A música por trás de uma foto

No TEDx São Paulo de 2009, o músico Jarbas Agnelli conta a história por trás da música “Birds on the wires” (Pássaros nos fios), inspirada numa famosa foto de pássaros pousados nos fios de um poste, a qual ele associou a uma partitura. Segundo Agnelli, não foi ele, mas os pássaros que compuseram a canção. Ele apenas enxergou isso e executou a obra. O resultado é belo e inspirador.

Artista italiana retrata líderes mundiais fazendo seu “dever diário”

A artista italiana Cristina Guggeri lançou uma série intitulada Il Dovere Quotidiano (“O Dever Diário” em português) que mostra alguns dos mais importantes líderes mundiais no banheiro fazendo suas necessidades fisiológicas. Apenas um lembrete de que, apesar do poder e das instituições, somos todos humanos, animais, cagões.

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O que vi no Campus Festival 2014

campus festival 2014No último fim de semana, emendado com esse feriado da segunda, estive no Espaço Cultural José Lins do Rego (em João Pessoa-PB) participando da segunda edição do Campus Festival – Conferência Universitária de Artes integradas e Tecnologia, o maior evento universitário do Nordeste, que este ano teve como tema “Nômades globais na savana digital”. Como prometi no meu perfil do Facebook, resolvi contar o que vi por lá. Foram basicamente dois dias de palestras e debates sobre os mais variados temas (com cientistas, pesquisadores, artistas, convidados ilustres e palestrantes renomados), duas noites de shows e apresentações musicais (Nação Zumbi, Seu Pereira e Coletivo 401, Os Gonzagas, entre outros), uma exposição de artes visuais (fotografias, pinturas, ilustrações e desenhos de 14 artistas da Paraíba) e uma mostra de cinema (6 filmes de diretores paraibanos) – isso sem mencionar o convívio com um monte de gente bacana. A experiência valeu muito a pena. Foi como o Charlezine: conteúdo inteligente para mentes curiosas. Os R$ 70,00 da inscrição foram um investimento muito bem aplicado. Ano que vem quero participar de novo.

As palestras e debates ocorreram de forma simultânea em 5 espaços diferentes, divididos de acordo com o tema de interesse. Nos quatro auditórios do Espaço Cultural, os estudantes podiam discutir com especialistas de suas respectivas áreas acadêmicas divididas em quatro eixos temáticos: Comunicação, Saúde, Design e Arquitetura, Direito e Sociedade. Enquanto isso, no Teatro Paulo Pontes – que, por sinal, depois da reforma ficou lindo (fotos abaixo) –, as atrações mais aguardadas se revezavam na programação principal. Durante todo o evento, não participei de nada nos auditórios. Preferi ouvir todas as palestras da programação principal no Teatro Paulo Pontes; e não me arrependi. Em um ambiente misto, diverso e multicultural, aprendi um pouco sobre os assuntos mais variados. A experiência foi positiva por me fazer sair um pouco do gueto da minha especialização acadêmica (filosofia) e ter contato com o que de mais interessante está rolando nas universidades como um todo, em outros cursos, outras áreas do saber, outros mundos. Esse contato ampliou minha visão de mundo, abriu minha mente a novas ideias, me possibilitou colidir universos bastante distintos. Saí de lá com ideias fervilhando.

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Teatro Paulo Pontes (Foto: Charles Andrade)
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Teatro Paulo Pontes (Foto: Charles Andrade)

Marcado para ter início às 14h, a abertura do evento no sábado (06) atrasou um pouco. Um show à parte foi o apresentador e mestre de cerimônias, que se apresentou como Dom Quixote, inspirado no icônico personagem de Cervantes. Com sua fantasia pra lá de criativa e sempre recitando versos e poemas famosos, ele deu um toque poético e literário às apresentações. Eu não resisti e quis tirar uma foto com essa figura.

Dom Quixote
Eu e Dom Quixote

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Silvio Meira e Alfredo Júnior

O primeiro bate papo da tarde foi sobre o tema “Negócios sociais: conexões que mudam o mundo” e contou com a participação de Silvio Meira e Alfredo Júnior, ambos de Recife-PE. Silvio Meira é cientista, pesquisador, engenheiro, especialista em ciências da computação e fundador do CESAR Recife – Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (veja aqui sua participação no programa De Frente com Gabi). Alfredo Júnior é CEO e co-fundador do Impact Hub Recife, além de organizador do TEDx Recife, a ser realizado no próximo dia 16 (estarei lá e depois conto tudo também). Tanto Silvio quanto Alfredo são especialistas e referências nacionais na área de tecnologia, informática e computação. Dentre os assuntos discutidos, um em especial me chamou a atenção. Descobri que, se tudo correr bem, com o planejamento, o empenho e os investimentos atuais, a cidade do Recife tem tudo para se tornar, nas próximas décadas, o “Vale do Silício” brasileiro, um pólo de relevância mundial na área de tecnologia e inovação. Contribui para isso, hoje, o funcionamento a pleno vigor do Porto Digital, um pólo de desenvolvimento de softwares e economia criativa localizado no centro histórico de Recife desde o ano 2000.

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André Braga e Vinnie

O segundo tema discutido foi voltado ao empreendedorismo criativo e inovador. André Braga e Vinícios Oliveira, ambos de São Paulo, bateram um papo e deram muitas dicas sobre o tema “Transforme sua ideia numa startup” (saiba aqui o que é uma startup). André Braga é CEO e co-fundador do Eventick, site especializado na venda de ingressos online. Vinícios Oliveira, ou Vinnie, como prefere ser chamado, é CEO e fundador do Glocal Arts, portal na internet que reúne e expõe para a venda obras de centenas de artistas plásticos da cidade de Olinda-PE, Recife e região metropolitana. No site do Eventick, ideia do André, você pode criar um evento e centralizar as vendas de ingressos de forma organizada, recebendo pagamentos via cartão de crédito, débito em conta e boleto bancário (os ingressos para o Campus Festival 2014 e para o TEDx Recife 2014 foram vendidos por lá). Após o pagamento, o participante inscrito recebe por e-mail um voucher para imprimir e apresentar no dia do evento. No site Glocal Arts, ideia do Vinnie, qualquer artista plástico pode fazer um cadastro e passar a expor e vender online as suas obras, cobrando por elas o preço que bem entender. Em Pernambuco, o artista plástico que não tem uma conta no Glocal Arts é quase como um cidadão comum que não tem uma no Facebook, por exemplo.

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André Lemos

A palestra principal do primeiro dia de evento ficou por conta de André Lemos, professor da UFBA. Engenheiro, doutor em sociologia e referência nacional em cibercultura, André Lemos palestrou sobre o tema “A internet das coisas”. Em suma, ele desmistificou a ideia equivocada de que a internet é uma rede que liga pessoas apenas. Segundo Lemos, além de conectar pessoas a pessoas, a internet conecta também pessoas a máquinas e até máquinas a máquinas, sem a intervenção de um ser humano. Como tendência para as próximas décadas, Lemos antecipou que, no futuro, será cada vez mais comum que máquinas “conversem entre si”, sem a intermediação de um humano. O avanço da tecnologia fará com que os objetos do cotidiano se tornem cada vez mais inteligentes, fazendo praticamente tudo sozinhos e “aprendendo” tarefas por meio de inteligência artificial. Além de previsões futurísticas, Lemos mostrou como isso já é uma realidade hoje e como esse futuro que parece tão distante está mais próximo do que imaginamos.

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Eduardo Jorge e Alfredo Minervino

No segundo dia do evento, todo mundo queria ver em ação o médico e ex-candidato à presidência da República pelo Partido Verde (PV), Eduardo Jorge. Grande estrela do dia, Eduardo Jorge chegou ao Espaço Cultural caminhando, de camiseta, conversando e tirando foto com todo mundo. Somente depois fiquei sabendo que ele tem uma casa aqui em João Pessoa, bem perto do Espaço Cultural, e por isso foi a pé mesmo. De qualquer modo, essa atitude foi uma amostra de sua humildade. Apesar de discordar dele em algumas questões políticas, tive que me render à sua notável inteligência e sabedoria. Enquanto todos os palestrantes usavam recursos de ponta em suas apresentações, Eduardo Jorge não quis usar datashow. Ele próprio foi o show, armado apenas com um microfone. A julgar pelo que vi, ele é gente finíssima (inclusive fisicamente).

Contrariando a expectativa de todo mundo, a fala de Eduardo Jorge, a mais esperada do dia, foi inconvenientemente interrompida aos 28 minutos pela organização do evento porque havia estourado o tempo. A plateia não teve sequer direito a fazer perguntas, como sempre fazia ao fim de cada apresentação. O motivo dessa escassez de tempo dificilmente poderia ser mais decepcionante. É que a organização do evento resolveu inserir de última hora na programação uma palestra inesperada de Beto Chaves, que, em resumo, falou por quase uma hora sobre como teve uma vida fracassada, nunca conseguiu passar num vestibular decente, abriu dezenas de empresas, faliu todas e hoje ganha a vida dando palestras motivacionais e vive muito bem porque tem besta que paga para ouvir sua história.

Eduardo Jorge fez uma espécie de “debate” com Alfredo Minervino sobre a “Regulamentação para o uso medicinal e recreativo da maconha”. Alfredo Minervino, que é médico psiquiatra e professor de Medicina da UFPB, começou o debate se posicionando contra a descriminalização, legalização e/ou qualquer tipo de liberação do uso da maconha para fins recreativos (muito embora apoie o seu uso para fins medicinais). Ele apresentou muitas estatísticas, dados científicos e argumentos variados mostrando os males que o uso da maconha causa à saúde e à qualidade de vida do indivíduo, à convivência familiar e à sociedade como um todo. Para ele, a maconha deve continuar proibida para o bem da sociedade.

Do modo como o debate foi configurado e conhecendo o estereótipo que se criou em torno da figura de Eduardo Jorge, eu particularmente esperava que, após a fala de Minervino, o ex-candidato à presidência fosse se posicionar do lado contrário, defendendo a legalização e fazendo apologia ao uso da maconha. Mas não foi o que aconteceu. Para minha surpresa, Eduardo Jorge afirmou concordar com quase tudo o que Alfredo Minervino disse acerca dos males da maconha. Primeiro, ele revelou que, ao contrário do que dizem por aí, não usa maconha, não bebe nada com álcool e não fuma (“porque não sou besta”, disse). Depois, afirmou que, como médico, desaconselha convictamente o uso da maconha, pois, como sabemos, ela faz mal à saúde.

Por fim, disse que “a legalização é a forma mais eficiente de reduzir os danos da dependência de drogas nos indivíduos e na sociedade”. Ele explicou que, como político, percebe que o Estado, ao longo de cerca de 50 anos, perdeu a chamada “guerra contra as drogas”; e que a melhor solução atualmente é liberar o uso da maconha para enfraquecer o poder e o monopólio dos traficantes; que são, no fim das contas, os únicos a lucrar com o mercado negro do narcotráfico. Segundo ele, o Estado deveria tratar o problema da maconha não como um problema de segurança pública, usando a polícia para combater o uso, mas como um problema de saúde pública, fazendo campanhas de conscientização, assim como já o faz contra o tabagismo e o alcoolismo.

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Lau Siqueira e Shiko

Após o debate sobre a regulamentação da maconha, subiram ao palco Lau Siqueira e Shiko, ambos de João Pessoa, para um bate papo descontraído sobre “Economias e cidades criativas”. Lau Siqueira é poeta e presidente da FUNESC; e Shiko é ilustrador e grafiteiro. Sem nenhum roteiro pré-estabelecido, eles fugiram muito ao tema proposto e falaram basicamente sobre como o artista pode viver de sua arte hoje em dia. Falaram também sobre como a indústria cultural e o mercado editorial muitas vezes se aproveitam desses artistas de forma gananciosa e exploratória. Quando um artista escreve um livro e quer publicá-lo, por exemplo, as editoras tomam para si os direitos autorais sobre a obra de modo que o autor perde até a propriedade sobre o seu trabalho. E isso em troca de uma porcentagem muito pequena (5%) do lucro das vendas de cada exemplar.

Lau e Shiko chegaram à conclusão de que o problema consiste em que os artistas muitas vezes sabem apenas produzir suas obras de arte, mas não sabem negociá-las (não sabem “vender o seu peixe”). Falta o empreendedorismo. A solução apontada para esse problema é a popularização das publicações independentes. Para eles, os artistas precisam perder o medo de recusar a oferta das editoras e escolher publicar suas obras de maneira independente, sem intermediação. Desse modo, eles mesmos diagramam, editam, imprimem a tiragem que quiserem numa gráfica e vendem seus livros por conta própria, ficando com 100% do lucro em vez dos 5% oferecidos pelas editoras. Ainda reforçando esse raciocínio, eles citaram o exemplo da literatura de cordel, que segue esse estilo independente desde os seus primórdios. Nas considerações finais, Shiko sugeriu que mudássemos nossa atitude diante da arte. Quando pagamos ou compramos um ingresso para um show, um filme, uma peça de teatro ou qualquer outra forma de expressão artística, não devemos pensar que estamos “ajudando” o artista porque somos legais. Devemos encarar isso como uma troca, um investimento. Estamos comprando um produto intelectual.

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Marco Gomes

A palestra de encerramento do Campus Festival 2014, com o tema “Empreendedorismo inovador”, ficou a cargo de Marco Gomes, CEO e fundador da Boo-Box, maior empresa de monetização e publicidade em blogs e mídias sociais do Brasil, com sede em São Paulo. Só pra vocês entenderem melhor o que faz a Boo-Box, os banners com anúncios publicitários que você vê no topo e na barra lateral deste blog, por exemplo, são gerados pelo sistema da Boo-Box e rendem uma graninha a este que vos escreve. Marco Gomes teve essa ideia de negócio aos 20 anos. Numa atitude de coragem, largou a universidade (cursava computação na UnB), desistiu de assumir o cargo após ter sido aprovado num concurso público federal, se mudou de Brasília para São Paulo, morou de favor comendo miojo por quase três anos, insistiu, persistiu no seu sonho e hoje é um dos mais jovens milionários deste país (já discursou até na sede da ONU em Nova York!). Apesar do currículo invejável, o cara é super gente boa, muito humilde, atencioso com todo mundo, “nerd, ciclista, viajante, cristão e marido” (conforme descrição no blog pessoal). Após a palestra e uma breve sessão de entrevistas, nos encontramos por acaso, batemos um papo, trocamos umas ideias e tiramos essa foto altamente nerd:

charlezine e boo-box
Vida longa e próspera, terráqueos!

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Shows musicais

Sobre os shows, para finalizar, não há muito o que dizer: um simples “foi massa” resolve. Um detalhe importante é que o primeiro dia de Campus Festival (06) coincidiu com o encerramento do Festival Internacional de Música Clássica à noite, lá mesmo, no Espaço Cultural. Os participantes do evento puderam, então, desfrutar de um belo concerto da Orquestra Sinfônica Municipal de João Pessoa, sob regência do maestro Isaac Karabtchewsky. No domingo (07), Seu Pereira e Coletivo 401, Os Gonzagas, entre outras bandas, se apresentaram em um palco montado no teatro de arena. Na segunda (08), milhares de pessoas assistiram aos shows de Nação Zumbi e outras bandas.

Os Gonzagas no teatro de arena do Espaço Cultural (foto: Charles Andrade)
Os Gonzagas no teatro de arena do Espaço Cultural (foto: Charles Andrade)
Nação Zumbi no Espaço Cultural (foto: Charles Andrade)
Nação Zumbi no Espaço Cultural (foto: Charles Andrade)

80 lugares incríveis em apenas 2 minutos

O portal Shutterstock reuniu num pequeno vídeo de menos de 2 minutos algumas das muitas maravilhas da Terra. Desfilam pela tela cenas de lugares diversos, exóticos, inusitados, belos e icônicos. O Rio Amazonas, a ponte Golden Gate, as pirâmides do Egito, a aurora boreal, praias, montanhas, cidades e monumentos são as estrelas desse curta. Dá vontade de arrumar as malas e sair por aí. Intitulado de “Around the World in 80 Clips” (Volta ao Mundo em 80 Clips), a montagem é uma verdadeira volta ao mundo virtual, que leva apenas 2 minutinhos para ser completada.

10 famosos que estudaram filosofia

A lista abaixo foi traduzida e adaptada do site DocsityÉ claro que existem inúmeros filósofos, pesquisadores e professores de filosofia que são mundialmente famosos no meio acadêmico, mas não é deles que essa lista trata. Também não inclui todos os papas da história da Igreja, que, como sabemos, têm formação filosófica. A lista é composta por nomes muito conhecidos em outras áreas e que quase ninguém imagina que um dia chegaram a estudar filosofia formalmente. Entre eles estão consagrados astros do cinema, atletas, políticos e até uma modelo, pra variar.

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Richard Gere1. Richard Gere

Ele é talvez o maior galã de Hollywood de todos os tempos. Um fato pouco conhecido é que, quando terminou o ensino secundário, Richard começou a estudar filosofia na Universidade de Massachusetts. Depois de 2 anos ele decidiu deixar a carreira acadêmica para se tornar ator.

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"Indiana Jones And The Kingdom Of The Crystal Skull" Japan Premiere2. Harrison Ford

Em Hollywood, ele foi nada menos do que o Indiana Jones. O que pouca gente sabe é que, depois de terminar o ensino médio, Harrison começou a estudar literatura e filosofia, mas terminou largando tudo para se dedicar à carreira de ator.

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Steve Martin3. Steve Martin

Martin graduou-se em filosofia na California State University, em Long Beach, e por um tempo até foi professor de filosofia. Depois foi transferido para a Universidade da Califórnia, em Los Angeles, até que um dia decidiu abandonar os estudos para seguir a carreira de ator e comediante.

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Bruce Lee4. Bruce Lee

Bruce Lee foi o mestre das artes marciais no cinema da década de 1970. Além de se dedicar aos seus filmes e às artes marciais, Lee também estudou filosofia na Universidade de Washington. Entre os filósofos ocidentais, se interessava especialmente por Hegel e Spinoza. Entre os orientais, estudou o pensamento de Krishnamurti e de taoístas como Lao-tzu e Chuang-tzu.

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Shaquille O'neal5. Shaquille O’Neal

Shaquille O ‘Neal não é um craque apenas no basquete, mas também nos estudos. O jogador da NBA é graduado em filosofia na Louisiana State University, fez mestrado na Universidade de Phoenix e doutorado na Barry University.

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Dr Martin Luther-King AT THE SAVOY HOTEL LONDON NEGATIVE NUMBE6. Martin Luther King

O maior ícone da luta contra o racismo nos EUA formou-se em artes do Morehouse College e em teologia no Seminário Teológico Crozer. Depois aprofundou os estudos em teologia sistemática na Universidade de Boston, onde recebeu o título de Doutor em Filosofia (PhD).

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Groening Matt7. Matt Groening

Você pode não conhecer Matt à primeira vista, mas ele é nada menos que o criador da famosa série de TV Os Simpsons, entre outros desenhos animados famosos. Matt graduou-se no Evergreen State College, mas assim que concluiu a graduação mudou-se para Los Angeles para tentar a sorte no mundo da ilustração e do cartoon.

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Alex de la Iglesia8. Alex de la Iglesia

O famoso diretor de cinema espanhol Alex de La Iglesia é bacharel em filosofia pela Universidade de Deusto, mas preferiu trabalhar com cinema e quadrinhos.

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Christy Turlington9. Christy Turlington

Christy é uma das modelos mais famosas de todos os tempos. No final dos anos 1990, deixou as passarelas e começou a estudar literatura e filosofia oriental na Universidade de Nova York. Aproveitando-se de sua fama, ela hoje apoia causas humanitárias e filantrópicas.

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Woody Allen10. Woody Allen

Woody Allen ganhou 4 Oscars e é dramaturgo, escritor, ator, produtor, músico e um dos maiores diretores de cinema de todos os tempos. Ele não chegou a estudar filosofia na universidade, mas demonstra interesse pelo assunto desde muito novo (sua primeira esposa era estudante de filosofia). Em seus filmes, ele sempre dá um jeito de incluir temas filosóficos.

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