Livro reune as melhores fotografias de natureza do mundo

O Museu de História Natural de Londres, em parceria com a BBC, publica o livro Masters of Nature Photography, uma seleção das melhores imagens das últimas 49 edições do concurso anual Wildlife Photography of the Year (Fotógrafo de Vida Selvagem do Ano, em tradução livre). Organizado pelas duas instituições britânicas, o renomado concurso premia todos os anos as 100 melhores fotografias retratando cenas de natureza e vida selvagem. 10 fotógrafos tiveram suas imagens selecionadas para o livro comemorativo, entre eles veteranos considerados “lendas” no tema e jovens revelações que têm se destacado. Cada um escolheu 10 fotos que julgaram ser mais representativas de seu trabalho ao longo dos anos. “Alguns diriam que há outros fotógrafos de natureza de igual estatura que, assim como eles, também foram agraciados com o prêmio. Mas juntos, estes 10 representam o conjunto de uma obra que abrange 30 anos de trabalho, diferentes nacionalidades e distintas maneiras de ver o mundo da natureza”, diz a organização do livro. Veja algumas das fotos:

Após tirar sua primeira foto com 15 anos, o americano Jim Brandenburg focou seu trabalho na fotografia de animais e lugares selvagens, descrita por ele como “pintar a beleza da natureza com uma câmera”. Com mais de 50 anos de carreira e diversos prêmios, o americano de Minnesota tem atuado cada vez mais na Europa. Nesta imagem, dois cavalos poloneses konik foram retratados na reserva de Oostvaardersplassen, na Holanda, que tenta recriar ambientes pré-históricos da Europa (Foto: Jim Brandenburg /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Após tirar sua primeira foto com 15 anos, o americano Jim Brandenburg focou seu trabalho na fotografia de animais e lugares selvagens, descrita por ele como “pintar a beleza da natureza com uma câmera”. Com mais de 50 anos de carreira e diversos prêmios, o americano de Minnesota tem atuado cada vez mais na Europa. Nesta imagem, dois cavalos poloneses konik foram retratados na reserva de Oostvaardersplassen, na Holanda, que tenta recriar ambientes pré-históricos da Europa (Foto: Jim Brandenburg /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Criado no Quênia, o fotógrafo Anup Shah sempre esteve em meio à natureza. Mas foi somente de obter um doutorado em matemática pela London School of Economics (LSE), durante uma viagem à Índia, que ele passou a se interessar pelo assunto. Nesta imagem ele retratou a gorila Malui em uma reserva da República Centro-Africana (Foto: Anup Shah /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Criado no Quênia, o fotógrafo Anup Shah sempre esteve em meio à natureza. Mas foi somente de obter um doutorado em matemática pela London School of Economics (LSE), durante uma viagem à Índia, que ele passou a se interessar pelo assunto. Nesta imagem ele retratou a gorila Malui em uma reserva da República Centro-Africana (Foto: Anup Shah /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Embora só tenha tirado sua primeira fotografia aos 22 anos, o americano Thomas Mangelsen tornou-se um dos nomes de destaque no ramo – chegando a fazer documentários em vídeo para a BBC. A imagem foi feita no Parque Nacional de Katmai, no Estado americano do Alasca, após dias de tentativas ao lado de ursos da região (Foto: Thomas Mangelsen /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Embora só tenha tirado sua primeira fotografia aos 22 anos, o americano Thomas Mangelsen tornou-se um dos nomes de destaque no ramo – chegando a fazer documentários em vídeo para a BBC. A imagem foi feita no Parque Nacional de Katmai, no Estado americano do Alasca, após dias de tentativas ao lado de ursos da região (Foto: Thomas Mangelsen /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Assim como outros fotógrafos escandinavos, o norueguês Pål Hermansen apresenta um bom domínio de luz, motivado pelas características da região, que conta com as luzes do norte e os meses de longas noites. Seu primeiro livro foi lançado em 1985, e desde então seguiram-se outras 30 publicações. Esta imagem de 2005, tirada em Svalbard, na Noruega, mostra o “café da manhã” de um urso polar (Foto: Pål Hermansen /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Assim como outros fotógrafos escandinavos, o norueguês Pål Hermansen apresenta um bom domínio de luz, motivado pelas características da região, que conta com as luzes do norte e os meses de longas noites. Seu primeiro livro foi lançado em 1985, e desde então seguiram-se outras 30 publicações. Esta imagem de 2005, tirada em Svalbard, na Noruega, mostra o “café da manhã” de um urso polar (Foto: Pål Hermansen /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Habituado ao frio extremo, Paul Nicklen vive em uma ilha do Ártico canadense desde os quatro anos de idade. Após anos de colaboração com revistas como a ‘National Geographic’, Nicklen é considerado um profissional experiente com expedições de mais de 10 mil quilômetros pelo Ártico no currículo. Nesta imagem, ele retrata um pinguim imperador na Antártida, na região do mar de Ross (Foto: Paul Nicklen/Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Habituado ao frio extremo, Paul Nicklen vive em uma ilha do Ártico canadense desde os quatro anos de idade. Após anos de colaboração com revistas como a ‘National Geographic’, Nicklen é considerado um profissional experiente com expedições de mais de 10 mil quilômetros pelo Ártico no currículo. Nesta imagem, ele retrata um pinguim imperador na Antártida, na região do mar de Ross (Foto: Paul Nicklen/Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
David Doubilet teve sua primeira experiência subaquática aos oito anos de idade, em uma colônia de férias. Desde então desenvolveu uma paixão pela fotografia embaixo d’água, tendo vendido suas primeiras imagens para revistas logo aos 16 anos. Na ilha de Danko, na Antártida, ele flagrou esses pinguins se aventurando pelo gelo (Foto: David Doubilet /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
David Doubilet teve sua primeira experiência subaquática aos oito anos de idade, em uma colônia de férias. Desde então desenvolveu uma paixão pela fotografia embaixo d’água, tendo vendido suas primeiras imagens para revistas logo aos 16 anos. Na ilha de Danko, na Antártida, ele flagrou esses pinguins se aventurando pelo gelo (Foto: David Doubilet /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Nascido na Alemanha, Christian Ziegler tem nutrido uma fascinação por florestas tropicais desde a adolescência. Com 19 anos conheceu a Tailândia e um tempo depois fez um mestrado em biologia tropical. Nesta imagem clicada no Panamá, ele retrata um morcego após inúmeras tentativas (Foto: Christian Ziegler /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Nascido na Alemanha, Christian Ziegler tem nutrido uma fascinação por florestas tropicais desde a adolescência. Com 19 anos conheceu a Tailândia e um tempo depois fez um mestrado em biologia tropical. Nesta imagem clicada no Panamá, ele retrata um morcego após inúmeras tentativas (Foto: Christian Ziegler /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
O holandês Frans Lanting só “se deu conta” de que poderia ser um fotógrafo quando já tinha “vinte e poucos anos”, depois de um diploma em ciências sociais. Com ídolos como Ansel Adams, ele acabou se mudando para a Califórnia, onde vive até hoje, 25 anos depois de ter dado início à carreira. Aqui ele retrata um grupo de elefantes no Parque Nacional de Chobe, em Botsuana (Foto: Frans Lanting /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
O holandês Frans Lanting só “se deu conta” de que poderia ser um fotógrafo quando já tinha “vinte e poucos anos”, depois de um diploma em ciências sociais. Com ídolos como Ansel Adams, ele acabou se mudando para a Califórnia, onde vive até hoje, 25 anos depois de ter dado início à carreira. Aqui ele retrata um grupo de elefantes no Parque Nacional de Chobe, em Botsuana (Foto: Frans Lanting /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Nascido em uma família pobre do Estado americano de Alabama, Michael Nichols tirou suas primeira fotografias aos 19 anos. Algumas de suas obras mais importantes foram feitas ao lado de J Michael Fay, biólogo com quem explorou muitos países da África. Nesta imagem feita no Burundi, ele retrata o chimpanzee Whiskey – o animal foi vítima de uma série de abusos e chegou a ser preso pelo seu dono (Foto: Michael Nichols /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Nascido em uma família pobre do Estado americano de Alabama, Michael Nichols tirou suas primeira fotografias aos 19 anos. Algumas de suas obras mais importantes foram feitas ao lado de J Michael Fay, biólogo com quem explorou muitos países da África. Nesta imagem feita no Burundi, ele retrata o chimpanzee Whiskey – o animal foi vítima de uma série de abusos e chegou a ser preso pelo seu dono (Foto: Michael Nichols /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Vincent Munier ganhou sua primeira câmera dos pais aos 12 anos de idade, e desde então optou por unir a paixão pelas imagens com a obsessão pela natureza. O francês natural de um vilarejo da região de Lorraine diz ter tido a sorte de poder trabalhar com o que mais ama. Nesta imagem, dois pássaros dançam em Hokkaido, no Japão (Foto: Vincent Munier /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).
Vincent Munier ganhou sua primeira câmera dos pais aos 12 anos de idade, e desde então optou por unir a paixão pelas imagens com a obsessão pela natureza. O francês natural de um vilarejo da região de Lorraine diz ter tido a sorte de poder trabalhar com o que mais ama. Nesta imagem, dois pássaros dançam em Hokkaido, no Japão (Foto: Vincent Munier /Museu de História Natural de Londres/Masters of Nature Photography).

Fonte: BBC Brasil.

Não entendo arte contemporânea!

Recentemente soube de um amigo que, em viagem pela Europa, esteve no museu do Louvre, em Paris – o mais famoso do mundo. Ele conta que lá está exposto um quadro muito prestigiado que consiste numa tela toda branca, novinha em folha, inalterada. Abaixo dele, o título: “A Ausência da Arte”. Poucos dias depois, eis que leio (no G1 e na Folha) a seguinte notícia: “Obra de Barnett Newman é vendida por US$ 44 milhões em Nova York”. Junto à manchete estava a imagem abaixo:

Onement VI

Ou seja, o sujeito pinta uma mesa de ping-pong (sem a rede, porque provavelmente ele não saberia pintar uma rede) e isso vale 44 milhões de dólares! Além do valor do quadro, o pintor ainda é chamado, na mesma notícia, de “um dos mais brilhantes representantes do expressionismo abstrato”. PQP! A mão de tinta não ficou nem tão boa assim! O cara que pintou meu apartamento faria melhor! (se acha que estou sendo muito duro com o “artista”, veja outros quadros do sujeito).

Veja também: Como um quadro pode valer milhões?

Na mesma semana, fiquei sabendo que um garoto esqueceu os óculos no chão do Museu de Arte Moderna de São Francisco, nos Estados Unidos, e o objeto foi confundido com uma obra de arte. Como se isso fosse pouco, tem ainda uma peça de teatro chamada “macaquinhos” que está se apresentando pelo Brasil (patrocinada pelo Governo Federal) e gerando polêmica por onde passa. Os atores e atrizes se apresentam completamente nus e fazem performances nas quais exploram, cheiram, enfiam o dedo e cutucam os cus uns dos outros (definitivamente não recomendo procurar isso para assistir no YouTube).

É por exemplos como esses (que estão longe de ser exceção) que digo sem nenhuma vergonha: Não entendo arte contemporânea. De duas, uma: ou eu sou um completo ignorante desprovido de senso estético, ou essa palhaçada não faz sentido mesmo. E eu não estou só por pensar assim. No vídeo abaixo, o jornalista americano Paul Joseph Watson expõe o establishment da arte contemporânea como ele realmente é: “uma grande panelinha de babacas pretensiosos que tentam parecer sofisticados atribuindo sentido a algo que não possui sentido algum”.

Por dois milênios, grandes artistas estabeleceram o padrão de beleza. Agora esses padrões foram abandonados. A arte moderna é uma competição entre o feio e o distorcido; a obra mais chocante vence. O que aconteceu? Como o belo veio a ser aviltado e o mau gosto veio a ser celebrado? No vídeo abaixo, o renomado artista Robert Florczak explica a história por trás dessa mudança e como ela pode ser revertida.

Por fim, deixo-vos com o músico Zeca Baleiro cantando “Bienal”, uma canção-poema que ele escreveu em 1996 por ocasião da 23ª Bienal Internacional de Artes Plásticas, que aconteceu em São Paulo naquele ano e tinha como tema: “A desmaterialização da obra de arte no fim do milênio”.


ATUALIZAÇÃO EM 19/05/2017:

Uma pintura de Basquiat foi vendida ontem ao preço recorde de 110 milhões de dólares (cerca de 370 milhões de reais), em um leilão de arte contemporânea realizado em Nova York. A pintura se chama “Untitled” (sem título) e é considerada um marco importante na obra de Jean-Michel Basquiat, que morreu aos 27 anos, de overdose.

basquiat-untitled

A Sotheby’s, responsável pelo leilão, estimava que a obra seria vendida por 60 milhões de dólares (pouco mais de 200 milhões de reais), e acabou conseguindo quase o dobro. A obra foi comprada pelo empresário e colecionador de arte japonês Yusaku Maezawa. A casa Sotheby’s postou em seu Twitter a foto do novo dono ao lado da pintura.

basquiat-sothebys

Com informações de: G1.

Extinção do rinoceronte negro

Veja também: Extinção da tartaruga gigante de Galápagos

Esta notícia é muito triste. Mais uma espécie animal foi extinta para sempre da face da Terra. Dessa vez foi o rinoceronte negro, espécie nativa das savanas da África Central. Devido à caça ilegal e a falta de fiscalização por parte dos governos, a população de rinocerontes diminuiu gradualmente até que, recentemente, o último representante da espécie morreu sem reproduzir. O rinoceronte negro foi declarado oficialmente extinto pela UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza). A humanidade nunca mais verá esses gigantes da savana a não ser em fotos, como esta:

rinoceronte

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