Arqueólogos gregos acreditam ter encontrado o túmulo de Aristóteles em sua cidade natal

AristotleArqueólogos gregos acreditam ter descoberto o túmulo de Aristóteles em escavações realizadas durante mais de duas décadas na antiga cidade de Estagira, local de nascimento do filósofo. “Não temos provas, mas indícios muito fortes que beiram a certeza”, declarou o diretor das escavações, Konstandinos Sismanidis, a veículos de imprensa locais. Sismanidis apresentou nesta quinta (26) os resultados no congresso internacional “Aristóteles – 2.400 anos”, realizado na Universidade de Salônica.

Após analisar dois manuscritos que faziam alusão à transferência das cinzas do filósofo para sua cidade natal, a equipe de Sismanidis chegou à conclusão de que uma construção descoberta em 1996 nas citadas escavações não pode ser outra coisa senão o mausoléu de Aristóteles. Os arqueólogos que trabalhavam em Estagira desde o início dos anos 1990 ficaram surpresos que, no meio de uma fortificação do período bizantino, houvesse destroços de uma edificação, cujas características não coincidiam com essa época nem com eras posteriores. As descobertas no interior das ruínas da construção – moedas de Alexandre, o Grande, e de seus sucessores – situam seu erguimento no começo do período helenístico. Os destroços do teto achados neste sítio arqueológico demonstraram que a construção tinha sido coberta com telhas da fábrica real, o que demonstra que se tratava de um prédio público. O local fica entre uma galeria do século V a.C. e um templo de Zeus do século VI a.C., dentro da antiga cidade, perto de sua ágora, e com vista panorâmica. No piso do local há um retângulo de 1,30 por 1,70 metro, o que corresponde a um altar.

Todas estas indicações e o fato de que a forma da construção não permitia atribuir-lhe outro uso que não o de um túmulo, fizeram os arqueólogos suspeitar de que se tratava de um mausoléu. Finalmente, chegaram à conclusão de que provavelmente a pessoa à qual era dedicado o mausoléu era Aristóteles, com a ajuda de dois documentos antigos: uma tradução em árabe do século XI d.C. de uma biografia do filósofo grego e o manuscrito N. 257 da Biblioteca Nazionale Marciana, de Veneza. Ambos os documentos dizem que, quando Aristóteles morreu em 322 a.C. na cidade de Calcis, os moradores de Estagira transferiram suas cinzas para uma urna de cobre, a puseram em um mausoléu e a ao lado delas construíram um altar.

Fonte: G1 e News 247.

O papel da filosofia na educação

Palestra ministrada pela diretora da Nova Acrópole de Brasília, professora Lúcia Helena Galvão, sobre o papel da filosofia na educação. Encontre tempo e ouça com atenção.


A filosofia nas obras de Machado de Assis,
Fernando Pessoa e Cecília Meireles

Palestras ministradas pela professora Lúcia Helena Galvão, diretora da Nova Acrópole de Brasília, sobre a filosofia presente na obra literária de Machado de Assis (1839-1908), Fernando Pessoa (1888-1935) e Cecília Meireles (1901-1964).


A filosofia no Renascimento

Palestra ministrada pela professora Lúcia Helena Galvão, diretora da Nova Acrópole de Brasília, sobre a filosofia na época do Renascimento.


Sobre o significado de “alma gêmea”

Palestra ministrada pela diretora da Nova Acrópole Brasília, professora Lúcia Helena Galvão, na qual ela corrige o uso equivocado de expressões como “alma gêmea” e “amor platônico” à luz do seu significado original na filosofia clássica.

Veja fotos incríveis e em cores da descoberta da tumba do faraó Tutancâmon no Egito

Uma das mais fantásticas descobertas arqueológicas da história recente foi a tumba do faraó Tutancâmon no Egito, que serviu de inspiração para Indiana Jones no cinema. Recentemente as fotos da expedição foram coloridas para divulgar a exposição Discovery of King Tut, que será inaugurada em Nova York neste sábado (21), e que, além das fotos, contará com réplicas e reconstruções dos artefatos encontrados. Os arqueólogos ingleses Howard Carter e Lord Carnarvon estavam desde 1907 à procura da tumba de Tutancâmon, um rei que foi coroado em 1333 a.C., ainda criança, e morreu aos 18 anos de idade. Com o financiamento da expedição prestes a acabar, Carter decidiu voltar a um local de escavação que tinha abandonado. Foi quando descobriu, em 1922, um caminho que levava até a entrada da tumba, onde ele e sua equipe quebraram uma porta de tijolos de barro que levava ao túmulo do faraó. O processo de escavação demorou 8 anos e muitos tesouros da época foram encontrados, incluindo o sarcófago contendo os restos mumificados de Tutancâmon. Saiba mais sobre a descoberta da tumba aqui. Veja a seguir 9 incríveis imagens desse momento grandioso para a arqueologia:

tutankhamun-1 tutankhamun-2 tutankhamun-3 tutankhamun-4 tutankhamun-5 tutankhamun-6 tutankhamun-7 tutankhamun-8 tutankhamun-9

Fonte: Alberto de Sampaio.

A ciência não é uma invenção moderna

Isaac Newton dizia que, se conseguiu enxergar mais longe, é porque estava vendo de cima dos ombros de gigantes que o precederam. Chesterton, por sua vez, escreveu em O Defensor: “Ora, pareceu-me injusto que a humanidade se ocupasse perpetuamente em chamar de más todas aquelas coisas que foram boas o suficiente para tornar outras coisas melhores, em eternamente chutar a escada pela qual subiu. Pareceu-me que o progresso deveria ser algo mais além de um contínuo parricídio; portanto, investiguei os montes de entulho da humanidade e encontrei tesouros em todos”. A tabela abaixo exemplifica isso muito bem. Nela, podemos comparar teorias e descobertas científicas consideradas “modernas” e constatar que elas já eram conhecidas na antiguidade.

ciencia-na-antiguidade

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Pág. 3 de 6Pág. 1 de 6...234...Pág. 6 de 6
%d blogueiros gostam disto: