Sobre “O Show de Truman”

Esta semana assisti The Truman Show (O Show de Truman, 1998), estrelado por Jim Carrey. A proposta é ousada. Terminei o filme eufórico. É o tipo de filme que conquista pela inteligência, prende pela curiosidade, encanta pela mensagem e faz pensar. Todas as outras obras de ficção científica que exploram o tema da realidade simulada geralmente ocorrem num futuro muito distante e envolvem invasões alienígenas ou rebelião de robôs e computadores superdotados de inteligência artificial. A história de Truman, ao contrário, se passa no tempo presente (1998) e envolve apenas uma grande emissora de televisão patrocinada por milionários anúncios publicitários e detentora de uma enorme audiência no mundo todo. É muito mais viável. De todas as releituras que já vi ou ouvi da alegoria da caverna de Platão, esta foi a melhor. Até então, quem ocupava esse posto era Matrix, que na verdade é apenas uma variação do experimento mental do cérebro numa cuba.

Truman Burbank (Jim Carrey) é um astro da TV incrivelmente famoso, mas ele não sabe disso. Sua vida é um reality show apresentado 24 horas por dia para bilhões de telespectadores ao redor do mundo, só que ele nem desconfia. A cidade onde ele nasceu, cresceu, estudou, trabalha e sempre viveu não é real: é apenas um cenário. Todas as pessoas com quem ele diariamente mantém contato e se relaciona, incluindo sua esposa e seu melhor amigo, são atores ou figurantes. Todos estão ali atuando para que Truman acredite estar vivendo uma vida normal. Truman começou a ser monitorado ainda na barriga da sua mãe. Seu nascimento foi transmitido ao vivo, seus primeiros passos, suas primeiras descobertas… O diretor do programa controla tudo no cenário, incluindo o clima. A coisa começa a ficar muito dramática quando Truman começa a suspeitar da realidade e embarca em uma emocionante busca para descobrir a verdade sobre a sua vida. O enredo envolve questões éticas, direitos humanos, publicidade e propaganda, o “sonho americano”, uma profunda reflexão filosófica e até um romance. Procure esse filme e dedique 2 horas dessas férias para assisti-lo: garanto que não vai se arrepender!

O Zorro original da Disney (1957)

zorro-disneyQuando eu era criança, aguardava ansioso, todas as noites, a hora de assistir a minha série favorita na TV. As outras crianças se amarravam em Cavaleiros do Zodíaco, Dragon Ball, Power Rangers… Mas eu tinha um gosto excêntrico e meu herói favorito era o Zorro. Não qualquer Zorro, desses modernos e sem graça. Eu só gostava do Zorro original, o Zorro de verdade, o melhor Zorro de todos os tempos, o insuperável Zorro lançado pela Disney em 1957. Para mim, Guy Williams não interpretava o Zorro, ele era o próprio Zorro! Muitos anos depois, já adulto, quase chorei de emoção quando achei no YouTube essa relíquia. Compartilho abaixo a abertura da série dublada. Há ainda a possibilidade de assistir episódios aleatórios no YouTube, dublados ou legendados – basta pesquisar por “zorro disney” ou algo assim. (Série completa em inglês aqui).

70 filmes para estudar História

Que tal estudar História jogado no sofá, comendo uma pipoquinha? Sim, é possível! Confira abaixo uma lista de 70 filmes que o portal Guia do Estudante preparou para ajudar os vestibulandos a largar a rotina de livros e apostilas para se divertir um pouco:

Pré-história
– A Guerra do Fogo
– 10.000 a.C.
– O Elo Perdido

Grécia Antiga e helenísmo
– 300
– Alexandre
– Tróia

Império Romano
– Asterix
– Gladiador
– Calígula
– Átila, o Huno
– Augustus
– Spartacus

Idade Média e feudalismo
– O Nome da Rosa
– O Incrível Exército de Brancaleone
– Cruzada
– Coração Valente
– Joana D’Arc
– O Sétimo Selo

Grandes Navegações
– 1492: A Conquista do Paraíso
– Cristóvão Colombo: A Aventura do Descobrimento

Absolutismo na Europa
– O Homem da Máscara de Ferro
– Cromwell

Reforma Protestante
– Lutero

Renascimento
– Dom Quixote
– Agonia e Êxtase
– Shakespeare Apaixonado
– Giordano Bruno

Revolução Francesa
– Danton
– Maria Antonieta
– A Queda da Bastilha

Revolução Industrial
– Tempos Modernos
– Germinal

Revolução Russa
– Rasputin
– O Encouraçado Potenkim
– Reds

2ª Guerra Mundial
– O Grande Ditador
– A Vida É Bela
– Pearl Harbor
– A Queda
– A Última Bomba Atômica
– Cartas de Iwo Jima
– O Resgate do Soldado Ryan
– Arquitetura da Destruição
– Europa, Europa

Guerra Fria
– Dr. Fantástico
– Os 13 Dias que Abalaram o Mundo
– Boa Noite e Boa Sorte
– Intriga Internacional
– Topázio
– O Dia Seguinte

Guerra do Vietnã
– Platoon
– Apocalipse Now
– Corações e Mentes

Luta dos negros por direitos civis
– Mississipi em Chamas
– Malcolm X

América Latina (1950 a 1960)
– Diários de Motocicleta
– Chove Sobre Santiago
– O Segredo de Seus Olhos

África no século 20
– O Último Rei da Escócia
– Diamante de Sangue
– Hotel Ruanda
– O Jardineiro Fiel

Crise do socialismo e fim da União Soviética
– Adeus, Lênin

Conflito entre Israel e Palestina
– Lemon Tree
– Paradise Now
– Promessas de um Novo Mundo

Terrorismo e guerras dos anos 2000
– Guerra ao Terror
– Restrepo
– Caminho para Guantánamo
– Fahrenheit 9/11

Documentário “Eu maior”

“Eu Maior” é um filme documentário brasileiro lançado no final do ano passado em várias salas de cinema do País. Para a gravação do longa-metragem, foram entrevistadas 30 personalidades, incluindo líderes espirituais, políticos, intelectuais, artistas, esportistas, cientistas e filósofos. Recomendo o filme porque ele toca as questões fundamentais da filosofia, as perguntas mais inquietantes e desafiadoras feitas pela humanidade. O filme dura uma hora e meia. Saiba mais no site oficial.

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