivia numa região rochosa. Silveira, por exemplo, vem do latim silvester (de floresta), que também deu origem ao popular Silva. O registro sistemático dos nomes de família, independente de classe social, começou no século XVI, por decreto da Igreja Católica, no Concílio de Trento (1563).

Fonte: Mundo Estranho.

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Sobrenomes mais comuns do Brasil

1. Silva (5 milhões)

2. Santos (3,9 milhões)

3. Oliveira (3,7 milhões)

4. Souza (2,6 milhões)

5. Rodrigues (2,3 milhões)

6. Ferreira (2.3 milhões)

7. Alves (2,2 milhões)

8. Pereira (2,2 milhões)

9. Lima (2 milhões)

10. Gomes (1,6 milhão)

Fonte: Lista10.

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Sobrenomes mais comuns do mundo

1. Lee (China)

2. Zhang (China)

3. Wang (China, Japão e Coreias)

4. García (Espanha e América Latina)

5. González (Espanha e América Latina)

6. Hernández (Espanha e América Latina)

7. Smith (Inglaterra e Estados Unidos)

8. Smirnov (Rússia)

9. Müller (Alemanha)

10. Silva (Brasil e Portugal)

Fonte: Top10Mais.

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Sobrenomes mais comuns da Europa

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Brasões das famílias portuguesas

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