Ex-advogado tatua mapa mundi nas costas e colore países que conhece

tatoo1Até 2006, o americano Bill Passman, de 59 anos, nunca tinha tido um passaporte. Após acordar um dia e se perguntar o que havia acontecido com seu sonho de juventude de viajar muito, ele resolveu largar o emprego de advogado e começou a rodar o mundo. A prova da mudança no estilo de vida de Bill está em sua própria pele. Ele fez uma tatuagem com o contorno do mapa mundi nas costas, e cada novo país visitado é preenchido com uma cor. O desenho está cada vez mais colorido: são 65 países até o momento. Sua primeira viagem foi à Tanzânia, na África, para escalar o monte Kilimanjaro. Desde então, Bill vem viajando pelo globo e colorindo suas costas. Afirma que aprendeu a “mochilar” e lançou um livro com dicas para viajar muito gastando pouco.

Bill conta que esteve no Brasil em 2011 e visitou as cataratas do Iguaçu, Paraty, Rio de Janeiro, Natal e Manaus. Também fez um passeio de barco de 8 dias pela Amazônia. Nesta segunda-feira (26), ele parte para a Dinamarca e em seguida para a Rússia. Ele decidiu enfrentar o preenchimento do maior país do mundo na semana passada. “Aproveitei que eu tinha tempo e já havia comprado as passagens”, conta. O trabalho durou 2 horas, mais 40 minutos de retoques posteriores. Ele faz questão de dizer que a tatuagem é uma confirmação de sua paixão por viajar, mas não define seus destinos. “Não é meu plano visitar os países apenas para colorir minha tatuagem. Tanto que estive na Guatemala mais de 20 vezes, simplesmente porque eu gosto de lá”, diz. Mas Bill gosta tanto de conhecer lugares, pessoas e culturas que seu tatuador deve continuar bastante ocupado. “Vejo muitas cores na minha tatuagem no futuro”.

Fonte: G1.

38% dos universitários brasileiros são analfabetos funcionais, segundo Inaf

38% dos universitários brasileiros não dominam habilidades básicas de leitura e escrita, segundo o Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf), divulgado pelo Instituto Paulo Montenegro e pela ONG Ação Educativa. O indicador reflete o expressivo crescimento de universidades de baixa qualidade. Criado em 2001, o Inaf é realizado por meio de entrevista e teste cognitivo aplicado em uma amostra nacional de 2 mil universitários, que respondem perguntas relacionadas ao cotidiano, como, por exemplo, sobre o itinerário de um ônibus ou o cálculo do desconto de um produto. O indicador classifica os avaliados em quatro níveis de alfabetização: plena, básica, rudimentar e analfabetismo. Aqueles que não atingem o nível pleno são considerados analfabetos funcionais, ou seja, são capazes de ler e escrever, mas não conseguem interpretar e associar informações.

Para a diretora executiva do IPM, Ana Lúcia Lima, os dados da pesquisa reforçam a necessidade de investimentos na qualidade do ensino. “A primeira preocupação foi com a quantidade, com a inclusão de mais alunos nas escolas. Porém, o relatório mostra que já passou da hora de se investir em qualidade”, diz Ana Lúcia. Segundo dados do IBGE, cerca de 30 milhões de estudantes ingressaram nos ensinos médio e superior entre 2000 e 2009. Para a diretora do IPM, o aumento foi bom, pois possibilitou a difusão da educação em vários estratos da sociedade. No entanto, a qualidade do ensino caiu por conta do crescimento acelerado. “Algumas universidades só pegam a nata e as outras se adaptaram ao público menos qualificado por uma questão de sobrevivência”, diz.

Para a coordenadora-geral da Ação Educativa, Vera Masagão, o indicativo reflete a “popularização” do ensino superior sem qualidade. “Num mundo ideal, qualquer pessoa com uma boa 8ª série deveria ser capaz de ler e entender um texto ou fazer problemas com porcentagem, mas no Brasil ainda estamos longe disso”. Segundo Vera, o número de analfabetos funcionais só vai diminuir quando houver programas que estimulem a educação como trampolim para uma maior geração de renda e crescimento profissional. “Existem muitos empregos em que o adulto passa a maior parte da vida sem ler nem escrever, e isso prejudica a procura pela alfabetização”, afirma.

Com informações de: Estadão.


Lula lendoApenas 8% dos brasileiros adultos são plenamente alfabetizados

Segundo relatório divulgado recentemente, apenas 8% das pessoas em idade de trabalhar são consideradas plenamente alfabetizadas, isto é, capazes de entender e se expressar por meio de letras e números. Eles estão no nível “proficiente” em um índice chamado Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional). Um indivíduo considerado “proficiente” é capaz de compreender e elaborar textos, além de conseguir opinar sobre o posicionamento ou estilo do autor do texto. Também é apto a interpretar tabelas e gráficos simples; e compreende, por exemplo, que tendências aponta ou que projeções podem ser feitas a partir dos dados. Numa situação ideal, todos os estudantes que completam o ensino médio deveriam alcançar esse nível. Segundo o relatório Alfabetismo e o Mundo do Trabalho, há cinco níveis de alfabetismo funcional: analfabeto (4%), rudimentar (23%), elementar (42%), intermediário (23%) e proficiente (8%). O grupo de “analfabeto” mais o de “rudimentar” são considerados analfabetos funcionais. O estudo foi conduzido pelo IPM (Instituto Paulo Montenegro) e pela ONG Ação Educativa. No conjunto, foram entrevistadas 2002 pessoas entre 15 e 64 anos de idade, residentes em zonas urbanas e rurais de todas as regiões do país. (Fonte: UOL Educação)


Um retrato das políticas educacionais

A reportagem a seguir é da afiliada da rede Globo no Amazonas. Ela mostra um garoto de 9 anos que será aprovado para o 3º ano do Ensino Fundamental mesmo sem saber escrever o próprio nome ou recitar o alfabeto. A situação deste garoto, como a de outros milhares pelo Brasil afora, retrata bem a política educacional adotada pelo governo brasileiro nos últimos anos, que, numa tentativa frustrada de disfarçar os altos índices de analfabetismo e reprovação, toma medidas ridículas, como aprovar os alunos a todo custo, mesmo sem aprendizado satisfatório. É lamentável.

Leia a matéria completa no G1.


Brasil fica em penúltimo lugar em ranking de educação

O Brasil ficou em penúltimo lugar em um ranking global de educação que comparou 40 países. A pesquisa foi encomendada pela Pearson à consultoria britânica Economist Intelligence Unit. O ranking é baseado em testes de matemática, ciências e línguas a cada três ou quatro anos. Os 40 países foram divididos em 5 grandes grupos de acordo com os resultados. Finlândia e Coreia do Sul dominam o ranking. Na sequência figura uma lista de asiáticos, como Hong Kong, Japão e Cingapura. Ao lado do Brasil, mais 6 nações foram incluídas na lista dos piores sistemas de educação do mundo: Turquia, Argentina, Colômbia, Tailândia, México e Indonésia. Veja a lista completa:

ranking pearson

Ao analisar os sistemas educacionais mais bem-sucedidos, o estudo concluiu que investimentos são importantes, mas não tanto quanto manter uma verdadeira “cultura” nacional de aprendizado, que valoriza professores, escolas e a educação como um todo. Daí o alto desempenho das nações asiáticas no ranking. Nesses países o estudo tem um distinto grau de importância na sociedade e as expectativas que os pais têm dos filhos são muito altas. Comparando a Finlândia e a Coreia do Sul, por exemplo, vê-se enormes diferenças entre os dois países, mas um “valor moral” concedido à educação muito parecido. O relatório destaca ainda a importância de empregar professores de alta qualidade, a necessidade de encontrar maneiras de recrutá-los e o pagamento de bons salários. Há ainda menções às consequências econômicas diretas dos sistemas educacionais de alto e baixo desempenho, sobretudo em uma economia globalizada baseada em habilidades profissionais. (Com informações de: BBC Brasil)


O povo que não lê

Pesquisas recentes têm confirmado que o povo brasileiro é avesso à leitura. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro em 2011, mostrou que o brasileiro lê em média 4 livros por ano, a maioria didáticos, ou seja, livros exigidos por professores em escolas e universidades. Com efeito, lê-se mais por obrigação do que por vontade própria. Os brasileiros preferem utilizar seu tempo de lazer com outras atividades. Apenas 24% afirmam gostar de ler jornais, revistas, livros e textos na internet quando dispõem de tempo livre. A maioria da população (85%) desfruta seu ócio assistindo TV. Segundo dados do IBGE, em média, o brasileiro lê apenas 6 minutos por dia, enquanto fica 2 horas e 35 minutos na frente da televisão. O brasileiro lê muito menos que os europeus e os americanos, que leem de 9 a 11 livros em média por ano. Estes dados são preocupantes e ajudam a explicar outro fenômeno alarmante: o do crescente analfabetismo funcional. Segundo pesquisa divulgada pela PUC de Brasília, mais da metade dos universitários brasileiros são analfabetos funcionais.

Fonte: Revista Vila Nova.

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Sobre a prática de infanticídio em algumas tribos indígenas da Amazônia

Hoje é Dia das crianças. Quero aproveitar a data para alertar sobre um triste fato do nosso Brasil: Enquanto a maioria das crianças brasileiras ganha presentes hoje, uma minoria indefesa está sendo cruelmente assassinada nas aldeias indígenas.

Fiquei pasmo quando li numa matéria da Folha que o terrível costume indígena de enterrar crianças vivas – ou abandoná-las na floresta para morrer – persiste em pleno século 21 em cerca de 20 etnias brasileiras. Segundo a reportagem, os bebês são escolhidos para morrer por diversos motivos, desde nascer com deficiência física ou mental a ser gêmeo ou filho de mãe solteira. ONGs acusam o governo de cruzar os braços diante da morte de crianças e defendem que o Estado seja obrigado por lei a protegê-las.

A polêmica chegou ao Congresso em 2007, quando o deputado Henrique Afonso (PV-AC) apresentou um projeto de lei que previa punir agentes de saúde e da Funai (Fundação Nacional do Índio) que não tomarem “medidas cabíveis” para impedir o ritual. Eles responderiam por crime de omissão de socorro, cuja pena varia de multa a prisão por até um ano. “As tradições dos povos indígenas devem ser respeitadas, mas o direito à vida é um valor universal e garantido pela Constituição”, afirma o deputado.

Do outro lado da discussão, políticos, antropólogos e assessores da Funai pressionaram a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, que adiou a votação da proposta. A deputada Janete Pietá (PT-SP) se diz uma atuante em defesa da autonomia dos povos indígenas e afirma: “A tradição de sacrificar crianças é mantida por poucas comunidades. O Brasil tem mais de 200 povos indígenas. Se isso ainda ocorrer em 20, são apenas 10%”.

Nos bastidores, a Funai fez de tudo para enfraquecer o texto com o argumento de que ele criaria uma interferência cultural indevida e reforçaria o preconceito contra os índios. Em 2010, a Funai ainda processou a entidade evangélica JOCUM pela exibição de um documentário sobre o infanticídio. A Justiça determinou a retirada do vídeo do YouTube por entender que ele incitava o preconceito e causava dano à imagem dos índios.

Links sobre cultura clássica

Lista de filmes sobre a Grécia Antiga

Letras Clássicas – Curso de Graduação em de Letras Clássicas da UFPB.

Dicionário de Latim – Traduza palavras e expressões para português.

Thesaurus Linguae Graecae – Biblioteca digital de literatura grega.

Perseus – Textos em grego e em latim, com tradução para o inglês.

Curso de Latim Online – Ministrado pelo professor Rafael Falcón.

Rafael Falcón – Professor, palestrante e pesquisador.

Bible Hub – Recursos para estudar textos bíblicos.

Isso é Grego! – Recursos para estudar grego koinê.

Chou Seh-fu – Recursos para estudar grego antigo.

Type Greek – Transliteração para o alfabeto grego.

Biblioteca Augustana – Textos em grego e latim.

Latinitas Brasil – Leitura de textos em língua latina.

Ephemeris – Notícias diárias em latim.

The Latin Library – Textos em latim.

SBEC – Sociedade Brasileira de Estudos Clássicos.

SEEC – Sociedad Española de Estudios Clásicos.

Classica Digitalia – Biblioteca online de estudos clássicos.

Estudos Clássicos – Portal da Universidade de Coimbra.

Dickinson College – Comentários sobre textos clássicos.

Fluir Perene – Projeto de divulgação da cultura clássica.

Theoi – Deuses da mitologia grega.

LHIA – Laboratório de História Antiga (UFRJ).

NEA – Núcleo de Estudos da Antiguidade (UERJ).

CEIA – Centro de Estudos Interdisciplinares da Antiguidade (UFF).

GEMAM – Grupo de Estudos sobre o Mundo Antigo e Medieval (UFSM).

NEHMAAT – Núcleo de Estudos em História Medieval e Antiga (UFF).

MERIDIANUM – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais (UFSC).

Idade Média Brasil – Mapeamento de estudos medievais no Brasil.

ABREM – Associação Brasileira de Estudos Medievais.


ALFABETO GREGO:

α (alfa)   β (beta)   γ (gama)   δ (delta)   ε (épsilon)

ζ (zeta)   η (eta)   θ (teta)   ι (iota)   κ (capa)

λ (lambda)   μ (mi)   ν (ni)   ξ (csi)   ο (ômicron)

π (pi)   ρ (rô)   σ (sigma)   τ (tau)   υ (úpsilon)

φ (fi)   χ (qui)   ψ (psi)   ω (omega)   Γ (Gama)

Δ (Delta)   Π (Pi)   Σ (Sigma)


Veja também:

Links de utilidade pública

Links de utilidade acadêmica

Links de teologia reformada

Links de filosofia

 

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