Mais de 900 pessoas cometem o maior suicídio em massa de todos os tempos

Reportagem do Fantástico (Globo), exibida em 28 de novembro de 1978, sobre o maior suicídio em massa da História. Mais de 900 membros de uma seita morreram após tomar veneno, incentivadas pelo líder religioso americano Jim Jones. Entenda o caso:

Vida após o parto

No ventre de uma mulher grávida, dois gêmeos dialogam:

– Você acredita em vida após o parto?

– Claro! Deve haver algo após o nascimento. Talvez estejamos aqui principalmente porque precisamos nos preparar para o que seremos mais tarde.

– Bobagem, não há vida após o nascimento! Afinal, como seria essa vida?

– Não sei exatamente, mas certamente haverá mais luz do que há aqui. Talvez caminhemos com nossos próprios pés e comamos com a nossa boca.

– Absurdo! Caminhar e comer com a boca é impossível. O cordão umbilical nos alimenta. Além disso, andar não faz sentido, pois o cordão umbilical é muito curto.

– Sinto que há algo mais. Talvez seja só um pouco diferente do que estamos habituados.

– Mas ninguém nunca voltou de lá. O parto apenas encerra a vida. E, afinal de contas, a vida é nada mais do que a angústia prolongada na escuridão.

– Bem, não sei exatamente como será depois do nascimento, mas, com certeza, veremos a mamãe e ela cuidará de nós.

– Mamãe?! Você acredita em mamãe?! Se ela existe, onde está que não posso vê-la?

– Em tudo à nossa volta! Nela e através dela nós vivemos. Sem ela não existiríamos.

– Nunca vi nenhuma mamãe. Por esse motivo é evidente que ela não existe!

– Bem, mas, às vezes, quando estamos em silêncio, posso ouvi-la cantando, ou senti-la afagando nosso mundo. Penso que, após o parto, a vida real nos espera; e, no momento, estamos apenas nos preparando para ela.

(Autor desconhecido)

Fonte: Criacionismo.

Universidade faz mal para a fé?

universidade-religiao-exatas-e-biologicas

Artigo de Marcio Campos no blog Tubo de Ensaio.

Josemaría Escrivá falava das pessoas que, ao ingressar no ensino superior, abandonavam sua religiosidade “como quem deixa o chapéu à porta”. Mas afinal, a universidade faz mal para a fé dos estudantes? Ateus militantes dizem que, quanto mais conhecimento científico, menos superstição (a palavra preferida deles para designar a religião). Será verdade?

Quatro pesquisadores da Universidade de Michigan resolveram verificar qual o impacto do ensino superior sobre a religiosidade dos estudantes e chegaram a conclusões interessantes. Para muitos jovens, a universidade é a primeira ocasião em que eles se separam da influência dos pais, tendo contato com novas ideias e grupos. Entre essas ideias estão o cientificismo e o o pós-modernismo, que têm impacto sobre as crenças religiosas e serão descritas detalhadamente pelos autores antes da apresentação dos resultados. A pesquisa revela que optar pela formação em ciências Biológicas ou Exatas tem pouco efeito sobre a religiosidade dos universitários, tanto do ponto de vista da importância que cada um atribui à religião em suas vidas quanto em relação à frequência aos cultos religiosos. Por outro lado, quem realmente faz estrago na cabeça dos universitários são as ciências Humanas e Sociais.

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O que isso indica? Que o pós-modernismo é mais daninho à religiosidade que o cientificismo. E posso ver o motivo. O cerne da pós-modernidade é o relativismo, a noção de que as verdades absolutas não existem (curiosamente ninguém comenta que a inexistência de verdades absolutas é ironicamente propagandeada como… verdade absoluta). Como a maioria das religiões alega justamente o contrário, deixar-se convencer pelos teóricos pós-modernos leva ao enfraquecimento da fé.

Os pesquisadores também verificaram como a religiosidade influencia na escolha da carreira a seguir. Curiosamente, quanto maior a religiosidade dos estudantes, maior a chance de eles acabarem escolhendo um curso de Humanas ou Sociais – justamente aquelas que mais danificam o senso religioso dos universitários.

Caminho ou destino?

O povo san, primeiros habitantes do sul da África, acreditava que depois da morte o espírito humano se defrontava com dois caminhos. Um deles era uma estrada magnífica, com chão liso, sombrejada por árvores altas, que levava a uma espécie de submundo parecido com o que entendemos por inferno. O outro caminho era uma estrada calcinada de pedras soltas que levava a um paraíso. O espírito precisava escolher, e a sua escolha não era entre o céu e o inferno, era entre o caminho e o destino. Andar pela estrada larga e prazerosa engrandeceria o espírito, mesmo que levasse à perdição. Escolher o caminho mais difícil castigaria o espírito, mas o levaria à salvação. O que era uma opção para os mortos era um enigma para os vivos: vale mais a viagem ou o seu fim?

caminhos do frio

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