Experimentos científicos macabros realizados pela antiga URSS com cachorros

cientista malucoUm cachorro de duas cabeças e uma cabeça de cachorro mantida viva separada do corpo. Esses são apenas dois exemplos da crueldade que era frequentemente praticada contra animais indefesos em nome de um suposto progresso científico na antiga União Soviética (URSS). Os vídeos contém cenas bastante desagradáveis. Se você é sensível a esse tipo de conteúdo, recomendo não assisti-los.

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O cachorro de duas cabeças

Em 1954, o cientista soviético Vladimir Demikhov chocou o mundo quando revelou uma monstruosidade cirurgicamente criada: um cachorro de duas cabeças. Trabalhando em um laboratório localizado nos arredores de Moscou, ele enxertou a cabeça, ombros e as patas dianteiras de um filhote no pescoço de um pastor alemão.

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Demikhov preparou uma apresentação diante de repórteres de todo o mundo. Jornalistas suspiravam enquanto as duas cabeças se debruçavam para beber simultaneamente em uma tigela de leite e estremeciam enquanto o leite da cabeça do filhote pingava do tubo desconectado de seu esôfago. A União Soviética ostentou o cachorro como prova da proeminência médica da nação. No decorrer dos 15 anos seguintes, Demikhov criou um total de 20 outros cachorros de duas cabeças. Nenhum deles viveu por muito tempo, sendo vítimas inevitáveis das consequências de rejeição de tecido. O recorde foi um mês.


A cabeça viva separada do corpo

Podemos sobreviver caso nossa cabeça seja completamente separada do corpo? Muitos diriam que não, mas o cientista Sergei Brukhonenko conseguiu manter a cabeça de um cachorro viva em 1928! Sergei apresentou um vídeo como prova no 3º Congresso de Psicólogos da URSS e graças às maravilhas e horrores da internet, ele está aqui. Neste vídeo perturbador, o cientista manteve a cabeça do cão viva através de uma máquina que ele chamou de “autojector”, que nada mais era do que coração e pulmões mecânicos que supriam as necessidades de sangue e oxigênio da cabeça. A cabeça do cachorro reage a diversos estímulos externos: abre os olhos, lambe a boca e se incomoda com barulhos.

Com informações de: Hypescience.

O monge e o escorpião

scorpionUm monge e seus discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bicho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio. O monge foi novamente à margem, pegou um galho de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou. Voltou o monge e juntou-se aos seus discípulos na estrada. Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados: “Mestre, deve estar doendo muito! Por que foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!”. O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu: “Ele apenas agiu conforme a sua natureza, e eu conforme a minha. Cada um oferece aquilo que tem”.

O preço do churrasco

Calcula-se que, para produzir apenas um quilo de carne bovina, gasta-se 15 mil litros de água potável. Acresça-se a isso a quantidade de ração que o animal ingere durante toda a vida e a quantidade de gases poluentes que expele na atmosfera. Se você, como eu, não está familiarizado com os números da pecuária, saiba ao menos que há muito trabalho, tempo e recurso natural envolvido no processo. Não quero, com isso, incentivar o vegetarianismo. Até porque amo carne e acho que não conseguiria retirá-la da minha dieta. Quero apenas dizer que, desprezando por um momento o gasto econômico e considerando apenas o gasto ecológico da produção da carne bovina, ela deveria, no mínimo, ser consumida com mais responsabilidade e menos desperdício.

É um absurdo a quantidade de carnes nobres que vão pro lixo todos os dias após o expediente de uma churrascaria que serve rodízio. Carnes de excelente qualidade são rejeitadas no prato por clientes ricos e mimados apenas por terem esfriado durante a conversa e o chope. E o pior de tudo nem é isso: é que essas carnes rejeitadas não podem ser doadas aos pobres, aos mendigos, aos famintos, aos miseráveis. Por norma da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), elas devem ir para o lixo, sob pena de o estabelecimento ser multado e até interditado se isso não acontecer. Eu até entendo, em parte, a preocupação da Anvisa; até entendo que consumir carnes rejeitadas de um rodízio pode ser prejudicial à saúde das pessoas. Mas não estou convencido de que passar fome é menos prejudicial. Para evitar esse pecado, penso que o ideal seria mudarmos nossa relação com a carne. Como nos velhos tempos, aquele que, com água na boca, desejasse devorar uma suculenta picanha na brasa, deveria ele próprio empunhar uma faca e abater um boi, em vez de apenas ir ao açougue do supermercado e pedir os cortes já prontos, apenas esperando pelo sal grosso. Isso certamente mudaria muito a nossa relação com a carne, tornando-nos muito mais responsáveis no seu consumo, pois teríamos plena consciência de que, por aquele sabor, por aquele cheiro gostoso de gordura assada, pelo deleite daquele banquete, muitos recursos naturais foram gastos e pelo menos uma vida animal foi sacrificada.

Gosto muito da cena de Avatar em que Neytiri está ensinando Jake a ser um verdadeiro Na’vi. Entre outras coisas, ela o ensina a usar com destreza o arco e flecha. Quando este finalmente consegue, para fins de alimentação, caçar e abater um animal de forma rápida, dando-lhe uma “morte limpa”, ele se ajoelha ao lado do bicho morto e, com as mãos impostas sobre ele, diz algo como “vá em paz, irmão, una-se novamente a Eiwa (divindade da Natureza)”. Após isso, Neytiri, que o tempo todo estava observando de perto a caçada, diz a Jake: “Você está pronto”. Eu sei que não há a mínima chance disso acontecer, isto é, de todos nós passarmos a abater nossa própria comida. Mas eu tenho esperança que, após refletir sobre este assunto, você pelo menos mude de atitude. Não espero que você deixe de comer carne, mas apenas que passe a comê-la com responsabilidade e consciência ecológica, em uma atitude mínima de reverência à vida animal que foi sacrificada para o seu deleite. Você está pronto?

Extinção do rinoceronte negro

Veja também: Extinção da tartaruga gigante de Galápagos

Esta notícia é muito triste. Mais uma espécie animal foi extinta para sempre da face da Terra. Dessa vez foi o rinoceronte negro, espécie nativa das savanas da África Central. Devido à caça ilegal e a falta de fiscalização por parte dos governos, a população de rinocerontes diminuiu gradualmente até que, recentemente, o último representante da espécie morreu sem reproduzir. O rinoceronte negro foi declarado oficialmente extinto pela UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza). A humanidade nunca mais verá esses gigantes da savana a não ser em fotos, como esta:

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