Unicamp ultrapassa USP e fica em 1º lugar em ranking de universidades da América Latina

Veja também: Por que a concorrência da Unicamp é maior do que a de Harvard

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) é a nova primeira colocada no ranking das melhores universidades da América Latina realizado pela revista Times Higher Education. Pela primeira vez, a instituição ultrapassou a Universidade de São Paulo (USP), que ficou na segunda posição na edição deste ano. Na edição de 2016, a USP era a primeira colocada, e a Unicamp ficou em segundo lugar. Veja na lista abaixo as dez melhores universidades da América Latina, segundo o ranking atual:

1. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – Brasil
2. Universidade de São Paulo (USP) – Brasil
3. Pontifícia Universidade Católica do Chile – Chile
4. Universidade do Chile – Chile
5. Universidade dos Andes – Colômbia
6. Instituto de Tecnologia de Monterrey – México
7. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – Brasil
8. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Brasil
9. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) – Brasil
10. Universidade Nacional Autônoma do México – México

Em nota, Phil Baty, editor do ranking, afirmou que Unicamp e USP são universidades muito diferentes que “representam a diversidade e a excelência no setor do ensino superior do Brasil”. Segundo o ranking da THE, o Brasil é o país latino-americano com o melhor desempenho na lista em 2017: das dez primeiras colocadas, cinco são universidades brasileiras. O país também tem outras 27 instituições listadas. Veja abaixo a lista de universidades brasileiras e a posição de cada uma no ranking:

1. Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
2. Universidade de São Paulo (USP)
7. Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
8. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
9. Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio)
11. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
12. Universidade Estadual de São Paulo (UNESP)
14. Universidade Federal do ABC (UFABC)
15. Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)
16. Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
18. Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)
19. Universidade de Brasília (UnB)
24. Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj)
26–30. Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
31–35. Universidade Federal de Viçosa (UFV)
36–40. Universidade Federal do Ceará (UFC)
41–45. Universidade Federal Fluminense (UFF)
41–45. Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR)
51–60. Universidade Federal de Goiás (UFG)
51–60. Universidade Federal de Lavras (Ufal)
51–60. Universidade Federal do Paraná (UFPR)
51–60. Universidade Federal de Pelotas (Ufpel)
51–60. Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
51–60. Universidade Estadual de Londrina (UEL)
61–70. Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop)
61–70. Universidade Presbiterana Mackenzie
61–70. Universidade do Vale dos Sinos
61–70. Universidade Estadual de Maringá (UEM)
61–70. Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
71+. Universidade Nove de Julho (Uninove)
71+. Universidade Estadual da Bahia (Uneb)
71+. Universidade do Vale do Itajaí

Fonte: G1.

Etimologia dos nomes e formação geopolítica dos países da América do Sul

Origem dos nomes dos países sul-americanos:

BRASIL – Produto de grande importância comercial no século XVI, a árvore pau-brasil batizou nosso país, onde os colonizadores portugueses encontraram florestas fartas dessa madeira. “Brasil” quer dizer algo como “em brasa”, referência à forte coloração avermelhada do tronco, utilizado para fazer corante.

ARGENTINA – A Argentina impressionou seus descobridores pela grande quantidade de riquezas minerais encontradas em seu solo, principalmente a prata. Tanto que o seu nome foi inspirado em argentum: prata, em latim.

URUGUAI – O Uruguai acabou ganhando o mesmo nome que os índios tupis e guaranis haviam dado ao grande rio que atravessa seu território. No idioma deles, a palavra significa “rio dos caracóis”.

PARAGUAI – Quando o Paraguai foi descoberto pelos espanhóis, a região era habitada por índios chamados payaguaes. Excelentes nadadores e hábeis navegadores, eles viviam às margens do rio que dava nome à tribo. O termo pode ser traduzido como “rabo de mar”, “rio ornado” ou “rio que dá origem ao mar”.

CHILE – Antes mesmo da colonização, o Chile já era chamado assim pelos índios aimarás, que habitavam o norte do país. Na língua deles, chilli quer dizer “onde acaba a terra”, referência à posição geográfica do território: o extremo oeste do continente.

COLÔMBIA – Colômbia significa algo como “Terra de Colombo”, numa homenagem óbvia ao navegador italiano Cristóvão Colombo (1451-1506), que, como todo mundo sabe, descobriu o continente americano em 1492.

BOLÍVIA – O general e estadista Simon Bolívar (1783-1830) tornou-se um dos principais heróis sul-americanos ao lutar pela independência de vários países da região, inclusive da própria Bolívia, batizada em homenagem a seu libertador.

VENEZUELA – A Venezuela deve seu nome a Américo Vespúcio (1454-1512), explorador italiano naturalizado espanhol. Ao visitar a região, ele encontrou indígenas que construíam suas casas em palafitas sobre as águas do lago Maracaibo, no noroeste do país. Isso o fez chamar o lugar de “Pequena Veneza”: Venezuela.

PERU – A origem do nome Peru é controversa, com duas interpretações conflitantes. A primeira afirma que se trata de derivação do nome Birú, um importante chefe inca. Para a segunda, a mesma palavra significa também “terra de riqueza e esperança”.

EQUADOR – O Equador foi batizado com o mesmo nome da linha imaginária que corta seu território e divide o planeta ao meio. A palavra deriva do latim aequus, ou “igual”, numa referência à divisão da Terra em duas partes iguais, os hemisférios Norte e Sul.

Fonte: Mundo Estranho.


Acompanhe no mapa a formação geopolítica dos países sul-americanos de 1700 até hoje:

Non-Native_American_Nations_Control_over_South_America_1700_and_on

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